quinta-feira, 29 de outubro de 2015

A Face oculta da ONU

Entrevista de
Michel Schooyans
Professor emérito da Universidade de Louvain
Ano II Mattino della Domenica
Lugano, 24 de junho de 2001
Por
Luca Fiore
  1. Durante o Congresso sobre Globalização, Economia e Família, realizado em Roma de 27 a 30 de novembro de 2000 pelo Pontifício Conselho para a Família, o senhor expôs a concepção da globalização segundo a ONU. Essa concepção é também longamente analisada no seu mais recente livro, A Face oculta da ONU, publicado pela editora Sarment/Fayard, Paris, 2001. Para o senhor, essa concepção tende a considerar que o meio ambiente tem maisvalor do que a pessoa. Do que se trata? Qual é a sua preocupação?
 Globalização, Mundialização: dois termos que entraram para a linguagem cotidiana; dois conceitos que se tornaram objeto de debates e discussões envolvendo o futuro da sociedade mundial. Esses termos significam, antes de mais nada, que as sociedades humanas tornaram-se interdependentes: por exemplo, uma desvalorização do yen japonês repercute em toda a economia mundial. Isso significa também que as sociedades mundiais estão integradas: as viagens e a mídia ensinam os homens a se conhecer melhor; a informação científica é amplamente divulgada e discutida em fóruns virtuais abertos 24 horas por dia. Em princípio, devemos evidentemente nos alegrar com essa evolução e é claro que ela demanda novos instrumentos de condução das relações internacionais.
Tradicionalmente essas relações internacionais se organizam a partir de dois modelos. De um lado, um modelo encarnado hoje pelos EUA. O globalismo é aí concebido a partir do projeto hegemônico da nação dominante, cujo objetivo é impor uma organização do mundo de inspiração néoliberal. Esse projeto tem de início uma forte conotação econômica: seu objetivo é a globalização do mercado; mas comporta também, evidentemente, uma vontade de gerir politicamente o mundo. Não pode ser realizado senão com a conivência das nações ricas. O outro modelo é herdeiro do internacionalismo socialista e, se insiste sobre as necessárias reformas econômicas, coloca em primeiro plano um objetivo político: limitar a soberania dos estados e submetê-los ao controle de um poder político mundial. O método para atingir esse fim não é mais revolucionário; no espírito de Gramsci, é reformista.
Quando fala em globalização, a ONU incorpora os significados dessa palavra tais como viemos de recordar. Mas aproveita-se da imagem positiva associada ao termo para imprimir-lhe novo significado. A globalização é interpretada à luz de uma nova visão de mundo e do lugar do homem no mundo. Essa visão "holística" considera que o mundo constitui um todo dotado de maior realidade e valor do que as partes que o compõem. Nesse todo, o surgimento do homem não é senão um avatar da evolução da matéria.
  1. O senhor igualmente manifestou sérias reservas quanto à Carta da Terra, um documento da ONU em preparação, a ser publicado proximamente. O senhor até afirma que nele encontramos a influência da New Age. Quais as ligações entre a New Age e esse texto? 


Trata-se de um projeto de documento no qual um dos redatores não é outro senão o próprio senhor Mikhail Gorbatchev. O que frisa esse documento? Sendo apenas o produto de uma evolução material, o homem deve curvar-se aos imperativos de meio-ambiente, da Natureza, da ecologia. A influência do filósofo Thomas S. Khun, um dos grandes inspiradores da New Age, é aqui evidente e confirmada nos livros de Marilyn Ferguson sobre essa mesma corrente. O homem deve aceitar não ser mais o centro do mundo. Segundo essa leitura da natureza e do homem, a "lei natural" , não é mais aquela que está inscrita na inteligência e no coração do homem; é a lei implacável e violenta que a natureza impõe ao homem. Os ecologistas tisnados de New Age até apresentam o homem como predador. E como todas as populações de predadores, afirma-se que a população humana deve ser contida, limitada imperativamente, dentro dos limites do desenvolvimento sustentável.

3. Qual a relação essa Carta da Terra e a Declaração Universal dos Direitos do Homem de 1948?




A Declaração Universal dos Direitos do Homem, de 1948, inclina-se diante de uma  verdade que se impõe para todos. Reconhece que todos os homens têm direito à vida; que nascem livres e iguais em dignidade; que são livres para se associarem, para se atribuírem um regime político de sua livre escolha, de se organizarem em sindicatos, de criarem uma família, aderirem a uma religião, etc. Todos os homens têm o direito de participar da vida ; política e da vida .econômica, pois todos têm alguma coisa de único a oferecer aos outros c homens. Todos os totalitarismos do século XX nasceram do desprezo a esses direitos inalienáveis. Promover esses direitos por todo o mundo é barrar o caminho aos sistemas que reduzem o homem a não ser senão uma engrenagem do estado, um instrumento do Partido, um espécime de determinada raça. A grande originalidade dessa Declaração é conceber como fundamento das novas relações internacionais o reconhecimento, por todas Nações, dos direitos fundamentais de todos os homens.
A Carta da Terra abandona e mesmo combate o antropocentrismo judeo-cristão e romano, reforçado pelo Renascimento, e que foi levado' a seu ponto de maior incandescência na Declaração de 1948. Ao documento caberia não somente superar a Declaração Universal, mas, para alguns, deveria mesmo suplantar o próprio Decálogo, modéstia à parte!

4. O senhor chegou a falar do projeto da ONU de instaurar, progressivamente, um "super-governo mundial" que suplantará os corpos intermediários, as nações, e imporá um pensamento único, através do controle da informação, da saúde, do comércio, da política e do direito. Não seria essa uma imagem do futuro muito à Ia George Orwell?

A argumentação ecológica desenvolvida na Carta da Terra é, na realidade, um artifício ideológico para camuflar algo mais grave: entramos em uma nova revolução cultural. De fato, a ONU está em vias de formular uma nova concepção do direito. Essa concepção é mais anglo-saxã do que latina. As verdades fundadoras da ONU, referentes à centralidade do homem no mundo, são pouco a apouco desativadas. Segundo essa concepção, nenhuma verdade sobre o homem impõe-se a todos os homens: a cada um sua opinião. Os direitos do homem não são mais reconhecidos como verdades; são objeto de procedimentos, de decisões consensuais. Negociamos e ao termo de um procedimento pragmático, decidimos, por exemplo, que o respeito à vida se impõe em certos casos mas não em outros, que determinada manipulação genética justifica o sacrifício de embriões, que a eutanásia deve ser liberalizada, que as uniões homossexuais têm o mesmo direito que a família, etc. Daí nascem os assim chamados "novos direitos do homem" , sempre renegociáveis ao sabor dos interesses daqueles que podem fazer prevalecer sua vontade.
Para tornar palatáveis esses "novos direitos" e, sobretudo, a concepção do direito que lhes é subjacente, dois eixos de ação devem ser privilegiados. É preciso inicialmente enfraquecer as nações soberanas, pois são geralmente as primeiras a proteger os direitos inalienáveis de seus cidadãos. Em seguida, nas assembléias internacionais, é preciso obter-se o maior consenso possível, recorrendo se preciso à corrupção, à chantagem ou à ameaça. Uma vez alcançado, o consenso pode ser invocado para fazer adotar convenções internacionais que adquirem força de lei nos estados que as ratificaram. Esse tipo de globalização, sustentado por uma concepção puramente positivista do direito, justifica as mais intensas apreensões.

5. O título de seu último livro é A Face oculta da ONU: que face é essa, e quem é que se esconde por detrás?
Em dossiês tão complexos, quanto o da globalização segundo a ONU, a falta de transparência torna evidentemente difícil a prova direta e a demonstração matemática. A experiência recente, na França, das malversações e demais irregularidades confirma que nenhuma organização dispõe-se a reconhecer que está corroída pela ação de confrarias, pela presença em seu interior de "fraternidades" e de "redes". Contudo, tais realidades existem sem sombra de dúvida. Nós as conhecemos não somente por suas ações, mas também pelo que alguns de seus membros dizem a seu respeito publicamente, por exemplo, na televisão. Evidentemente, sempre há pessoas prontas a negar fervorosamente as evidências, incluso quando nem sequer sabem onde encontrar os dossiês. Mas será preciso esperar que os membros da DGSE francesa (Direção Geral de Segurança Exterior) desfilem com uma braçadeira para saber que a DGSE existe?
Na realidade, a ideologia onusiana da globalização está plasmada em referências livre-exaministas, agnósticas, utilitaristas e hedonistas. Se analisarmos pacientemente as recentes reuniões da ONU sobre questões tão diversas como saúde, população, meio- ambiente, habitat, economia mundial, informação, educação -para citar apenas esses exemplos, percebemos uma notável comunidade de inspiração' e uma igualmente notável convergência de objetivos. E claro que sob instigação das nações soberanas que são seus membros, a ONU deveria proceder à uma auditoria interna, sem o que dará cada vez mais a impressão de estar sob influência de uma máfia tecnocrática. Tenho sobre outros a vantagem de chegar à essa conclusão após vários anos de pesquisa. Porém, se me perguntar se vi com meus próprios olhos a "mão invisível" , devo lhe responder que ví somente sua sombra. Mas no caso, isso é suficiente.
Michel Schooyans
Tradução do Dr Rui Correia Costa
E-mail <schooyans@mora.ucl.ac.be>
Home Page <http:/ /perso.infonie.be/1e.feu(>

OPINIÃO: ANDRÉ DE MORAES:

Embora saiba que a denominação Adventista do Sétimo Dia é uma seita, esse líder dela fala coisas coerentes quanto à ONU. Gostaria que assistissem ao vídeo e tirassem suas próprias conclusões!

DESTRUINDO A SEITA ADVENTISTA DO SÉTIMO DIA: "NINGUÉM VOS JULGUE PELOS SÁBADOS!"

http://www.icp.com.br/43materia1.asp

Por Natanael Rinaldi

Mandaram-me, pelo correio, um livrete com o título “Qual o verdadeiro dia de repouso?”. De autoria de Williams Costa Jr. e Alejandro Bullón, ambos pastores adventistas, a obra é distribuída pelo curso “Está Escrito”, da referida seita. O texto é composto de perguntas e respostas.

Acredito que esse material me foi enviado por alguém que conhece a minha posição com relação aos ensinos adventistas sobre a guarda do sábado, posição essa exposta ao longo dos anos aqui mesmo em Defesa da Fé, e também em programas de rádios e seminários, entre outros eventos. Tanto é assim que fui até mesmo citado pelos autores no livrete, o que me motivou ainda mais a me pronunciar. Aproveito a oportunidade também para responder, de uma só vez, às cartas e aos telefonemas, que não são poucos, que chegam, por parte dos adventistas, ao ICP. Dessa forma, eles me criticam e instigam a replicar seus argumentos sabatistas ardilosos e polêmicos. Alguns desses argumentos são, de certa forma, infantis, como se vê na página 12 do livro em referência. Vejamos:




– Wiams, você fala inglês, como se diz domingo em inglês? – pergunta Bullón.

– Sunday – responde Costa Júnior.

– E o que quer dizer Sunday? – Bullón novamente.

– O dia do sol. E não é somente em inglês, em alemão também. Eu não falo alemão, mas em algumas línguas o domingo significa o dia do sol – finaliza Costa.

Qualquer criança que estuda inglês sabe que a palavra para sábado nessa língua é saturday. Se perguntarmos a essa mesma criança qual o significado do termo saturday ela responderá “o dia de Saturno”. Quem era Saturno? Um deus pagão, do qual vem o vocábulo saturnais, que indica uma festa realizada com licenciosidade e baixeza moral.

Mas o adventista dá valor apenas ao argumento sobre a palavra sunday, mesmo sabendo que todos os dias da semana eram conhecidos por nomes de deuses ou planetas: o Sol (domingo), a Lua (segunda-feira), Marte (terça-feira), Mercúrio (quarta-feira), Júpiter (quinta-feira), Vênus (sexta-feira) e Saturno (sábado).

Para um líder espiritual de uma igreja que se vangloria por conhecer profundamente a Bíblia (o que não é verdade, pois os adventistas baseiam seus ensinos nas visões e revelações de Ellen Gould White), esse argumento infantil tem validade.

Embora os adventistas queiram ser reconhecidos como evangélicos, na verdade são sabatólatras. São sucessores dos fariseus dos dias de Jesus, que levaram o Mestre à morte por causa de duas acusações. A primeira delas era porque o Salvador não guardava o sábado. A segunda, porque Jesus se declarava Filho de Deus, com natureza igual à de Deus. Isso era caso gravíssimo para os judeus. Imperdoável mesmo! Por isso, pois, os judeus “Ainda mais procuravam matá-lo, porque não só quebrantava o sábado, mas também dizia que deus era seu próprio Pai, fazendo-se igual a Deus”(Jo 5.17-18).

Através de um exame, ainda que superficial, do livro “Qual o verdadeiro dia de repouso?”, percebe-se facilmente que faltou seriedade intelectual aos seus autores. Não é possível que alguém se proponha a defender o sábado como sendo o verdadeiro dia de repouso e, propositadamente, ao citar as Escrituras como prova da sua validade, omita a palavra sábado (no plural, sábados) de Colossenses 2.16. Pois é justamente dessa forma que o senhor Bullón age. Vejamos o diálogo entre ele e o pastor Costa Júnior:

Pastor COSTA JÚNIOR – (referindo-se aos crentes que costumam dizer)... “eu sou cristão, sou seguidor de Jesus e guardo o domingo. E uma das razões pelas quais eu guardo o domingo é porque Jesus foi perfeito. Ele cumpriu a Lei e Ele pregou a Lei na cruz. Pastor Bullón, há necessidade de continuar guardando a Lei, apesar de Jesus ter feito seu sacrifício na cruz?”

Pastor BULLÓN – “Muitos cristãos acham que depois da morte de Cristo já não se deve guardar mais o sábado porque Cristo cravou na cruz os mandamentos de Deus. Em primeiro lugar, não há base bíblica dizendo que Jesus cravou os mandamentos de Deus. Jesus cravou na cruz todas as festas do povo de Israel, que apontavam para a sua vinda, como o sacrifício do cordeiro e a circuncisão. Muitas das festas, cerimônias e leis cerimoniais do povo de Israel tinham como objetivo anunciar que Jesus viria para morrer na cruz do Calvário pelos nossos pecados. Agora, uma vez que Jesus veio, para que sair sacrificando cordeirinhos se o Cordeiro de Deus já fora sacrificado? A circuncisão, as festas, as luas novas, as festas religiosas de Israel, tudo isto chegou ao fim porque, isto sim, Jesus cravou na cruz do Calvário” (p. 4).

Todos sabemos que a honestidade é fundamental quando se trata de refutar doutrinas bíblicas. Pergunto: por que foi omitida propositadamente a palavra “sábados” de Colossenses 2.16? Vimos que os autores falaram das festas, das luas novas, mas omitiram a palavra “sábados”. Por que fizeram isso?

Vejamos o que de fato foi cravado na cruz (o que é reconhecido pelos próprios adventistas): “Portanto, ninguém vos julgue pelo comer, ou pelo beber, ou por causa dos dias de festa, ou da luz nova, ou dos sábados, que são sombras das coisas futuras, mas o corpo é de Cristo” (Cl 2.16-17). Como podemos ver, à luz da Palavra de Deus, não foram apenas os dias de festas, as luas novas cravados na cruz, mas também os sábados. E devemos saber que esses sábados não são os sábados anuais, porque os chamados sábados anuais ou cerimoniais são identificados no texto em pauta pela expressão dias de festas.



Razões que indicam que os sábados de Cl 2.16 são semanais

Diante da clareza de Cl 2.16-17, os adventistas do sétimo dia costumam refutar essa posição alegando que a palavra sábados não se refere ao sábado semanal, mas aos cerimoniais ou anuais, conforme mencionados em Lv 23.1-39.

Essa afirmação, no entanto, não é correta, e por três razões:

A - Os sábados anuais ou cerimoniais eram chamados de festas, e eles já estão incluídos na frase dias de festa, em Cl 2.16. Esses dias de festa ou sábados anuais eram designados como tais. A saber:

1 Festa da Páscoa - Lv 23.5,7;
2 Festa dos Asmos - Lv 23.8;
3 Festa de Pentecostes - Lv 23.15-16;
4 Festa das Trombetas - Lv 23.23-25;
5 Festa da Expiação - Lv 23.26,32;
6 Festa dos Tabernáculos - 1º dia de festa;
7 Festa dos Tabernáculos - último dia de festa - Lv 23.34,36.

Em Levíticos 23.37, lemos: “Estas são as solenidades do SENHOR, que apregoareis para santas convocações...”. Na seqüência do texto, mas precisamente no v. 38, os sábados são, propositadamente, excluídos. Vejamos: “Estas ofertas são além dos sábados do Senhor, além dos vossos dons, além de todos os vossos votos, e além de todas as vossas ofertas voluntárias que dareis ao Senhor”.

Assim, os chamados sábados anuais estão incluídos nos dias de festas, o que mostra, distintamente, que os sábados semanais, conforme indicados por Paulo em Cl 2.16, não constam dessa relação: “Portanto, ninguém vos julgue pelo comer, ou pelo beber, ou por causa dos dias de festa, ou da luz nova, ou dos sábados, que são sombras das coisas futuras, mas o corpo é de Cristo”.

B - A fórmula dias de festa, luas novas e sábados serve para indicar os dias sagrados anuais, mensais e semanais:

1º Exemplo:

– Em Números 28 encontramos os holocaustos para os sábados (semanais), para as luas novas (mensais) e para os dias de festa (anuais) nos seguintes versículos: “... no dia de sábado dois cordeiros de um ano, sem mancha... Holocausto é do sábado em cada semana...” (vv. 9,10). “E as suas libações serão a metade dum him de vinho para um bezerro... este é o holocausto da lua nova de cada mês, segundo os meses do ano” (v. 14). “Porém no mês primeiro, aos catorze dias do mês, é a páscoa do Senhor; e aos quinze dias do mesmo mês haverá festa; sete dias se comerão pães asmos” (vv. 16,17).

2º Exemplo:

– Em 1 Crônicas 23.31, lemos: “E para cada oferecimento dos holocautos do Senhos, nos sábados, nas luas novas e nas solenidades por conta, segundo o seu costume, continuamente”. O significado de cada período: “nos sábados” (cada semana), “nas luas novas” (cada mês) e “nas solenidades” (cada ano).

3º Exemplo:

– Em 2 Crônicas 2.4 está escrito: “Eis que estou para edificar uma casa ao nome do Senhor meu Deus, para lhe consagrar, para queimar perante ele incenso aromático, e para o pão contínuo da proposição, e para os holocaustos da manhã e da tarde, nos sábados e nas luas novas e nas festividades do Senhor nosso Deus...”. O significado de cada período: “da manhã e da tarde” (cada dia), “nos sábados” (cada semana), “nas luas novas” (cada mês) e “nas festividades” (cada ano).

4º Exemplo:

– Em 2 Crônicas 8.13, registra-se: “E isto segundo o dever de cada dia, oferecendo segundo o preceito de Moisés, nos sábados e nas luas novas, e nas solenidades, três vezes no ano”. O significado dos períodos: “nos sábados” (cada semana), “nas luas novas” (cada mês) e “nas solenidades” (cada ano).

5º Exemplo:

– Em 2 Crônicas 31.3, lemos o seguinte: “Também estabeleceu a parte da fazenda do rei para os holocaustos, para os holocaustos da manhã e da tarde, e para os holocaustos dos sábados, e das luas novas, e das solenidades, como está escrito na lei do Senhor”. O significado dos períodos: “da manhã e da tarde” (cada dia), “nos sábados” (cada semana), “nas luas novas” (cada mês) e “das solenidades” (cada ano).

6º Exemplo:

– Em Ezequiel 45.17, lemos: “E estarão a cargo do príncipe os holocaustos, e as ofertas de manjares, e as libações nas festas e nas luas novas, e nos sábados, em todas as solenidades da casa de Israel”. Significado dos períodos: “nas festas” (cada ano), “nas luas novas” (cada mês) e “nos sábados” (cada semana).

7º Exemplo:

– Em Oséias 2.11 está escrito: “E farei cessar todo o seu gozo, a suas festas, as suas luas novas, e os seus sábados, e todas as suas festividades. E, finalmente, temos Cl 2.16-17: “Portanto, ninguém vos julgue pelo comer, ou pelo beber, ou por causa dos dias de festa, ou da luz nova, ou dos sábados, que são sombras das coisas futuras, mas o corpo é de Cristo”. O significado dos períodos desses dois textos é o mesmo dos anteriores.

C- As palavras sábado, sábados e dia de sábado (no singular ou no plural) ocorrem sessenta vezes no Novo Testamento. Mas os adventistas do sétimo dia reconhecem que apenas 59 dos casos se referem ao sábado semanal. Negam justamente o texto de Cl 2.16. Dizem eles: “Os termos sábado, sábados e dia de sábado ocorrem sessenta vezes no Novo Testamento e em cada caso, exceto um, refere-se ao sétimo dia. Colossenses 2.16,17 faz referência aos sábados anuais relacionados com as três festas anuais observadas por Israel antes do primeiro advento de Cristo” (Estudos bíblicos, p. 378, CPB).

Se perguntarmos aos adventistas qual o sentido da palavra sábados em qualquer passagem do Novo Testamento em que ela aparece, a resposta será sempre a mesma: sábado semanal. A única exceção é Colossenses 2.16. Por quê? Porque teriam de reconhecer a procedência da nossa declaração de que, segundo essa referência bíblica, o sábado semanal deixou de ser uma obrigação para os cristãos.

Repetindo: se dermos à palavra sábados, em Cl 2.16, o sentido semanal teremos em favor da nossa interpretação 59 referências reconhecidas por eles. Mas, ao darem à palavra sábados, em Cl 2.16, o sentido de sábados anuais ou cerimoniais, eles não têm nenhuma referência que apoie sua interpretação. Por isso argumentam dessa forma. Caso contrário, teriam de reconhecer que o sábado foi abolido na cruz: “Porque o fim da lei é Cristo para justiça de todo aquele que crê” (Rm 10.4).

“Meus sábados e seus sábados”

Os adventistas do sétimo dia dizem que a expressão meus sábados indica a distinção entre os sábados semanais e os sábados cerimoniais. Mas isso não é bíblico. As duas expressões são utilizadas para indicar os mesmos sábados - os semanais. São de Deus - meus sábados - porque foram dados por Ele. E são dos judeus - seus sábados - porque foram dados para eles.


Vejamos a aplicação dos pronomes meus e seus na Bíblia:

A - O Templo - Is 56.7 comparado com Mt 23.38 (minha casa, vossa casa);

B - O mesmo Deus indicado por meu Deus e vosso Deus - Jo 20.17

C - Os mesmos sacrifícios e holocaustos são chamados de meus e vossos em Nm 28.2. Comparar com Dt 12.6.

Resposta às outras citações bíblicas

Pastor COSTA JÚNIOR – Pastor, qual é o fundamento bíblico, que nós temos, para o verdadeiro dia de guarda? Qual o verdadeiro dia de repouso?

Pastor BULLÓN – Teríamos de ir, para esta resposta, ao início da criação deste mundo. No capítulo 2 do livro de Gênesis, versículos de 1 a 3, diz assim: “Assim, pois, foram acabados os céus e a terra e todo o seu exército. E, havendo Deus terminado no dia sétimo a sua obra, que tinha feito. E abençoou Deus o dia sétimo e o santificou; porque nele descansou de toda a obra que, como Criador, fizera”.

Se o sábado semanal deve ser o dia de repouso, por que então Deus trabalhou nele? O texto é claro: “E, havendo Deus terminado no dia sétimo a sua obra, que tinha feito”. Deus não terminou sua obra da criação no sexto dia e descansou no sétimo. Ele trabalhou no sétimo dia, e descansou no mesmo dia em que concluiu a obra da criação.

Ora, se se invoca o descanso de Deus para impingir-se a guarda desse dia como sendo o dia de repouso, como admitir que Deus trabalhou justamente nesse dia? E se Ele trabalhou para concluir a obra da criação, então não é pecado trabalhar nesse dia seguindo o exemplo de Deus! O senhor Bullón declara: “Você sabe que Deus não se cansa, nem se fadiga. Portanto, se Ele descansou no sábado não era porque estava cansado”. Seguindo esse raciocínio de Bullón, o registro bíblico merece correção, porque está declarando algo que não é verdade.

Devemos ver uma coisa, se o senhor Bullón queria apenas indicar com isso que o sétimo dia deveria ser de descanso universal, surge então uma pergunta: “Todos os homens da terra têm o dia sétimo, ao mesmo tempo, como dia de repouso, inclusive o próprio Deus? Diz a Bíblia que o sábado deveria ser guardado a partir do pôr-do-sol de sexta-feira até o pôr-do-sol do sábado (Lv 23.32). Logo, os habitantes da terra teriam de guardar o mesmo período. Mas, quando são 6 horas da manhã de sábado aqui no Brasil, no Japão são 6 horas da tarde. E isto significa que, quando os guardadores do sábado aqui se levantam para guardá-lo, os seus irmãos japoneses o acabaram de guardar. E quando os brasileiros começarem a guardar o sábado, seus irmãos na Califórnia, USA, trabalharão ainda durante cinco horas antes de começarem a guardá-lo. Qual dos grupos de guardadores do sábado estarão realmente observando o período de tempo que Deus descansou ao concluir a obra da criação?

Os adventistas guardam realmente o sábado?

Dentro das exigências da lei estava a proibição de acender fogo no dia de sábado: “Não acendereis fogo em nenhuma das vossas moradas no dia do sábado” (Êx 35.3). Isso significa que é proibido acender qualquer tipo de fogo, seja um fósforo ou um fogão a gás. Implica também na proibição de andar de carro movido a combustão. Os judeus radicados no Brasil, notadamente os de São Paulo, onde se localiza a maioria deles, vão à sinagoga a pé no dia de sábado, e não de carro, respeitando as observâncias com relação a esse dia.

Caro leitor, pergunte ao primeiro adventista que lhe falar sobre a obrigatoriedade da guarda do sábado se ele acende fogo nesse dia? Observe como ele titubeia e não sabe como responder! Falta-lhe coragem para admitir que sim. Paulo declarou: “Todos aqueles, pois, que são das obras da lei estão debaixo da maldição; porque está escrito: Maldito todo aquele que não permanecer em todas as coisas que estão escritas no livro da lei, para fazê-las. E é evidente que pela lei ninguém será justificado diante de Deus, porque o justo viverá da fé” (Gl 3.10-11). Assim, os adventistas estão sob a maldição da própria lei que pretendem guardar. Pior, agem como os fariseus, que punham fardos pesados sobre os ombros do povo e eles mesmos não tocavam nem com a mão. Mas Jesus os denunciou: “Pois atam fardos pesados e difíceis de suportar, e os põem aos ombros dos homens; eles, porém, nem com o dedo querem movê-los” (Mt 23.4). O mesmo disse Pedro: “Agora, pois, por que tentais a Deus, pondo sobre a cerviz dos discípulos um jugo quem nem nossos pais nem nós pudemos suportar? Mas cremos que seremos salvos pela graça do Senhor Jesus Cristo, como eles também” (At 15.10,11). E Paulo reitera a impossibilidade da guarda da lei, que não era completa apenas com os dez mandamentos.

O que abrangia o livro da lei? Nada menos do que 613 mandamentos, mas os adventistas resolveram criar apenas duas leis. Uma delas denominaram como Lei Moral, os dez mandamentos, e o restante como Lei de Moisés, cancelada na cruz. Fácil, não? Baseados em quê fizeram essa distinção de leis? Tem apoio bíblico? Onde aparecem na Bíblia expressões como Lei Moral e Lei Cerimonial? Por isso confessam: “Seria útil classificarmos as leis do Velho Testamento em várias categorias: 1. Lei moral; 2. Lei Cerimonial; 3. Lei Civil, 4. Estatutos e Juízos; 5. Leis de saúde. Esta classificação é, em parte, artificial” (Lições da Escola Sabatina, Lição n. 2, p. 18, de 8-1-1980).

Pastor BULLÓN – Então, como eu posso saber, pela Bíblia, que depois da morte de Cristo, os seus discípulos ainda continuaram guardando o sábado? Muito simples: em S. Lucas, capítulo 23, a partir do versículo 50, está relatado como José de Arimatéia foi reclamar o corpo de Cristo. Cristo já estava morto. Dentre as pessoas havia algumas mulheres. “Era o dia da preparação, e começava o sábado. As mulheres que tinham vindo da Galiléia com Jesus, seguindo, viram o túmulo e como o corpo fora ali depositado. Então, se retiraram para preparar aromas e bálsamos. E, no sábado, descansaram, segundo o mandamentos” (Lc 23.54-56). Ou seja, Jesus já havia morrido, e no sábado, o primeiro sábado após a morte de Cristo, as mulheres ainda continuaram guardando o mandamento do sábado.

Ora, se os próprios sabatistas reconhecem que o nosso argumento para a guarda do primeiro dia da semana, como dia do Senhor (Ap 1.10), é decorrente da ressurreição de Jesus, ocorrida no primeiro dia da semana (Lc 24.1-3), e o texto de Lc 23.54-55 se refere ao descanso das mulheres no sábado antes da ressurreição, que valor tem o exemplo dessas piedosas mulheres judias para nós, cristãos?

Pastor BULLÓN – A Bíblia está cheia de referências de que Jesus guardou o sábado quando viveu nesta terra. E quem quer ser cristão, quer seguir a Jesus. Porque cristão é aquele que faz o que Jesus fez.

Jesus guardou o sábado porque era judeu e nasceu sob a lei (Gl 4.4), portanto obedeceu todas as leis do Antigo Concerto. Como exemplo de cidadão judeu, Ele foi circuncidado, ordenou a entrega de oferendas ao sacerdote pela purificação, guardou a festa da Páscoa, etc (Lc 2.21-24; 5.12-14; Mt 26.18,19). Mas, quando morreu, Ele inaugurou uma nova aliança e revogou a velha (Jo 19.30; Mt 27.51). “Mas, antes que a fé viesse estávamos guardados debaixo da lei, e encerrados para aquela fé que se havia de manifestar. De maneira que a lei nos serviu de aio, para nos conduzir a Cristo, para que pela fé fôssemos justificados. Mas, depois que veio a fé, já não estamos debaixo do aio” (Gl 3. 23-25).

Se o fato de Jesus ter guardado a Páscoa não prova que também devemos guardá-la, ou se o fato de Ele ter-se circuncidado não recomenda que também devemos nos circuncidar, do mesmo modo não devemos também guardar o sábado por que Ele o guardou.

A natureza dos mandamentos de Jesus

A que Jesus se referia quando falava de seus mandamentos? Os adventistas associam a palavra ‘mandamentos’ no Novo Testamento aos dez mandamentos. Mas esse modo de pensar não é correto. Jesus foi bem específico quando falou de seus mandamentos.

Vejamos a que Jesus se referia quando falava de mandamentos:

- “Um novo mandamento vos dou: que vos ameis uns aos outros; como eu vos amei a vós, que também vós uns aos outros vos ameis” (Jo 13.34);

- “O meu mandamento é este: que vos ameis uns aos outros, assim como eu vos amei” ( Jo 15.12);

- “O seu mandamento é este: que creiamos no nome de seu Filho Jesus Cristo, e nos amemos uns aos outros, segundo seu mandamento” (1Jo 3.23);

- “E dele temos este mandamento: que quem ama a Deus, ame também seu irmão” (1Jo 4.21);

- “E agora, senhora, rogo-te, não como escrevendo-te um novo mandamento, mas aquele mesmo que desde o princípio tivemos: que nos amemos uns aos outros” (2Jo 5).

O leitor pode perceber que em nenhum dos textos acima se fala na guarda do sábado.

O Novo Testamento não repete os dez mandamentos

Não há dúvida de que o Novo Testamento cita mandamentos do Velho Testamento. Fala de toda a Lei de Moisés, mas não repete o quarto mandamento em nenhum lugar. Façamos uma comparação dos dez mandamentos dentro do Novo Testamento:

VELHO TESTAMENTO

1º mandamento - Êx 20.2,3
2º mandamento - Êx 20.4-6
3º mandamento - Êx 20.7
4º mandamento - Êx 20.8-11
5º mandamento - Êx 20.12
6º mandamento - Êx 20.13
7º mandamento - Êx 20.14
8º mandamento - Êx 20.15
9º mandamento - Êx 20.16
10º mandamento - Êx 20.17

NOVO TESTAMENTO

1º At 14.15
2º 1Jo 5.21
3º Tg 5.12
4º Não existe
5º Ef 6.1-3
6º Rm 13.9
7º 1Co 6.9,10
8º Ef 4.28
9º Cl 3.9
10º Ef 5.3



Pastor BULLÓN – Mesmo São Paulo, que não foi discípulo de Jesus, pois São Paulo se converteu depois, ou seja, já se havia passado anos e São Paulo disse que quando chegou a Corinto foi, aos sábados, à sinagoga: “E todos os sábados discorria na sinagoga, persuadindo tanto judeus como gregos... O texto bíblico diz: “Todos os sábados discorria na sinagoga, persuadindo tanto judeus como gregos”. (A citação correta é Atos 18.4, e não Lucas 18.4, como indicado no livrete). E os gregos não guardavam o sábado, portanto Paulo não ia por causa dos judeus, ele ia porque reconhecia que o sábado era o dia do Senhor.

O sábado era o dia quando pessoas se juntavam na sinagoga para adoração dentro do culto judaico. A maioria dos participantes era judeu. Os gregos compareciam em menor número. Paulo aproveitou essas oportunidades para ensinar que Jesus era o Cristo prometido nas Escrituras do Velho Testamento, procurando ganhar aquelas pessoas para Jesus Cristo. E fez de tudo para conseguir seu objetivo: “Fiz-me como judeu para com os judeus, para ganhar os judeus; para os que estão debaixo da lei, como se estivesse debaixo da lei, para ganhar os que estão debaixo da lei. Para os que estão sem lei, como se estivesse sem lei (Não estando sem lei para com Deus, mas debaixo da lei de Cristo), para ganhar os que estão sem lei Fiz-me tudo para todos, para por todos os meios chegar a salvar alguns. E eu faço isto por causa do evangelho, para ser também participante dele” (1Co 9.19-23).

Foi dessa forma que circuncidou Timóteo (At 16.3) e declarou que a circuncisão nada vale (Gl 5.2; 6.15); observou o Pentecostes (At 20.16); tosquiou a cabeça (At 18.18); e fez ofertas segundo a lei (At 21.20-26). Sua explicação para a observância de todas essas práticas judaicas está no desejo que tinha de ganhar os judeus e os gregos para Cristo. Será que os adventistas circuncidam pessoas como Paulo o fazia? Observam o Pentecostes? Tosquiam suas cabeças? Fazem ofertas segundo a lei? Que parcialidade dos adventistas: só se lembram do sábado! É muito sectarismo da parte deles!

Outra declaração absurda é a que diz que Paulo “não ia por causa dos judeus, ele ia porque reconhecia que o sábado era o dia do Senhor”. Interessante! Paulo escreveu treze cartas, e se considerarmos Hebreus como sendo de sua autoria, teremos quatorze. Será que Paulo se esqueceu de dizer isso em suas epístolas: que o sábado era o dia do Senhor? Quanto à observância do sábado, Paulo declarou: “Guardais dias (sábados) e meses, (luas novas), e tempos, e anos (festas anuais). Receio de vós que não haja trabalho em vão para convosco” (Gl 4.10-11). A preocupação de Paulo era com o fato de os gálatas estarem se voltando para o judaísmo.

Pastor COSTA JÚNIOR – Existe um fundamento bíblico para nós guardarmos outro dia que não o sábado, seja qual for a razão?

Pastor BULLÓN –Existe aqui uma declaração, que eu vou ler, no livro de Hebreus, capítulo 4, versículos 4,5 e 9, que diz assim: “Porque, em certo lugar, assim disse, no tocante ao sétimo dia: E descansou Deus, no sétimo dia, de todas as obras que fizera. E novamente, no mesmo lugar: Não entrarão no meu descanso... Portanto, resta um repouso para o povo de Deus”. Isto quer dizer que, para a Igreja de Deus dos nossos dias, continua um dia de repouso (p. 7).

É evidente que o repouso de que se trata aqui nada tem a ver com o repouso do sétimo dia indicado no quarto mandamento, senão o repouso de uma de fé em Deus. A idéia central do texto é:

A - Deus repousou depois de haver criado o mundo;

B - Os profetas falaram de antemão de um outro dia (Sl118.24), em vez do sétimo, para comemorar o repouso maior que se seguiria a uma obra maior do que a criação;

C - A este repouso maior, Josué nunca pode guiar o seu povo;

D - Jesus, havendo terminado sua obra de redenção na cruz (Jo 19.30), repousou Ele mesmo no primeiro dia da semana (Mc 16.9), como Deus havia repousado da sua;

E - Na cruz foi abolido o sábado (Os 2.11 comparado com Cl 2.14-17);

F - Portanto, em comemoração ao glorioso repouso que se seguiu a uma obra maior de redenção, resta guardar um descanso para o povo de Deus. Esse descanso encontramos em Jesus (Mt 11.28-30);

G - Foi necessário esse argumento para mostrar ao judeu, que se gloriava no seu sábado, que o cristão tem um descanso melhor e superior ao sábado (Ap 1.10, Sl 118.22-24).

Pastor BULLÓN – Porém, na História, descobrimos que houve um imperador romano, chamado Constantino, que no ano 331 DC definitivamente tornou-se cristão, mas com uma condição: “Ele disse: eu vou me tornar cristão, mas junto comigo, eu quero trazer muitas coisas nas quais acredito. E ele guardava o domingo e, oficialmente, a partir do ano 331 passou-se a guardar o domingo como dia santo. Mas, este é um legado que vem do paganismo, de Constantino (p. 10).

Se tal absurdo fosse escrito por um adventista leigo, não teríamos dificuldades em entender a sua falta de conhecimento histórico relativo ao imperador Constantino. Mas não dá para entender uma pessoa que se intitula escritor e líder de uma igreja que se vangloria de conhecer a Bíblia jogar, através de um curso bíblico, esse absurdo na mente do povo, mediante emissoras de rádio e TV, e ainda se dá ao luxo de publicá-la em livrete e espalhá-la por todo o Brasil. Essa é uma atitude suspeita e vergonhosa. Quando foi que o imperador Constantino condicionou sua adesão ao cristianismo à exigência de trazer para o “arraial cristão” aquilo que pertencia ao paganismo? Em que parte da história isso é mencionado? Se o paganismo já guardava o domingo - como afirma o pastor Bullón - por que então o decreto de Constantino em 331 DC feito nesse sentido?

Os adventistas raciocinam do mesmo modo que as testemunhas de Jeová fazem em relação à deidade absoluta de Jesus. As testemunhas de Jeová ensinam, em seus livros, que a Doutrina da Trindade foi firmada no Concílio de Nicéia, em 325 DC, presidido por Constantino. Se o senhor Bullón admite que a instituição do primeiro dia da semana como dia do Senhor em memória da ressurreição de Cristo é de origem pagã porque Constantino decretou esse dia de guarda ao se tornar cristão, os adventistas deveriam, na verdade, ser chamados de pagãos por adotarem a doutrina da Trindade em cujo Concílio foi instituída essa doutrina? Os adventistas concordam com as testemunhas de Jeová que nos acusam de paganismo por crermos na deidade de Jesus e na doutrina da Trindade?

A instituição do primeiro dia da semana como dia do senhor

No Salmo 118:22-24, lemos: “A pedra que os edificadores rejeitaram tornou-se cabeça de esquina. Da parte do Senhor se fez isto: maravilhoso é aos nossos olhos. Este é o dia que fez o Senhor; regozijemo-nos, e alegremo-nos nele”. Essa passagem foi aplicada por Jesus a si mesmo em Mt 21.42: “Disse-lhes Jesus: Nunca lestes nas Escrituras: A pedra, que os edificadores rejeitaram, essa foi posta por cabeça do ângulo; pelo Senhor foi feito isto, e é maravilhoso aos nossos olhos?”.

Não é algo difícil darmos a interpretação correta dessa referência bíblica. A pedra rejeitada é Jesus Cristo (At 4.11,12). Ele iniciou seu ministério reivindicando ser Filho de Deus, igual a Deus (Jo 10.30-33). E, ao ser acusado de quebrar o sábado (Jo 5.16-18), foi rejeitado e crucificado (Jo 19.1-7). Isto se deu numa sexta-feira (Mc 15.42-47). Mas a morte não pôde retê-lo e, ao terceiro dia, ressurgiu dentre os mortos. Esse fato aconteceu no primeiro dia da semana: “E Jesus, tendo ressuscitado na manhã do primeiro dia da semana, apareceu primeiramente a Maria Madalena, da qual tinha expulsado sete demônios” (Mc 16.9). Outras referências são: Jo 20.1,19,20; Mt 28.18.

Diz a Bíblia sobre o dia da ressurreição de Jesus: “Este é o dia que fez o Senhor; regozijemo-nos e alegremo-nos nele”. Ao levantar seu Filho dentre os mortos, fez Deus essa coisa maravilhosa. E essa “coisa maravilhosa” se deu no primeiro dia da semana.

A expressão ‘dia do senhor’ de Apocalipse 1.10

O significado da expressão ‘dia do Senhor’ de Ap 1.10 é encontrada em algumas traduções da Bíblia, como segue:

“Eu fui arrebatado em espírito num dia de domingo...” (Tradução de Antônio Pereira de Figueiredo)

“Num domingo, caindo em êxtase, ouvi atrás de mim uma voz...” (Edições Paulinas)

“Um dia de domingo, fui arrebatado em espírito” (tradução de Mattos Soares)

“No dia do Senhor: no domingo” (anotação no rodapé da TLH)


Dizem os líderes da Igreja Adventista do Sétimo Dia, o Remanescente, no seu livro “Sonhos e visões de Jeanine Sautron”, pp. 384/85, que “Samuel Bacchiocchi (líder adventista) realiza seminários no ‘Dia do Senhor” referindo-se ao Domingo. Em seu livro FROM SABBATH TO SUNDAY (Do Sábado Para o Domingo) o ‘dia do Senhor’ é mencionado como sendo o domingo 51 vezes somente nas primeiras 160 páginas do livro.

Provas adicionais dos pais da igreja

“Aqueles que estavam presos às velhas coisas vieram a uma novidade de confiança, não mais guardando o sábado, porém vivendo de acordo com o ‘dia do Senhor’”. (Inácio, 100 A D).

“No dia chamado domingo há uma reunião num certo lugar de todos os que habitam nas cidades ou nos campos, e as memórias dos apóstolos e os escritos dos profetas são lidos” (Justino Mártir 140 A D.).

“Nós guardamos o dia oitavo com alegria, no qual também ressurgiu dos mortos e tendo aparecido ascendeu ao céu” (Barnabé, 120 A D).

“Num dia, o primeiro da semana, nós nos reunimos” (Bardesanes, 180 A D.).

Como vemos pelos testemunhos dos pais da igreja primitiva e diferentemente do que afirma o pastor Bullón (p. 9), a igreja cristã não guardava o sábado, mas o dia glorioso da ressurreição de Jesus.

É como disse o próprio Bullón: Eu acredito que muitos cristãos sinceros acreditam que porque Jesus ressuscitou no domingo, eles têm de guardar o domingo. É uma maneira bonita de homenagear a ressurreição de Cristo, e eu também fico feliz porque Jesus ressuscitou num domingo, mas já pensou se Jesus tivesse morrido e nunca tivesse ressuscitado, o que seria da cristandade? (p. 8)

Exatamente isso, pastor Bullón! O que seria da cristandade se Jesus não tivesse ressuscitado? Paulo responde a essa pergunta dizendo simplesmente que não haveria cristianismo: “E, se Cristo não ressuscitou, logo é vã a vossa fé,... E, se Cristo não ressuscitou, é vã a vossa fé, e ainda permaneceis nos vossos pecados” (1Co 15.14,17). Está aí a importância da ressurreição e devemos então ter presente que os dias são iguais entre si e existem dias mais importantes uns dos que outros, por causa dos fatos que eles registram. Para um cristão é mais importante o dia em que Deus terminou a criação do mundo ou o dia da ressurreição gloriosa de Jesus? A resposta só pode ser uma para um cristão genuíno: o dia da ressurreição de Jesus. Quanto a esse dia, diz o salmista: “Este é o dia que fez o Senhor; regozijemo-nos e alegremo-nos nele”.

Pastor COSTA JÚNIOR – Em primeiro lugar, eu gostaria de dizer uma coisa, que precisa ficar bem clara na nossa mente: ninguém guarda o sábado para salvar-se. Se você acha que tem de guardar o sábado para se salvar, você está perdido (p. 13)

Ou o pastor Costa está perdido ou a Sra. White. Ela declarou que a guarda do sábado é fundamental para a salvação. Textualmente ela escreveu: “Santificar o sábado ao Senhor importa em salvação eterna” (Testemunhos Seletos, vol. III, p. 22 - 2ª edição, 1956).

Um pastor que sai em público fazendo declarações sobre as crenças adventistas porventura ignora esse ensino de Ellen Gould White? Ou o conhece mas quis encobri-lo para dar a idéia que não é bem assim como os opositores declaram dos adventistas: que eles ensinam que a guarda do sábado é fundamental para a salvação?

Mais uma pergunta: “como os benefícios da morte de Cristo, segundo EGW, no livro ‘O Grande Conflito’, podem ser aplicados a nós?”. Ela declara: “...Todos os que verdadeiramente se tenham arrependido do pecado e que pela fé hajam reclamado o sangue de Cristo, como seu sacrifício expiatório, tiveram o perdão aposto ao seu nome, nos livros do Céu; tornando-se eles participantes da justiça de Cristo, e verificando-se estar o seu caráter em harmonia com a lei de Deus, seus pecados serão riscados e eles próprios havidos por dignos da vida eterna” (p. 487).

Logo, os crentes adventistas têm pecados perdoados, mas não cancelados. O cancelamento só se dará se o seu caráter estiver em harmonia com a lei de Deus, para que sejam dignos da vida eterna. Salvação por fé (Rm 5.1) ou salvação por obras? “Ora, àquele que faz qualquer obra não lhe é imputado o galardão segundo a graça, mas segundo a dívida. Mas àquele que não pratica, mas crê naquele que o justifica o ímpio, a sua fé lhe é imputada como justiça” (Rm 4.4-5).

Porventura, isso significa que alguém deve ser julgado digno da vida eterna por estar vivendo em harmonia com a lei de Deus? Ainda EGW declara: “Nunca se deve ensinar aos que aceitam o Salvador, conquanto sincera sua conversão, que digam ou sintam que estão salvos. Isto é enganoso” (Parábolas de Jesus, p. 55, citado em 95 Teses, p. 133).





   



 
 

sexta-feira, 23 de outubro de 2015

MAIS UM VEREADOR DA SEITA UNIVERSAL DO REINO DE DEUS É PRESO!



Foto: Reprodução/Facebook

O pastor da Igreja Universal do Reino de Deus e vereador de Belém Raul Batista foi preso pela Polícia Federal (PF), na manhã desta quinta-feira (22), suspeito de fazer parte do grupo que fraudava a concessão do benefício social de seguro defeso ao pescador artesanal.
Outros servidores e intermediários ligados aos órgãos públicos responsáveis por essa concessão, no estado do Pará, também são investigados pela PF  na Operação Arapaima, deflagrada hoje.  Segundo a polícia, os envolvidos ficavam com o dinheiro disponibilizado para o benefício.
No momento da prisão, foram encontrados 100 mil reais em dinheiro na casa de Batista.
O vereador prestou depoimento na sede da Polícia Federal, em Belém. Em seguida fez exame no Instituto Médico Legal para, então, ser encaminhado ao sistema penitenciário.
As investigações começaram em 29 de abril de 2014, na gestão do também pastor evangélico Eduardo Lopes. A PF cumpre hoje 17 mandados de prisão temporária e 17 mandados de busca e apreensão, em Belém, Ananindeua, Soure, Cametá, Santa Isabel e Altamira.
O delegado Gerson França informou que as investigações são da gestão de Eduardo Lopes no Ministério da Pesca (Marcelo Crivella, primo de Edr Macedo, foi ministro do Ministério de Pesca), que é do partido PRB (Partido da seita Universal do Reino de Deus), o mesmo do vereador Raul.
O inquérito policial instaurado é de abril de 2014 para apurar e identificar os membros que agiam na organização criminosa. De acordo com as investigações, as atividades ilícitas eram realizadas com a inserção de dados falsos no sistema de registro geral da pesca (RGP), possibilitando o cadastramento de pessoas que não seriam pescadores artesanais.
(DOL com informações de Emily Beckman/Diário do Pará)

Igual o Lula: "Não sei do que se trata", diz vereador preso


 
Raul Batista prestou depoimento na sede da Polícia Federal (Foto: Ney Marcondes)
O vereador de Belém e pastor da Igreja Universal do Reino de Deus, Raul Batista, negou que tenha participação nas fraudes na concessão de seguro defeso ao pescador artesanal. Ele foi preso, na manhã desta quinta-feira (22), pela Polícia Federal, que investiga mais 17 servidores e intermediários ligados aos órgãos públicos responsáveis por essa concessão, no estado do Pará.
Batista afirmou à reportagem da RBATV que os 100 mil reais encontrados na residência dele hoje são provenientes da venda de um automóvel.  "Não tenho consciência do que se trata, mas, assim que souber, vou prestar todo esclarecimento", disse.
Keimeson Nascimento, advogado de Raul Batista, está preparando a defesa do pastor. "Temos que ter acesso ao inquérito e provar que ele não tem relação com a superintendência, ou cargo relacionado a seguro defeso", afirma. 
Após prestar depoimento na sede da Polícia Federal, em Belém, Raul Batista foi encaminhado para o Centro de Recuperação Especial Coronel Anastácio das Neves, no complexo de Americano, em Santa Isabel, onde ficará preso em cela especial.
As investigações da Operação Arapaima, deflagrada hoje, começaram em 2014. O inquérito policial instaurado é de abril de 2014, para apurar e identificar os membros que agiam na organização criminosa. De acordo com as investigações, as atividades ilícitas eram realizadas com a inserção de dados falsos no sistema de registro geral da pesca (RGP), possibilitando o cadastramento de pessoas que não seriam pescadores artesanais.
Policiais devem cumprir, ao todo, 17 mandados de prisão e 17 mandados de busca e apreensão hoje em Belém, Ananindeua, Soure, Cametá, Santa Isabel e Altamira.
(DOL com informações de Marcos Aleixo/RBATV)

Afinal, o que os evangélicos querem da política?

A pesquisadora Bruna Suruagy conta o que descobriu sobre a bancada da bíblia, alvo de sua tese de doutorado
Bruna_José Cícero da Silva-3


A professora de psicologia Bruna Suruagy, da Universidade Presbiteriana Mackenzie, fez 42 entrevistas para sua tese de doutorado Religião e política: ideologia e ação da ‘Bancada Evangélica’ na Câmara Federal”. Ouviu parlamentares da bancada evangélica (de 2007 a 2011), assessores e jornalistas. Continuou acompanhando o movimento dos políticos evangélicos e o crescimento da bancada no Congresso. Em entrevista à Pública, Bruna explica como acontece a seleção dos candidatos dentro das igrejas, o esquema político das principais denominações pentecostais e o que querem os políticos evangélicos.
Leia a reportagem: Os pastores do Congresso

Como começou sua pesquisa sobre a bancada evangélica?
Meu objetivo era entender como se processava a articulação entre os discursos religiosos e políticos. Foi na legislatura de 2007 a 2011, que aconteceu logo após a CPI das Sanguessugas que apresentou alguns nomes de parlamentares evangélicos. Na ocasião, a Igreja Universal retirou a candidatura de muitos parlamentares e o início da legislatura de 2007 foi bastante tenso por conta desse processo. Teve uma redução significativa da bancada. Na época eles estavam com 45 membros.

Quando os evangélicos passaram a se organizar politicamente?
Antes da década de 1990, já existiam vários parlamentares evangélicos, mesmo antes da Constituinte – muitos protestantes históricos e alguns pentecostais, mas não existia uma organização institucional da campanha desse grupo específico. Eram evangélicos que decidiam se candidatar e eventualmente recebiam o apoio de suas igrejas. Claro que, embora independentes, havia na Câmara uma certa articulação em nome sobretudo da manutenção dos interesses e valores morais próprios desse grupo. Mas no início da década de 1990 a Universal passou a protagonizar a participação política entre os evangélicos e já começou atuando com um plano político. Ela criou uma forma de fazer política no sentido de quase atuar como partido.
Funciona assim: A cúpula da igreja, formada por um conselho de bispos da confiança de Edir Macedo, indica candidatos em um procedimento absolutamente verticalizado, sem a participação da comunidade. Os critérios para a escolha desses candidatos geralmente têm base em um certo recenseamento que se faz do número de eleitores em cada igreja ou em cada distrito. E cada templo, cada região, tem apenas dois candidatos, que seriam o candidato federal e o estadual. Ela desenvolve uma racionalidade eleitoral a partir de uma distribuição geográfica dos candidatos e a partir de uma distribuição partidária dos candidatos. Isso mudou um pouco agora porque existe um partido que é da Universal, o PRB, que fica cada vez mais forte no Congresso. Na época, havia uma distribuição por vários partidos para garantir a eleição. E são escolhidos bispos com um carisma midiático, que conduziram programas, radialistas e mesmo não bispos, mas figuras que se destacavam como comunicadores. Porque existe uma interface da mídia religiosa com a igreja e a política.
Não são parlamentares que se destacam na questão litúrgica como grandes estudiosos da Bíblia – até porque a tradição pentecostal está mais na produção de emoções e de momentos afetivos do que de fato na liturgia. Então os bispos e líderes religiosos que promovem essas catarses coletivas e demonstram esse carisma institucional são normalmente os escolhidos para candidatos. A Universal se tornou um modelo para outras igrejas porque a cada novo mandato havia um aumento significativo dos parlamentares da Universal. A Assembleia de Deus, que hoje tem a maioria dos deputados, mas que não funcionava assim, passou a ter a Universal como modelo. Não atuando da mesma forma porque o funcionamento institucional é outro. A Assembleia é uma igreja com muitas dissidências e muitas divisões internas, por isso não é possível estabelecer hierarquicamente os candidatos oficiais. As igrejas têm fortes lideranças regionais e uma fragilidade do ponto de vista nacional. A sede não tem tanta força e, por isso, eles criam prévias eleitorais. As pessoas se apresentam voluntariamente ou são levadas pela própria igreja e ainda há a ideia de que alguns são indicados por Deus porque mobilizam grandes multidões, ou contagiam, como dizia Freud, também termina sendo um critério.
ainda há a ideia de que alguns são indicados por Deus porque mobilizam grandes multidões
Então tem uma lista, depois uma pré-seleção que passa por um conselho de pastores – isso em cada ministério [a Assembleia de Deus é uma igreja com muitas ramificações]. É interessante que os que pretendem se candidatar assinam um documento se comprometendo a apoiar o candidato oficial caso ele não seja escolhido. Na Universal, como o poder é nacional, tem uma sede hierarquizada que consegue controlar a instituição, candidaturas independentes não acontecem. Até porque os parlamentares que foram eleitos com esse apoio institucional e que na segunda legislatura tentaram se candidatar de forma independente não ganharam as eleições. A vitória está totalmente atrelada à instituição. Existe uma estratégia bem construída porque eles preveem uma fidelidade de 20%, que não é alta. A Assembleia de Deus está tentando construir essa fidelidade e essa unidade política que são extremamente difíceis devido a essa fragmentação interna. E faz as prévias nacionais com a participação de pastores e obreiros, novamente sem a participação da comunidade – não é um processo transparente. No Congresso então você tem essas lideranças religiosas que demonstram uma maior habilidade na interlocução com o sujeito, um carisma que gera catarse, contágio, impacto afetivo e as lideranças que foram identificadas e constituídas pela igreja como nomes importantes para ocupar o cenário nacional.

A bancada evangélica é homogênea?
Na bancada evangélica no Congresso e também nas bancadas estaduais e municipais, você tem uma diversidade tão grande de integrantes que não dá pra pensar esse grupo como um bloco coeso, homogêneo. Muitos vêm representando a Assembleia de Deus e a Universal e algumas neopentecostais que tentam imitar essa estratégia, como, por exemplo, Sara Nossa Terra, de onde saiu o Cunha. Você tem muitos parlamentares das chamadas protestantes históricas [batistas, presbiterianas, luteranas, metodistas] que têm uma candidatura totalmente independente porque não há um plano político já estabelecido dentro das igrejas. Eles simplesmente são evangélicos, mas a trajetória política geralmente não se dá dentro da igreja e não há uma vinculação direta ao exercício da fé. Esses parlamentares gostam de dizer que separam bem a fé no âmbito privado da política na esfera pública. Mas é uma distinção contraditória porque eles tomam, sim, como referência algumas crenças e valores para orientar suas práticas parlamentares e votações como quando se discute aborto e homofobia,a por exemplo.
a Universal passou a protagonizar a participação política entre os evangélicos e já começou atuando com um plano político
Lembro que um parlamentar me disse na época em que fiz as entrevistas que não há como fazer uma separação absoluta porque um marxista, por exemplo, vai acabar se submetendo a essa orientação de consciência na hora de atuar. E que ele, como cristão, se submete a essa orientação de consciência. Mas que vota orientado pela consciência, e não por uma filiação religiosa ou institucional específica. Então, nas protestantes históricas, não há essa presença ostensiva da instituição. A pentecostal, que traz consigo a teologia da prosperidade, que tem a presença do neoliberalismo, do conservadorismo institucional e moral, já tem essa coisa de práticas políticas fisiológicas e clientelistas. É um grupo heterogêneo, mas os parlamentares pentecostais têm uma posição mais orientada pelas instituições religiosas. O mandato não é do parlamentar; é pouco do partido, é mais da instituição.
Isso já é combinado com relação aos temas que eles vão defender? “Te ponho lá mas você me garante que o aborto não sai!”
No começo, a gente tem a impressão de que a igreja interfere totalmente em tudo. Mas o Edir Macedo, por exemplo, é um líder muito complexo. Alguns parlamentares me contaram que ele determinou que eles precisavam ter uma formação política. Então eles frequentam cursos de formação política na Universidade Federal do Rio de Janeiro. Alguns outros cursos são dirigidos para bispos e parlamentares da Igreja Universal. Eles disseram isso explicando que não iam totalmente despreparados. “A gente tem uma formação, antes de vir tenta entender e conhecer.” O grande paradoxo da Universal é que no período eleitoral há uma mistura entre religião e política que é clara, não é velada. Ela se dá dentro do templo, o templo vira palco, o púlpito vira palanque político e as discussões pragmáticas sobre as eleições acontecem no púlpito. Tem toda uma pedagogia eleitoral que acontece dentro do templo. E no Parlamento eles tentam separar o discurso político do discurso religioso. Na verdade, isso começou a ser exigido pela cúpula da Universal depois de aparecerem escândalos e irregularidades envolvendo parlamentares evangélicos. Na época, quem era o grande líder político era o Bispo Rodrigues, que era o braço-direito do Edir Macedo. Depois dos escândalos do caso Waldomiro e do mensalão [que o levou à condenação a seis anos e três meses de prisão por lavagem de dinheiro], ele renunciou em 2005, perdeu o título de bispo e retiraram todas as candidaturas dos parlamentares justamente para não arranhar a imagem da igreja. Dizem que o Edir Macedo tem o privilégio de não participar desses momentos.
O templo vira palco, o púlpito vira palanque político e as discussões pragmáticas sobre as eleições acontecem no púlpito
Tem até um líder de outra igreja, o Robson Rodovalho, que é da Sara Nossa Terra, que se candidatou e se elegeu, que dizia que era muito difícil para ele como líder estar ali. Que para o Edir Macedo era muito mais fácil porque, se algum parlamentar fosse citado ou cometesse alguma irregularidade, ele simplesmente diria que não sabia de nada. No caso dele, a igreja correria o risco de se enfraquecer. O que me chamou atenção quando fiz as entrevistas foi que nenhum tinha mais o título de bispo. Com os outros, eu começava sem perguntar nada sobre a religião, e eles mesmos em algum momento entravam nessa parte da fé. Já os parlamentares da Universal não falavam de Deus, era um discurso totalmente parlamentar. Não mais progressista, mas eles queriam separar os processos. E, segundo um deles, o próprio Edir Macedo orienta os parlamentares a seguir as orientações do partido nas votações exatamente para que eles não tenham divergências e eventualmente percam as verbas públicas destinadas às emendas parlamentares.

Então qual é o grande interesse da Universal?
Quando as temáticas são institucionais, relacionadas a isenção fiscal, alvará de funcionamentos das igrejas, doações de terrenos, distribuição de concessão de rádios e TV, a transformação de eventos evangélicos em eventos culturais pra receber financiamento da Lei Rouanet, questões relacionadas à lei do silêncio. Aí eles atuam de forma articulada, como um bloco, convergem em nome desses interesses, como em relação a questões morais. Com algumas diferenças, mas muitas aproximações. Alguns cargos dos gabinetes têm que ficar à disposição da igreja, que indica quem vai ocupar. É uma igreja pragmática, tem muito mais interesses institucionais do que morais. Se for analisar do ponto de vista moral, é muito mais flexível e aberta do que igrejas como a Assembleia de Deus. Essa, sim, tem um discurso de natureza moral além do institucional, de manutenção da ordem. Quando há convergência nesses temas institucionais e morais, a bancada se articula. É importante salientar que poucas vezes você verifica a articulação desse bloco de forma totalmente coesa. Eles excluem a política nessa discussão de pauta dos parlamentares evangélicos para criar uma falsa aparência de unidade. Muitas vezes a imprensa anuncia a bancada evangélica como um ser único, e para a bancada é muito interessante aparecer assim como um corpo único, um bloco suprapartidário…

E dizer “a bancada” convenientemente não dá nomes, né?
Exatamente, uma entidade com um poder e as divisões não aparecem. Mas no discurso desses parlamentares que estão à frente e que normalmente são os das igrejas pentecostais apresentam a bancada dessa forma. “A bancada decidiu”.

Eles se reúnem?
A mídia faz parecer que sim, mas não. Porque eles estão filiados a partidos e a movimentação na Câmara se dá por partidos. Eles ficam muito indignados com a falta de poder que têm, porque têm poder na igreja, mas a divisão por partido privilegia o alto clero. Você tem alguns líderes partidários que definem as orientações e eles tem que seguir ou são punidos de alguma forma, principalmente não tendo as verbas públicas para realização das emendas parlamentares. “Estou aqui mas não tenho muito poder de decisão, tenho sempre que obedecer partido, não tenho autonomia” eram reclamações constantes. Estou falando principalmente desse grupo pentecostal, que é o mais barulhento e que fala pela bancada, principalmente os assembleianos [da Assembleia de Deus]. Eles têm o Feliciano, o Cunha, o João Campos, que é o líder da Frente. Engraçado que na época em que eu fiz a pesquisa o Eduardo Cunha era superinexpressivo como integrante da bancada evangélica. Mas eles se reúnem muito pouco, às vezes no dia do culto, quarta de manhã, fazem o ritual religioso e têm alguma discussão sobre projetos de lei e discussão de pauta.
O interessante é a atuação dos assessores. Eles acompanham os projetos diariamente, em uma tentativa de mapeamento dos projetos em tramitação e seleção dos mais importantes, projetos “anticristãos”. Você também tem uma distribuição dos parlamentares pelas comissões que eles consideram mais importantes como a de Seguridade Social, de Direitos Humanos, de Constituição Justiça e Cidadania. Aí eles vão tentando barrar a tramitação dos projetos. Alguns mais ativos tentam conseguir posto de presidente ou relator. Você tem uma estratégia bem elaborada, mas não conta com uma participação tão ativa quanto parece. É uma bancada barulhenta, intempestiva, aguerrida, beligerante, e esse barulho cria a impressão de volume, de quantidade de poder, de coesão. Acho que também é uma estratégia de parecer maior do que é pelo grito. Que é o que acontece nas próprias igrejas. As igrejas têm esse discurso de guerra, de combate. O exército da Universal que deixou todo mundo perplexo, mas isso sempre aconteceu, é o discurso de todas as igrejas. A convocação nas igrejas tem todo esse ritual bélico mesmo. E o soldado é aquele que está ali para obedecer e para combater. A bancada usa isso também. Você valoriza o tamanho do adversário para convocar os integrantes. Mas eu ouvi muitos relatos de parlamentares que estavam acompanhando votações e que tinham poucos para impedir a continuação da votação. Aí o assessor ligava para a lista da FPE: “Esse é pró-vida, vou chamar”. Aí liga: “Deputado, vem aqui, pede vista”. Eles têm uma assessoria que conhece os procedimentos regimentais e que orienta os parlamentares que muitas vezes não sabem nem o que está acontecendo ali. Tem uma disponibilidade em participar quando convocados e uma entrega total de alguns pela causa.
É uma bancada barulhenta, intempestiva, aguerrida, beligerante, e esse barulho cria a impressão de volume, de quantidade de poder, de coesão
Qual é a missão da bancada evangélica nesse sentido? Ao meu ver, é de preservação, não de criação. Eles não querem criar projetos, querem manter tudo intacto. É uma atuação ideológica, se posicionar contra projetos inovadores, transformadores. Agora que houve algumas críticas, eles estão tentando elaborar projetos mais numa perspectiva de manutenção de uma ordem do que de transformação. É uma ação mais combativa, defender uma ordem social hegemônica. Os projetos que estão surgindo são pra fazer frente a projetos que estão em andamento, por exemplo, com relação a projetos do grupo LGBT. Criminalização da homofobia – criminalização da heterofobia. São projetos estapafúrdios. Aborto, drogas, criminalização da homofobia, casamento entre pessoas do mesmo sexo, são contra a discussão de gênero, a favor do ensino religioso, contra todos os projetos pedagógicos e educativos que combatem qualquer tipo de discriminação de gênero, sexual…

Você acha que é uma causa legítima? Eles acreditam mesmo nisso?
Antes do Eduardo Cunha, eles estavam caminhando para um discurso mais coerente com aquele espaço. No fim de 1980, os discursos condenavam o aborto e justificavam trazendo passagens bíblicas, dizendo que Deus não permite. Depois a bancada amadureceu um pouco nesse sentido, entendeu que não dava pra usar esse discurso porque não tinha coerência e começaram a argumentar de forma mais legislativa, aderir a um discurso que tinha mais ressonância naquele contexto. Toda moral é um sistema de controle. A sexualidade é um tema central na igreja com um discurso muito forte constante porque a sexualidade de alguma forma expressa liberdade. Então, você tem um sistema normativo de controle. É genuíno no sentido de que eles acreditam nessas coisas, mas virou, sim, um jogo de poder com os movimentos LGBT, por exemplo. O aborto é um tema controverso. Alguns acham que o aborto deveria ser crime hediondo, que é um assassinato. Mas outros, como os da Universal, acham que o aborto é uma possibilidade. É uma defesa genuína de posições morais que eles querem transferir para a realidade social. É legítimo que um grupo pense assim. O que não é legítimo é trazer esse discurso para a esfera pública de um Estado laico.

quarta-feira, 7 de outubro de 2015

DESTRUINDO TODAS AS MENTIRAS DA SEITA ADVENTISTA DO SÉTIMO DIA!

Cuidado! IASD: Igreja Cristã ou Seita? 

FONTE:  http://adventismonamiradaverdade.blogspot.com.br/2012/02/cuidado-iasd-igreja-crista-ou-seita.html

MAIS REFERÊNCIAS: 

 http://ekklesia.com.br/gcards/admin/arquivos/adventistasdosetimodia-516866b0b85bb.pdf

  http://emdefesadasadoutrina.blogspot.com.br/2011/08/igreja-adventista-do-setimo-dia-e-uma.html

Igreja Adventista do Sétimo Dia: Igreja Cristã ou Seita?

A VERDADE SOBRE O ADVENTISMO

"Fiz-me acaso vosso inimigo, dizendo a verdade?" Gálatas 4:16

"Estas coisas vos escrevi acerca dos que vos enganam." 1 João 2:26

Nossa esperança é que os artigos abaixo o motivem a fazer seu próprio estudo diligente das Escrituras, para que possa tirar suas próprias conclusões sobre a enorme diferença entre o Adventismo e o simples Evangelho da Nova Aliança da Graça de Deus em Cristo Jesus.

“Se a doutrina de 1844 não era bíblica, Ellen White pertencia à mesma classe de Marv Baker Eddv e Joseph Smith.” … “Se o juízo de 1844 não era bíblico, a igreja tampouco o era. ‘… “A lógica me dizia que se a data de 1844 não fosse bíblica, o adventismo não seria nada mais do que uma seita. (1844 — Uma Explicação Simples das Principais Profecias de Daniel, p. 9,10,2’ edição – 1999 – CASA).

A Verdade sobre a "verdade" Adventista


  • Não se ofenda, mas você já notou que a Igreja Católica Romana, os Mórmons, as Testemunhas de Jeová e os Adventistas do Sétimo Dia, todos eles ensinam que são a única igreja verdadeira? 

  • Você já notou que todas elas possuem uma autoridade extra bíblica (Papa, Profeta Joseph Smith, Sociedade Torre de Vigia e a Profeta Ellen White)?

  • Que todos eles ensinam a seus membros que eles vão perder a sua salvação se deixarem a igreja? (Ellen White ameaçou seus seguidores com declarações de que eles acabariam rejeitando a própria Bíblia se eles rejeitassem os seus escritos.)

CUIDADO!

Um sistema de crenças altamente desenvolvido e bem organizado pode muitas vezes torna-se uma perigosa blindagem, podendo nos cegar, ao ponto de impedir-nos de chegar ao pleno conhecimento da Verdade.

Existem muitas passagens na Escrituras advertindo-nos sobre a importância de se conhecer não apenas o verdadeiro Evangelho, mas também o verdadeiro Cristo. Existem muitas similaridades entre o dinheiro caprichosamente falsificado e as notas genuínas.

Sabemos que as piores mentiras são aquelas que mais se aproximam da verdade, e livrar do engano os sinceramente enganados é a tarefa mais árdua da pregação da verdade. Fragmentos da verdade não tornam um Evangelho autêntico, e o mesmo ocorre com a pessoa de Nosso Senhor. Um dos métodos que dispomos para erradicação do engano é denunciar o erro e expor a verdade.

A Verdade sobre a "Verdade" Adventista por Dale Ratzlaff. Outro link aqui.

Denominação, Seita, ou Igreja Remanescente?
(Minha tristeza e decepção ao encarar os fatos sobre o Adventismo)

História Adventista
(Breve resumo da conturbada história Adventista)

Breve Introdução ao Adventismo
(Documentário contundente, chocante e revelador. Explora e compara as "crenças distintivas" ensinadas pela Igreja Adventista do Sétimo Dia com a verdade bíblica.)

Reflexões Sobre o Movimento de 1844 Fatos sobre o Milerismo - 22 de outubro de 1844 - O Grande Desapontamento. Um movimento que começou em desobediência a Palavra de Deus. "Vigiai, pois não sabeis o dia nem a hora em que o Filho do homem há de vir". Mat. 25:13

O Grande Conflito Adventista Da Controvérsia à Crise: Uma Avaliação Atualizada do Adventismo do Sétimo Dia. (ICP Americano) Adventismo Evangélico X Adventismo Tradicional. Os ASD devem continuar sendo considerados como evangélicos?

São Protestantes os Adventistas?

Adventismo: Pequeno Esboço
Você realmente acredita que a Igreja Adventista do Sétimo Dia tem lhe ensinado a verdade? Você realmente quer saber o que a Bíblia tem a dizer? Aceite o Desafio.

Um Alerta Sobre o Adventismo do Sétimo Dia 

Comparação entre a Igreja Adventista com o Cristianismo Ortodoxo.
Comparison of Seventh-day Adventism With Historic Christian Faith
(PDF Download) (Inglês)

Adventistas do Sétimo Dia são muito bons em esconder o que realmente acreditam doutrinariamente para os não-adventistas afim de que possam parecer evangélicos e praticar seu proselitismo.

Adventismo é Seita?
Veja se o Adventismo passo no teste do método dos quatro caminhos (adição, subtração, multiplicação e divisão) para identificação de uma Seita.
Caracterização das Seitas

Como identificar uma Seita?

Método dos quatro caminhos. O método mais eficiente para se identificar uma seita é conhecer esses quatro caminhos seguidos por elas.

Adição
O grupo adiciona algo à Bíblia. Sua fonte de autoridade não leva em consideração somente a Bíblia.

Subtração
O grupo tira algo da expiação ou pessoa de Jesus.

Multiplicação
Pregam a auto-salvação. Crer em Jesus é importante, mas não é tudo. A salvação é pelas obras. Às vezes, repudiam publicamente o sangue de Jesus.

Divisão
Dividem a fidelidade entre Deus e a organização. Desobedecer à organização ou à igreja equivale a desobedecer a Deus. Não existe salvação fora do seu sistema religioso da própria organização ou igreja.

Se aplicarmos esse método ao Adventismo, será que ele passa no teste?

Chamados para serem Livres Documentário inspirador sobre uma seita sabatista e legalista que abandonou seu falso profeta e abraçou o cristianismo bíblico. A nossa esperança é que um dia o mesmo venha a acontecer com o Adventismo do Sétimo Dia.

Analisando o Adventismo do Sétimo Dia Existem agora dois campos distintos no adventismo. A divisão ficou evidente no final de 1970 quando muitos pastores de renome começaram a questionar a sua profetisa, Ellen G. White. Eles começaram a questionar suas doutrinas peculiares que não podiam ser suportados integralmente pelas Escrituras. Muitos ficaram decepcionados com a revelação de seu plágio, que era muito extensa, e documentados no livro, "The White Lie" pelo ex-pastor adventista Walter Rea.

Fatos que Adventistas do Sétimo Dia não vão dizer a você

O Adventismo do Sétimo Dia é realmente Cristão? por Slattery Wallace e Carole

Adventismo do Sétimo Dia e os escritos de Ellen G. White  por J. Mark Martin

Qual é a Esperança Adventista? por Elmer Wiebe

Heresias Adventistas Refutadas

Adventistas: uma aparente descoberta Mantenedor da Fé

IASD à luz da Bíblia Mantenedor da Fé

O Adventismo do Sétimo Dia por Onezio Figueiredo

Da Controvérsia a Crise por Kenneth R. Samples Retirado do Christian Research Journal

Reflexões sobre Adventismo - Entrevista de Adventism Today a Desmond Ford:

Entrevista com Desmond Ford - Introdução

Entrevista com Desmond Ford - Parte 1

Entrevista com Desmond Ford - Parte 2 

Entrevista com Desmond Ford - Parte 3

Entrevista com Desmond Ford - Parte 4

Correntes Teológicas Adventistas por John Mann

CORRENTES TEOLÓGICAS ADVENTISTAS

Um comentário sobre a IASD por Vanetta Huzab

Denominação, Seita, ou Igreja Remanescente? (Inglês)
Estudos sobre as crenças e práticas da Igreja Adventista do Sétimo Dia. 
http://members.tripod.com/~Help_for_SDAs/AdrianBury.htm 
What Seventh-day Adventists NEED to know (Inglês) 
Veja aqui muitas coisas que os Adventistas PRECISAM saber.

Adventistas do Sétimo Dia precisam saber que sua igreja não lhe contou toda a verdade. Por favor, dê uma olhada nos livros e artigos e links aqui fornecidos. O que você ler pode incomodá-lo mas, por favor, não tenha medo da verdade. Ore para que o Espírito Santo abra seu coração e mente para o que Ele quer que você saiba.

Desmascarando o espírito sectário por Samuel Pestes

Batalhando pela fé (Adventista?) 

Você Sabia?

POR QUE SOU EVANGÉLICO E NÃO UM ADVENTISTA DO SÉTIMO DIA?

Dificuldades em Classificar a IASD (Inglês)

LAMPLIGHTER Article on Seventh-day Adventism

Cuidado com essa Seita! Alguém de dentro expondo o Adventismo do Sétimo Dia e sua Falsa Profetisa, Ellen G. White. Para ler apenas os 13 Capítulos sobre a Sra. White clique aqui.  Livro escrito pelo Dr. Gregory G. P. Hunt, M.D., B.Sc., F.R.C.P.

Os dias que cercaram 22 de outubro de 1844

Confusão Adventista

Adições as Escrituras

15 Perguntas sobre História Bíblica

Sua igreja possui um profeta?

QUAL É O VERDADEIRO CRISTO DA IGREJA CRISTÃ?

Guiados por Deus?

Seventh-day Adventism Renounced (by Elder D.M. Canright)
Ou

http://members.tripod.com/~Help_for_SDAs/SDAism-RENOUNCED-by-D-M-Canright.html
Ou
http://www.bible.ca/7-Seventh-day-Adventism-RENOUNCED-by-D-M-Canright.htm

Who Says I Can't Wear Jewelry?

Seventh-day Adventist's Amazing Facts Are Really Amazing

Artigos CACP:

Adventism 101 (for Evangelicals)
http://sabbatismos.com/adventism-101-for-evangelicals/

Land of Confusion, by Christopher A. Lee, looks at the July 3, 2010, sermon of Ted N. C. Wilson, the newly elected president of the General Conference of Seventh-day Adventists. This sermon outlines the agenda of the leader of the worldwide SDA Church and shows that conservative Adventism is alive and well, despite progressive Adventists' claims to the contrary.

Difficult Bible Texts for Seventh-day Adventists

The Adventist Hope

Great Disappointment

Millerism

The days surrounding October 22, 1844

THE GREAT HOAX

THE GOSPEL OF FEAR

Facts and False Doctrines of the Seventh Day Adventist Church

Life Assurance: Ministério de Ex-Adventistas tem causado impacto na Igreja Adventista
Former Adventist Ministries Making Impact on SDA Church
D.M. Canright Did Not Recant Before His Death "Estas coisas vos escrevi acerca dos que vos enganam." 1 João 2:26

Comentários Alarmantes pelo Presidente da IASD Jan Paulsen

Fatos que Adventistas do Sétimo Dia não dirão a você
O que está realmente por trás desses "Seminários sobre Apocalipse"?

"Open Letter to Jud Lake" by Dale Ratzlaff
http://www.ellenwhiteexposed.com/judopenletter.htm

Adventismo do Sétimo Dia: Quem está falando a verdade?

QUAL É A FONTE DE AUTORIDADE RELIGIOSA DOS ADVENTISTAS DO SÉTIMO DIA?

Doutrinas de Demônios
Deus poderia ter revelado a Paulo as doutrinas de uma igreja específica nos últimos dias?
Descobertas na Doutrina por Dennis E. Rainwater

Mensagem de Herschel Hughes

Perguntas frequentes a Sydney Cleveland

Igreja Adventista Cristã

10 Erros Fundamentais dos Adventistas Do Sétimo Dia

Seventh-Day Adventism: What? Whence Whither? por D. M. Canright

A Falsa Terminologia Cristã

O falecido Dr. Walter Martin dissecou e expôs muitas seitas religiosas e suas táticas. Ele escreveu extensivamente como seitas são muito hábeis em manipular e adaptar a terminologia cristã e usando a redefinição vantagem para o cultista da.

"O estudante de seitas, então, deve estar preparado para escalar a barreira da língua de "terminologia". Primeiro, ele deve reconhecer que ela existe, e, segundo, ele deve reconhecer o fato real de que, a menos que termos são definidos quando se quer falar ou ler teologia das seitas, a selva semântica que as seitas têm criado vão envolvê-lo, tornando difícil, se não impossível, um bom contraste entre os ensinamentos das seitas e os do cristianismo ortodoxo. . . (Não se engane, este é um conflito espiritual), o uso adequado de definições como uma ferramenta prática irá roubar do praticante da seita pelo menos duas de seus vantagens: surpresa e confusão."

Um bom exemplo é a declaração de Cristo "está consumado". Compare isso com o adventismo em que dizem que ainda deve haver um Juízo Investigativo. No adventismo o Juízo Investigativo é um julgamento cujo objetivo é determinar quais dos justos são verdadeiramente justos e, portanto, merecedores do céu. Também foi explicado que este evento foi para reivindicar Deus e seus planos antes que os outros seres não caídos no universo. É o que a doutrina Adventista ensina e seu profeta confirma ser verdade.

Outra ensino, é que Ellen escreveu claramente que como adventistas não podemos dizer com confiança que estamos salvos. Compare esta citação contraditória da profetisa do adventismo com o claro ensino do apóstolo João.

"Nunca se deve ensinar aos que aceitam o Salvador, conquanto sincera sua conversão, que digam ou sintam que estão salvos" - Parábolas de Jesus Pag, 155

"Aquele que crê no Filho tem a vida eterna, mas aquele que não crê no Filho não verá a vida, mas a ira de Deus permanece sobre ele." - João 3:36

"Estas coisas vos escrevo, a vós que credes no nome do Filho de Deus, para que saibais que tendes a vida eterna." - 1 João 5:13
Outros Artigos

German SDA Churches Collaborate with Hitler and Nazi Germany What About the Waldensians?

15 Milhões de Adventistas..., mas quem está contando?

O espírito por trás dos números The Spirit Behind the Numbers

1.5 Million Leave SDA Church in Past 5 Years

SDA Attrition Rates

Is The Clear Word the SDA Church's "Bible" of Preference?

Hebrew and Greek Expert Critiques The Clear Word

Jevsevije Kesarijski - Istorija Crkve

The Clear Word Bible: Is It Really the Word of God?

Adventist Admission About "The Clear Word Bible"

SDA DOCTRINAL STATEMENT AND COMMENTS

Seventh-Day Adventist Church: Who Are These People?

Bacchiocchi's thesis - the Gregorian Controversy

Allegations regarding Bacchiocchi's dissertation

Which chapter did Sam publish?

Bacchiocchi's current crisis

Second part of Bacchiocchi's response

If Gregorian is wrong

Latest update on Bacchiocchi

Bacchiocchi's response to the Gregorian debate

The Gregorian responds

Line upon line

Freedom to do what?
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A unique ministry

Fear

A summary of my beliefs (Bom!)

The dark room (Boa Ilustração)

Official doctrine

Why bother?

Offensive

Questions regarding Adventism

How do we read the Bible?

On what do we base our doctrines?

Ignoring Biblical evidence that doesn't fit

Staying on topic

My blogs
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Da Vinci Code - Adventist Review

Dr Frank Steyn, PhD, sociologist, and SDA pastor in the Columbia Union within the Ohio Conference

Adventist dishonesty in the way they present the Catholic faith

Wine and Adventism

Sabbatarians, Sabbatarianism

Seventh-Day Adventism

Adventists

Case study of how facts can be twisted to bear false witness

Adventist dishonesty in the way they present the Catholic faith


Some enlightening statements by Adventists - the anti-Catholic hatred is alive and well

How to study Adventism and Catholicism - SDA hypocrisy


What do I really think of Adventists? by Stephen Korsman

The Keys to Evaluating Religious Claims

Seventh-day Adventism por Field Guide

Dicionário Adventista por Field Guide

You are an Adventist? Before you signed the pledge were you told ......?

Hidden Heresies of Seventh-Day Adventists by David J. Stewart
Steve Wohlberg's Delusions by David J. Stewart
Sabbath Keepers EXPOSED! by David J. Stewart
Seventh-Day Adventist DeceptionSDA Steve Wohlberg Exposed! by David J. Stewart


Seventh-day Adventism in a Nutshell por Russell Earl Kelly, PHD

Seventh-Day Adventism Orthodox or Cult?

HERESIES EXPOSED A Brief Critical Examination in the Light of the Holy Scriptures of some of the Prevailing Heresies and False Teachings of Today Compiled by WM. C.  IRVINE

Seventh-Day Adventists By Gerald L. Caldwell

Walter Veith EXPOSED ...Seventh-Day Adventist Wolf in Sheep's Clothing! By David J. Stewart

Seventh Day Adventist Cult

WITNESSING TO 7TH DAY ADVENTIST

Seventh Day Adventist & Ellen G. White EXPOSED FREE MASON OCCULT

Seventh Day Adventist KABBALISTIC Babylonian Cult Exposed BIG TIME!

Por que Adventistas do Sétimo Dia não são evangélicos? (Inglês)

Treze! Há realmente muitos requisitos para o batismo? (Inglês)

SDA baptismal vows

Is it un-Christian to point out error?

Common misconceptions

Human reasoning vs. the Bible

Sites sobre adventistas que já passaram por perseguição:

  • Life Assurance: Ministério de Ex-Adventistas tem causado impacto na Igreja Adventista

ADVENTISTS, MILLERITES, MORMONS, AND SHAKERS by Dennis J. Fischer

PRAYING FOR UNCLE HENRY

BEYOND ADVENTISM: The "Truth" Re-examined

AN APPEAL TO FORMER ADVENTISTS

ANTINOMIANISM

Facts Seventh-day Adventists Won't Tell You

Seventh Day Adventist Lies by David J. Stewart

BEWARE of Seventh Day Adventism! By David J. Stewart

The Sad Truth About Seventh Day Adventism

Seventh-Day Adventists are NOT Christians!

Seventh-Day Adventists are Very Sneaky By David J. Stewart

The Occult Roots of Seventh-day Adventism

Seventh-day Adventist Cult Exposed By David J. Stewart

Seventh-Day Adventism is a False Religion! By David J. Stewart

SDA's Works-Based Assurance Of Salvation By David J. Stewart

Baptismal Regeneration By David J. Stewart

Do Christians Have a License to Sin? by David J. Stewart

Adventists changing the Bible?

Truth or Fable Ellen G. White and Seventh-Day Adventism Movement

Marc Rasell and Russell Kelly dialog-, Oct 2009

Marc Rasell and Russell Kelly dialog-2, Oct2009

Jesuits, Illuminati, FreeMasons

Letter to an Adventist Professor

“KNOW THYSELF!”

Either an A+ or an F: Nothing Inbetween!

Steps to Christ -v- A KJV Pocket New Testament

Letter #1 to a site visitor

Letter #2 to a site visitor

Reasoning from the Scriptures with Seventh-day Adventists

Is it that time(setting) again? Yep, been there and got the T-Shirt!

Purpose & Goals

Question - Is/are SDA a Cult?

Facts about Ellen G.White and SDA

Ellen White icon discovered!

Frequently Asked Questions

Are SDA Christians?

Why a bishop may not drink grape juice

Biblija - Jovan 2:10

1. Timotiju i savremena medicina

"Bogosluženje" prvih adventista

Beyond Adventism - The Truth Re-Examined

Is Seventh-Day Adventism a Cult?

False theories about Satan falling from Heaven

Dr. Fred Mazzaferri - 5 essays on Adventist theology:


1. Seventh-day Adventism's Dogma of an Investigative Judgement through Ellen White's eyes

2. "Signs of the Time" - How Biblical is Seventh-day Adventism's Historicist Interpretation of Jesus' Olivet Discourse?

3. The Great Controversy Between Christ and Satan: How Biblical is Ellen White's Major Integrating Theme?

4. One furnace too many: Ellen White garbles her own theology of the pre-Advent time of trouble

5. Not a single drop of martyr blood? The crisis of confidence threatening Ellen White's devotees


WITNESSING TO 7TH DAY ADVENTIST

ASK THE CHAPLAIN

"The SDA Church cannot change any of its doctrines because they have been authenticated by Ellen White. They are in a mental-lock-down and only pretend to be scholars." - Dr. Russell Kelly
"In her writings, Ellen White used sources more extensively than we have heretofore been aware of or recognized." - The late Neal C. Wilson (March 20, 1980); former president, General Conference of Seventh-day Adventists
"We don't have to be good to be saved, but we have to be saved to be good." - Desmond Ford 
"There are only two types of Adventists--the deceived and the dishonest." Dale Ratzlaff 
Ellen White cannot survive the demise of the investigative judgment. 
"If you're good--God will love you (that's heathenism)." Desmond Ford 
"Quando os cristãos vão à igreja aos domingo, estão dando testemunho da ressurreição do Senhor Jesus Cristo "
Precisamos parar de "judaizar" o Cristianismo e começar a "cristianização" do mundo.
EM ANALISE:

SAMENVATTING
Profiel van de zevende-dags adventisten

Hoofdstuk 1: Ontstaan en groei van een wereldkerk

Hoofdstuk 2: Wat geloven de zevende-dags adventisten?

Hoofdstuk 3: Gewoon anders

Hoofdstuk 4: Een geoliede organisatie

Hoofdstuk 5: Adventisten en oecumene

Hoofdstuk 6: Een kerk met toekomst?

"Kultin" määritelmä 

SIMILITUDES ENTRE AS SEITAS DESTRUTIVAS E AS "IGREJAS SECTÁRIAS"

OBSERVAÇÕES SOBRE O MOVIMENTO ADVENTISTA

Estranhos Usos e Costumes dos Pioneiros da Fé Adventista

“RESPOSTAS ENLATADAS” – UMA ANÁLISE CRÍTICA.

O ERRO PERSISTENTE DOS ADVENTISTAS

LETTER TO A SEVENTH-DAY ADVENTIST

Bondage Breaker's Ministries

Projeto "Whitecoat" (Parte II)

ADRA - Reclamações

Tribulação Adventista na Etiópia

O "Projeto Whitecoat" - Contribuição Adventista a Guerra biológica

Associação Geral da Igreja Adventista do Sétimo Dia Esconde a Verdade sobre o Projeto Whitecoat

ADVENTISTAS QUE RESISTIRAM A HITLER (1ª PARTE)


OS DOIS CREDOS ADVENTISTAS DO SÉTIMO DIA: CRISTÃO E JUDAICO

OS DOIS LOGOTIPOS DA IGREJA ADVENTISTA DO SÉTIMO DIA

SINAGOGA ADVENTISTA DO CHILE

General Laurent Nkunda - Congo

Geléia Superbom Reprovada Pela Proteste

É verdade Que Os Pastores Adventistas Que Mais Batizam Podem Obter Melhores Ganhos?

As Aparências Enganam?

Intolerância da Organização Contra Ex-Adventistas Fez 80 Vítimas em Waco

Evangélicos Ensinam Como Lidar com Adventistas do Sétimo Dia

Answers to the Bible Quiz

John Ankerberg Show: Seventh Day Adventist

Ronald L. Numbers on Ellen White and Adventism

Comparação de Votos Batismais Revela Sutilezas das Mudanças Doutrinárias da Igreja Adventista do Sétimo Dia

Reflexões Adventistas Sobre a Tragédia de Waco

Ex-Adventistas Sobreviventes de Tragédia nenhuma Texas Exigem indenização

Associação Geral da Igreja Adventista do Sétimo Dia Esconde a Verdade Sobre o Projeto "Whitecoat"

Ambiguidade Doutrinária: Credo Adventista do Sétimo Dia Para Judeus

Idolatria na Sede da Associação Geral da Igreja Adventista do Sétimo Dia

"White Coat", o Batalhão Suicida da Igreja Adventista do Sétimo Dia!

40 Perguntas para os Adventistas do Sétimo Dia

Adventistas, Ciência Cristã, Cristadelfianos, Mórmons, Testemunhas de Jeová, etc...

Igreja Adventista do Sétimo Dia Acusada em Caso de Abuso Sexual

Conheça uma Igreja Adventista do Sétimo Dia (Oficial!) NÃO Trinitariana

Diálogo com Trifão (Justino Mártir)

Project Whitecoat

COVER STORY: Operation Whitecoat

THE FRONT LINES OF BIOWARFARE

The risks of Operation Whitecoat

Behind the biowarfare 'Eight Ball'

USAMRIID Rewrites Offensive Biological Weapons History, says Operation Whitecoat is a Model for the Future

U.S. Army Project CD22 - OPERATION WHITECOAT - The Operaton Whitecoat Story: Biological Warfare & Human Subjects

The History of Bioterrorism in America

Operation Whitecoat

A Igreja Adventista do Sétimo Dia Deveria Pedir Perdão à Humanidade pelo GENOCÍDIO

Aborto e A Igreja Adventista do Sétimo Dia

Seventh-Day Adventists and Abortion

Um Livro Que Todo Adventista Deveria Ler por Nic Samojluk

Abortion: History of Adventist Guidelines

Investigation into our Adventist involvement with the Abortion Industry by Nic Samojluk

A Indústria (da Morte) Adventista do Sétimo Dia

A Conferência de Albany

Historicamente, evangélicos têm tido dificuldades em definir e classificar os ASD. Muitas doutrinas da IASD são biblicamente ortodoxas. Dentro de suas fileiras encontramos muitos cristãos verdadeiros, alguns até mesmo em posições de destaque. Em vários pontos de sua história, mais notavelmente na Conferência Geral de 1888, a IASD tem sido abalada pelo evangelho bíblico. Na década de 1970 isso se tornou muito intenso (veja: Paxton, Geoffrey, J., The Shaking of Adventism).

Infelizmente, isso produziu uma polarização. Os administradores da igreja em geral, tornaram-se mais enraizada nas posições pouco ortodoxas da IASD tradicional, enquanto alguns pastores e até mesmo congregações inteiras deixaram ou foram convidados a deixar a IASD (“From Controversy to Crisis,” CRI Journal, Vol. 11, No. 1, pp. 9–14).

Em publicações oficiais da IASD, continua a defender lendas de Ellen White, e ainda mantem a posição de que não houve diferença no grau de inspiração entre o que Ellen recebeu e o que escritores da Bíblia receberam (Review & Herald, 4 October 1928, p. 11; “Source of Final Appeal,”Adventist Review, 3 June 1971, pp. 4–6; G. A. Irwin, Mark of the Beast, p. 1; “The Inspiration and Authority of the Ellen G. White Writings,” Adventist Review, 15 July 1982, p. 3; Ministry, October 1981, p. 8; veja também, Judged by the Gospel, pp. 125–30). Em junho do ano 2000, em sua Conferência Geral, votaram de forma mais agressiva para afirmar e apoiar o "Espírito de Profecia através do ministério de Ellen White" (Adventist Today, [online: July 2000] ).

Eles também ensinam uma série de outras doutrinas claramente irreconciliáveis ​​com o evangelho bíblico (Veja algumas dessas doutrinas AQUI). Enquanto essas coisas continuarem, os evangélicos devem persistir em questionar o status da organização ASD no cristianismo, e muito mais, sua pretensão de ser a única e verdadeira, "Igreja Remanescente" de Deus no tempo do fim .

Seventh-day Adventism has probably succeeded better than any other counterfeit Christianity group at selling itself to evangelical Christians as one of their own. It has been said that they have the whitest fleece of any of the wolves out there. One reason for this is that there actually are more true Christians in this group than in other counterfeit Christian groups. Accurate articulations of the true gospel can be found in some SDA literature. Their distinctive doctrines, however, cannot be reconciled to that gospel, and indeed constitute false gospels themselves.

"E ouvi outra voz do céu, que dizia: Sai dela, povo meu, para que não sejas participante dos seus pecados, e para que não incorras nas suas pragas." Apocalipse 18:4


"Me magoe com a pior verdade, mas não me iluda com a melhor mentira." Marcelo Gonçalves 
"Prefiro sofrer com uma verdade, do que ver que minha felicidade é baseada na mentira!" Aline O.

"O erro nunca se apresenta em toda a sua crueza, a fim de não ser descoberto. Antes veste-se elegantemente, para que os incautos creiam que é mais verdadeiro que a própria verdade". Irineu de Lyon

Em Cristo, 

Hélio S. Júnior