terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

A Igreja ao Gosto do Freguês



SIRVA-SE!

FONTE:  http://www.chamada.com.br/mensagens/igreja_ao_gosto.html#.VhhAGfOy-Bk.facebook

T.A.McMahon
O movimento chamado "igreja ao gosto do freguês" está invadindo muitas denominações evangélicas, propondo evangelizar através da aplicação das últimas técnicas de marketing. Tipicamente, ele começa pesquisando os não-crentes (que um dos seus líderes chama de "desigrejados" ou "João e Maria desigrejados"). A pesquisa questiona os que não freqüentam quaisquer igrejas sobre o tipo de atração que os motivaria a assistir às reuniões. Os resultados do questionário mostram as mudanças que poderiam ser feitas nos cultos e em outros programas para atrair os "desigrejados", mantê-los na igreja e ganhá-los para Cristo. Os que desenvolvem esse método garantem o crescimento das igrejas que seguirem cuidadosamente suas diretrizes aprovadas. Praticamente falando, dá certo!

Duas igrejas são consideradas modelos desse movimento: Willow Creek Community Church (perto de Chicago), pastoreada por Bill Hybels, e Saddleback Valley Church (ao sul de Los Angeles) pastoreada por Rick Warren. Sua influência é inacreditável. Willow Creek formou sua própria associação de igrejas, com 9.500 igrejas-membros. Em 2003, 100.000 líderes de igrejas assistiram no mínimo a uma conferência para líderes realizada por Willow Creek. Acima de 250.000 pastores e líderes de mais de 125 países participaram do seminário de Rick Warren ("Uma Igreja com Propósitos"). Mais de 60 mil pastores recebem seu boletim semanal.

Visitamos Willow Creek há algum tempo. Pareceu-nos que essa igreja não poupa despesas em sua missão de atrair as massas. Depois de passar por cisnes deslizando sobre um lago cristalino, vê-se o que poderia ser confundido com a sede de uma corporação ou umshopping center de alto padrão. Ao lado do templo existe uma grande livraria e uma enorme área de alimentação completa, que oferece cinco cardápios diferentes. Uma tela panorâmica permite aos que não conseguiram lugar no santuário ou que estão na praça de alimentação assistirem aos cultos. O templo é espaçoso e moderno, equipado com três grandes telões e os mais modernos sistemas de som e iluminação para a apresentação de peças de teatro e musicais.

Sem dúvida, Willow Creek é imponente, mas não é a única megaigreja que tem como alvo alcançar os perdidos através dos mais variados métodos. Megaigrejas através dos EUA adicionam salas de boliche, quadras de basquete, salões de ginástica e sauna, espaços para guardar equipamentos, auditórios para concertos e produções teatrais, franquias do McDonalds, tudo para o progresso do Evangelho. Pelo menos é o que dizem. Ainda que algumas igrejas estejam lotadas, sua freqüência não é o único elemento que avaliamos ao analisar essa última moda de "fazer igreja".

O alvo declarado dessas igrejas é alcançar os perdidos, o que é bíblico e digno de louvor. Mas o mesmo não pode ser dito quanto aos métodos usados para alcançar esse alvo. Vamos começar pelo marketing como uma tática para alcançar os perdidos. Fundamentalmente, marketing traça o perfil dos consumidores, descobre suas necessidades e projeta o produto (ou imagem a ser vendida) de tal forma que venha ao encontro dos desejos do consumidor. O resultado esperado é que o consumidor compre o produto. George Barna, a quem a revista Christianity Today (Cristianismo Hoje) chama de "o guru do crescimento da igreja", diz que tais métodos são essenciais para a igreja de nossa sociedade consumista. Líderes evangélicos do movimento de crescimento da igreja reforçam a idéia de que o método de marketing pode ser aplicado – e eles o têm aplicado – sem comprometer o Evangelho. Será?

Em primeiro lugar o Evangelho, e mais significativamente a pessoa de Jesus Cristo, não cabem em nenhuma estratégia de mercado. Não são produtos a serem vendidos. Não podem ser modificados ou adaptados para satisfazer as necessidades de nossa sociedade consumista. Qualquer tentativa nessa direção compromete de algum modo a verdade sobre quem é Cristo e do que Ele fez por nós. Por exemplo, se os perdidos são considerados consumidores, e um mandamento básico de marketing diz que o freguês sempre tem razão, então qualquer coisa que ofenda os perdidos deve ser deixada de lado, modificada ou apresentada como sem importância. A Escritura nos diz claramente que a mensagem da cruz é "loucura para os que se perdem" e que Cristo é uma "pedra de tropeço e rocha de ofensa" (1 Co 1.18 e 1 Pe 2.8).

Megaigrejas adicionam salas de boliche, quadras de basquete, salões de ginástica e sauna, auditórios para concertos e produções teatrais, franquias do McDonalds.

Algumas igrejas voltadas ao consumidor procuram evitar esse aspecto negativo do Evangelho de Cristo enfatizando os benefícios temporais de ser cristão e colocando a pessoa do consumidor como seu principal ponto de interesse. Mesmo que essa abordagem apele para a nossa geração acostumada à gratificação imediata, ela não é o Evangelho verdadeiro nem o alvo de vida do crente em Cristo.
Em segundo lugar, se você quiser atrair os perdidos oferecendo o que possa interessá-los, na maior parte do tempo estará apelando para seu lado carnal. Querendo ou não, esse parece ser o modus operandi dessas igrejas. Elas copiam o que é popular em nossa cultura – músicas das paradas de sucesso, produções teatrais, apresentações estimulantes de multimídia e mensagens positivas que não ultrapassam os trinta minutos. Essas mensagens freqüentemente são tópicas, terapêuticas, com ênfase na realização pessoal, salientando o que o Senhor pode oferecer, o que a pessoa necessita – e ajudando-a na solução de seus problemas.

Essas questões podem não importar a um número cada vez maior de pastores evangélicos, mas, ironicamente, estão se tornando evidentes para alguns observadores seculares. Em seu livro The Little Church Went to Market(A Igrejinha foi ao Mercado), o pastor Gary Gilley observa que o periódico de marketing American Demographicsreconhece que as pessoas estão:

...procurando espiritualidade, não a religião. Por trás dessa mudança está a procura por uma fé experimental, uma religião do coração, não da cabeça. É uma expressão de religiosidade que não dá valor à doutrina, ao dogma, e faz experiências diretamente com a divindade, seja esta chamada "Espírito Santo" ou "Consciência Cósmica" ou o "Verdadeiro Eu". É pragmática e individual, mais centrada em redução de stress do que em salvação, mais terapêutica do que teológica. Fala sobre sentir-se bem, não sobre ser bom. É centrada no corpo e na alma e não no espírito. Alguns gurus do marketing começaram a chamar esse movimento de "indústria da experiência" (pp. 20-21).
Existe outro item que muitos pastores parecem estar deixando de considerar em seu entusiasmo de promover o crescimento da igreja atraindo os não-salvos. Mesmo que os números pareçam falar mais alto nessas "igrejas ao gosto do freguês" (um número surpreendente de igrejas nos EUA (841) alcançaram a categoria de megaigreja, com 2.000 a 25.000 pessoas presentes nos finais de semana), poucos perceberam que o aumento no número de membros não se deve a um grande número de "desigrejados" juntando-se à igreja.

Durante os últimos 70 anos, a percentagem da população dos EUA que vai à igreja tem sido relativamente constante (mais ou menos 43%). Houve um crescimento, chegando a 49% em 1991 (no tempo do surgimento dessa nova modalidade de igreja), mas tal crescimento diminuiu gradualmente, retornando a 42% em 2002 (www.barna.org). De onde, então, essas megaigrejas, que têm se esforçado para acomodar pessoas que nunca se interessaram pelo Evangelho, conseguem seus membros? Na maior parte, de igrejas menores que não estão interessadas ou não têm condições financeiras de propiciar tais atrações mundanas. O que dizer das multidões de "desigrejados" que supostamente se chegaram a essas igrejas? Essas pessoas constituem uma parcela muito pequena das congregações. G.A. Pritchard estudou Willow Creek por um ano e escreveu um livro intitulado Willow Creek Seeker Services (Baker Book House, 1996). Nesse livro ele estima que os "desigrejados", que seriam o público-alvo, constituem somente 10 ou 15% dos 16.000 membros que freqüentam os cultos de Willow Creek.

O Evangelho e a pessoa de Jesus Cristo não cabem em nenhuma estratégia de mercado. Não são produtos a serem vendidos.

Se essa percentagem é típica entre igrejas "ao gosto do freguês", o que provavelmente é o caso, então a situação é bastante perturbadora. Milhares de igrejas nos EUA e em outros países se reestruturaram completamente, transformando-se em centros de atração para "desigrejados". Isso, aliás, não é bíblico. A igreja é para a maturidade e crescimento dos santos, que saem pelo mundo para alcançar os perdidos. Contudo, essas igrejas voltaram-se para o entretenimento e a conveniência na tentativa de atrair "João e Maria", fazendo-os sentirem-se confortáveis no ambiente da igreja. Para que eles continuem freqüentando a "igreja ao gosto do freguês", evita-se o ensino profundo das Escrituras em favor de mensagens positivas, destinadas a fazer as pessoas sentirem-se bem consigo mesmas. À medida que "João e Maria" continuarem freqüentando a igreja, irão assimilar apenas uma vaga alusão ao ensino bíblico que poderá trazer convicção de pecado e verdadeiro arrependimento. O que é ainda pior, os novos membros recebem uma visãopsicologizada de si mesmos que deprecia essas verdades. Contudo, por pior que seja a situação, o problema não termina por aí.

A maior parte dos que freqüentam as "igrejas ao gosto do freguês" professam ser cristãos. No entanto, eles foram atraídos a essas igrejas pelas mesmas coisas que atraíram os não-crentes, e continuam sendo alimentados pela mesma dieta biblicamente anêmica, inicialmente elaborada para não-cristãos. Na melhor das hipóteses, eles recebem leite aguado; na pior das hipóteses, "alimento" contaminado com "falatórios inúteis e profanos e as contradições do saber, como falsamente lhe chamam" (2 Tm 6.20). Certamente uma igreja pode crescer numericamente seguindo esses moldes, mas não espiritualmente.

Além do mais, não há oportunidades para os crentes crescerem na fé e tornarem-se maduros em tal ambiente. Tentando defender a "igreja ao gosto do freguês", alguns têm argumentado que os cultos durante a semana são separados para discipulado e para o estudo profundo das Escrituras. Se esse é o caso, trata-se de uma rara exceção e não da regra!

Como já notamos, a maioria dessas igrejas, no uso do seu tempo, energia e finanças tem como alvo acomodar os "desigrejados". Conseqüentemente, semana após semana, o total da congregação recebe uma mensagem diluída e requentada. Então, na quarta-feira, quando a congregação usualmente se reduz a um quarto ou a um terço do tamanho normal, será que esse pequeno grupo recebe alimentação sólida da Palavra de Deus, ensino expositivo e uma ênfase na sã doutrina? Dificilmente. Nunca encontramos uma "igreja ao gosto do freguês" onde isso acontecesse. As "refeições espirituais" oferecidas nos cultos durante a semana geralmente são reuniões de grupos e aulas visando o discernimento dos dons espirituais, ou o estudo de um "best-seller" psico-cristão, ao invés do estudo da Bíblia.

Talvez o aspecto mais negativo dessas igrejas seja sua tentativa de impressionar os "desigrejados" ao mencionar especialistas considerados autoridades em resolver todos os problemas mentais, emocionais e comportamentais das pessoas: psicólogos e psicanalistas. Nada na história da Igreja tem diminuído tanto a verdade da suficiência da Palavra de Deus no tocante a "todas as coisas que conduzem à vida e à piedade" (2 Pe 1.3) como a introdução da pseudociência da psicoterapia no meio cristão. Seus milhares de conceitos e centenas de metodologias não-comprovados são contraditórios e não científicos, totalmente não-bíblicos, como já documentamos em nossos livros e artigos anteriores. Pritchard observa:

...em Willow Creek, Hybels não somente ensina princípios psicológicos, mas freqüentemente usa esses mesmos princípios como guias interpretativos para sua exegese das Escrituras – o rei Davi teve uma crise de identidade, o apóstolo Paulo encorajou Timóteo a fazer análise e Pedro teve problemas em estabelecer seus limites. O ponto crítico é que princípios psicológicos são constantemente adicionados ao ensino de Hybels" (p. 156).


Nada na história da Igreja tem diminuído tanto a verdade da suficiência da Palavra de Deus no tocante a "todas as coisas que conduzem à vida e à piedade" (2 Pe 1.3) como a introdução da pseudociência da psicoterapia no meio cristão.
 
Durante minha visita a Willow Creek, o pastor Hybels trouxe uma mensagem que começou com as Escrituras e se referia aos problemas que surgem quando as pessoas mentem. Contudo, ele se apoiou no psiquiatra M. Scott Peck, o autor de The Road Less Travelled (Simon & Schuster, 1978) quanto às conseqüências desastrosas da mentira. Nesse livro, M. Scott Peck declara (pp. 269-70): "Deus quer que nos tornemos como Ele mesmo (ou Ela mesma)"!

A Saddleback Community Church está igualmente envolvida com a psicoterapia. Apesar de se dizer cristocêntrica e não centrada na psicologia, essa igreja tem um dos maiores números de centros dos Alcoólicos Anônimos e patrocina mais de uma dúzia de grupos de ajuda como "Filhos Adultos Co-Dependentes de Viciados em Drogas", "Mulheres Co-Viciadas Casadas com Homens Compulsivos Sexuais ou com Desordens de Alimentação" e daí por diante. Cada grupo é normalmente liderado por alguém "em recuperação" e os autores dos livros usados incluem psicólogos e psiquiatras (www.celebraterecovery.com). Apesar de negar o uso de psicologia popular, muito dela permeia o trabalho de Rick Warren, incluindo seu best-seller The Purpose Driven Life (A Vida Com Propósito), que já rendeu sete milhões de dólares. Em sua maior parte, o livro fala de satisfação pessoal, promove a celebração da recuperação e está cheio de psicoreferências tais como "Sansão era dependente".

A mensagem principal vinda das igrejas psicologicamente motivadas de Willow Creek e Saddleback é a de que a Palavra de Deus e o poder do Espírito Santo são insuficientes para livrar uma pessoa de um pecado habitual e para transformá-la em alguém cuja vida seja cheia de fruto e agradável a Deus. Entretanto, o que essas igrejas dizem e fazem tem sido exportado para centenas de milhares de igrejas ao redor do mundo.

Grande parte da igreja evangélica desenvolveu uma mentalidade de viagem de recreio em um cruzeiro cheio de atrações, mas isso vai resultar num "Titanic espiritual". Os pastores de "igrejas ao gosto do freguês" (e aqueles que estão desejando viajar ao lado deles) precisam cair de joelhos e ler as palavras de Jesus aos membros da igreja de Laodicéia (Ap 3.14-21). Eles eram "ricos e abastados" e, no entanto, deixaram de reconhecer que aos olhos de Deus eram "infelizes, miseráveis, pobres, cegos e nus". Jesus, fora da porta dessas igrejas, onde O colocaram desapercebidamente, oferece Seu conselho, a verdade da Sua Palavra, o único meio que pode fazer com que suas vidas sejam vividas conforme Sua vontade. Não pode existir nada melhor aqui na terra e na Eternidade!

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

A AFIRMAÇÃO DA IDOLATRIA DOS MEMBROS DA SEITA UNIVERSAL!



Há algum tempo a seita UNIVERSAL DO REINO DE UM deus vem veiculado um comercial que procura enaltecer a condição de prosélito iurdiano: pessoas com histórias diferentes vem à público e dizem: "EU SOU A UNIVERSAL!".

A referida propaganda, tinha como intuito, instigar o orgulho do povo iurdiano e incentivá-los a defender sua posição de iurdiano. Mas, vai muito além disso: chega a fazer do membro um idólatra de uma marca!



A situação está tão feia, tão fora dos parâmetros bíblicos que estão até comercializando pingentes com a frase "Eu sou a Universal", como os criticados católicos fazem com seus santos do pau oco!
Muitas dessas pessoas são pessoas simples, de baixa renda, sem muita posse, e mesmo assim se auto intitula: "Eu sou a Universal!".
Essas pessoas não tem cotas na denominação, não em um pedaço de terra no TEMPLO DE SALOMÃO", não recebem participações nos lucros da seita, não tem direito de terem um emprego na TV RECORD (a qual é paga por parte pelos seus dízimos e ofertas).
Essas pessoas são desrespeitadas, são coagidas a darem cada vez mais e recebem quase nada! A humilhação é tão grande que quando os falsos pastores querem limpar os templos são eles que saem com rodos e vassouras nas mãos, e o pior: são eles que compram os produtos de limpeza!



Esse povo se diz "Eu sou a Universal!" mas quando precisam de ajuda não recebem uma cesta básica qualquer, e muitas delas recorrem à outros ministérios para conseguirem isso. Dizem "Eu sou a Universal!" mas seus nomes não constam na escrituras dos inúmeros templos e nem no templo de Salomão!


A coisa anda tão absurda que já estão vendendo pingentes com a frase:
 
http://produto.mercadolivre.com.br/MLB-681335775-gargantilha-folheado-eu-sou-a-universal-evangelico-_JM



Mas será que tal atitude tem respaldos bíblicos? Os membros iurdianos devem se orgulhar da sua instituição? Vejamos o que as palavras de Cristo diz sobre isso:  

"Mas o que se gloriar, glorie-se nisto: em me entender e me conhecer, que eu sou o Senhor, que faço beneficência, juízo e justiça na terra; porque destas coisas me agrado, diz o Senhor" JEREMIAS 9:24.

"Se convém gloriar-me, gloriar-me-ei no que diz respeito à minha fraqueza" 2 CORÍNTIOS 11:30.

"Porque, se anuncio o evangelho, não tenho de que me gloriar, pois me é imposta essa obrigação; e ai de mim, se não anunciar o evangelho!" 1 CORÍNTIOS 9:16.

"Mas longe esteja de mim gloriar-me, a não ser na cruz de nosso Senhor Jesus Cristo, pela qual o mundo está crucificado para mim e eu para o mundo" GÁLATAS 6:14.

 "Em verdade que não convém gloriar-me; mas passarei às visões e revelações do Senhor" 2 CORÍNTIOS 12:1

"Aquele, porém, que se gloria, glorie-se no Senhor" 2 CORÍNTIOS 10:17.

Em momento algum as palavras do Senhor dizem para nos gloriar em alguma coisa ou em alguém! Isso é idolatria!
Mas então porque os membros da Universal dizem com tanto orgulho: "EU SOU A UNIVERSAL"? 
Quando  uma denominação evangélica passa a mencionar mais a instituição humana do que DEUS, aí tem coisa muito errada!

10 razões pelas quais o “casamento” homossexual é prejudicial e deve ser combatido.

Caravana TFP EUA
Uma caravana do setor estudantil da TFP Americana (TFP Student Action), está percorrendo o litoral leste dos EUA, numa campanha em defesa da família, ameaçada por projeto de lei que visa a instituir o chamado “casamento” homossexual.
Os jovens estão distribuindo um folheto intitulado 10 razões pelas quais o “casamento” homossexual é prejudicial e deve ser combatido. Sendo o tema de atualidade também para nosso país, pareceu-nos oportuno apresentar aqui a tradução de seu texto.

10 razões pelas quais o “casamento” homossexual é prejudicial e deve ser combatido

Por TFP Student Action  (Ação Estudantil TFP)

1. O “casamento” homossexual não é casamento

Chamar algo de casamento não faz disso um casamento. O casamento sempre foi uma aliança entre um homem e uma mulher, ordenada por sua natureza à procriação e educação dos filhos, assim como à unidade e bem-estar dos cônjuges.
Os promotores do “casamento” homossexual propõem algo completamente diferente. Eles propõem a união entre dois homens ou duas mulheres. Isso nega as evidentes diferenças biológicas, fisiológicas e psicológicas entre homens e mulheres, que encontram a sua complementaridade no casamento. Nega também a finalidade primária específica do casamento: a perpetuação da raça humana e a educação dos filhos.
Duas coisas completamente diferentes não podem ser consideradas a mesma coisa.

2. O “casamento” homossexual viola a Lei Natural

Casamento não é apenas qualquer relacionamento entre seres humanos. É uma relação enraizada na natureza humana e, portanto, regida pela lei natural.
O preceito mais elementar da lei natural é que “o bem deve ser feito e buscado e o mal deve ser evitado”. Pela razão natural, o homem pode perceber o que é moralmente bom ou mau. Assim, ele pode conhecer o objetivo ou finalidade de cada um de seus atos e como é moralmente errado transformar os meios que o ajudam a realizar um ato em finalidade do ato.
Qualquer situação que institucionalize a  defraudação da finalidade do ato sexual viola a lei natural e a norma objetiva da moralidade.
Estando enraizada na natureza humana, a lei natural é universal e imutável. Ela se aplica da mesma forma a toda a raça humana. Ela manda e proíbe de forma consistente, em todos os lugares e sempre. São Paulo, na Epístola aos Romanos, ensina que a lei natural está inscrita no coração de todo homem (Rom 2,14-15).

3. O “casamento” homossexual sempre nega à criança ou um pai ou uma mãe

O melhor para a criança é crescer sob a influência de seu pai natural e sua mãe natural. Esta regra é confirmada pelas evidentes dificuldades enfrentadas por muitas crianças órfãs ou criadas por só um dos genitores, um parente, ou pais adotivos.
A lamentável situação dessas crianças será a norma para todos os “filhos” de “casais” homossexuais. Esses “filhos” serão sempre privados ou de sua mãe natural ou de seu pai natural. Serão criados, necessariamente, por uma parte que não tem nenhuma relação de sangue com eles. Vão ser sempre privados de um modelo paterno ou materno.
O chamado “casamento” homossexual ignora os interesses da criança.

4. O “casamento” homossexual  valida e promove o estilo de vida homossexual

Em nome da “família”, o “casamento” homossexual serve para validar não só as referidas uniões, mas todo o estilo de vida homossexual em todas as suas variantes, bissexuais e transgêneros.
As leis civis são princípios que estruturam a vida do homem na sociedade. Como tais, elas desempenham um papel muito importante, e por vezes decisivo, que influenciam os padrões de pensamento e comportamento. Elas configuram externamente a vida da sociedade, mas também modificam profundamente a percepção de todos e a avaliação de formas de comportamento.
O reconhecimento legal do “casamento” homossexual necessariamente obscurece certos valores morais básicos, desvaloriza o casamento tradicional e enfraquece a moralidade pública.

5. O “casamento” homossexual transforma um erro moral num Direito Civil

Os ativistas homossexuais afirmam que o “casamento” homossexual é uma questão de direitos civis, semelhante à luta pela igualdade racial nos anos 1960.
Isso é falso.
Primeiro de tudo, comportamento sexual e raça são  realidades essencialmente diferentes. Um homem e uma mulher querendo casar-se podem ser diferentes em suas características: um pode ser preto, o outro branco; um rico e o outro pobre; ou um alto e o outro baixo. Nenhuma dessas diferenças são obstáculos insuperáveis para o casamento. Os dois indivíduos são ainda um homem e uma mulher e, portanto, as exigências da natureza são respeitadas.
O “casamento” homossexual se opõe à natureza. Duas pessoas do mesmo sexo, independentemente da sua raça, riqueza, estatura, erudição ou fama, nunca serão capazes de se casar por causa de uma insuperável impossibilidade biológica.
Em segundo lugar, características raciais herdadas e imutáveis não podem ser comparadas com comportamentos não-genéticos e mutáveis. Simplesmente, não há analogia entre o casamento inter-racial de um homem e uma mulher e o “casamento” entre duas pessoas do mesmo sexo.

6. O “casamento” homossexual não cria uma família, mas uma união naturalmente estéril

O casamento tradicional é geralmente tão fecundo, que aqueles que querem frustrar o seu fim tem de fazer violência à natureza para impedir o nascimento de crianças, usando a contracepção. Ele tende, naturalmente, a criar famílias.
Pelo contrário, o “casamento” homossexual é intrinsecamente estéril. Se os “cônjuges” querem ter um “filho”, eles devem contornar a natureza por meios caros e artificiais ou empregar maternidade de substituição [“mães de aluguel”]. A tendência natural de tal união não é criar famílias.
Portanto, não podemos chamar de casamento a união de pessoas do mesmo sexo e dar-lhe os benefícios do casamento verdadeiro.

7. O “casamento” homossexual desvirtua a razão pela qual o Estado beneficia o casamento

Uma das principais razões pelas quais o Estado confere inúmeros benefícios ao casamento é que, por sua própria natureza e desígnio, o casamento proporciona as condições normais de uma atmosfera estável, afetuosa, e moral, que é benéfica para a educação dos filhos, frutos do mútuo afeto dos pais. Ele ajuda a perpetuar a nação e fortalecer a sociedade, o que é um evidente interesse do Estado.
O “casamento” homossexual não fornece essas condições. Seu desígnio principal, objetivamente falando, é a gratificação pessoal de duas pessoas, cuja união é estéril por natureza. Não tem direito, portanto, à proteção que o Estado concede ao casamento verdadeiro.

8. O “casamento” homossexual impõe a sua aceitação por toda a sociedade

Ao legalizar o “casamento” homossexual, o Estado se torna o seu promotor oficial e ativo. O Estado exige que os servidores públicos celebrem a nova cerimônia civil, ordena as escolas públicas a ensinarem sua aceitação pelas crianças, e pune qualquer funcionário que manifeste sua desaprovação.
Na esfera privada, pais contrariados vão ver seus filhos expostos mais do que nunca a esta nova “moralidade”; as empresas que oferecem serviços de casamento serão obrigadas a fornecê-los a uniões de pessoas do mesmo sexo; e proprietários de imóveis terão de concordar em aceitar “casais” homossexuais como inquilinos.
Em todas as situações em que o casamento afete a sociedade, o Estado vai esperar que os cristãos e todas as pessoas de boa vontade traiam suas consciências, coonestando, por silêncio ou ação, um ataque à ordem natural e à moral cristã.

9. O “casamento” homossexual é a vanguarda da revolução sexual

Na década de 1960, a sociedade foi pressionada para aceitar todos os tipos de relações sexuais imorais entre homens e mulheres. Hoje estamos presenciando uma nova revolução sexual, na qual a sociedade está sendo convidada a aceitar a sodomia e o “casamento” homossexual.
Se o “casamento” homossexual for universalmente aceito como a etapa presente da “liberdade” sexual, que argumentos lógicos podem ser usados para parar as próximas etapas, do incesto, pedofilia, bestialidade e outras formas de comportamento antinatural? Com efeito, os elementos radicais de certas subculturas de vanguarda já estão defendendo essas aberrações.
A insistência na imposição do “casamento” homossexual ao povo norte-americano torna cada vez mais claro que o ativista homossexual Paul Varnell escreveu no “Chicago Free Press”:
“O movimento gay, quer o admitamos ou não, não é um movimento de direitos civis, nem mesmo um movimento de libertação sexual, mas uma revolução moral destinada a mudar a visão das pessoas sobre a homossexualidade.”

10. O “casamento” homossexual ofende a Deus

Esta é a razão mais importante. Sempre que se viola a ordem moral natural estabelecida por Deus, comete-se um pecado e se ofende a Deus. O “casamento” homossexual faz exatamente isso. Assim, quem professa amar a Deus deve opor-se a ele.
O casamento não é criação de nenhum Estado. Pelo contrário, ele foi estabelecido por Deus no paraíso para os nossos primeiros pais, Adão e Eva. Como lemos no Livro do Gênesis: “Deus criou o homem à sua imagem; criou-o à imagem de Deus, criou o homem e a mulher. Deus os abençoou: Frutificai, disse ele, e multiplicai-vos, enchei a terra e submetei-a” (Gen 1, 27-28).
O mesmo foi ensinado por Nosso Senhor Jesus Cristo: “No princípio da criação, Deus os fez homem e mulher. Por isso, deixará o homem pai e mãe e se unirá à sua mulher” (Mc 10, 6-7).
O Gênesis também ensina como Deus puniu Sodoma e Gomorra, por causa do pecado da homossexualidade: “O Senhor fez então cair sobre Sodoma e Gomorra uma chuva de enxofre e de fogo, vinda do Senhor, do céu. E destruiu essas cidades e toda a planície, assim como todos os habitantes das cidades e a vegetação do solo” (Gen 19, 24-25).

Uma posição de princípios, não pessoal

Ao escrever esta declaração, não temos qualquer intenção de difamar ou menosprezar ninguém. Não somos movidos pelo ódio pessoal contra nenhum indivíduo. Ao nos opormos intelectualmente a indivíduos ou organizações que promovem a agenda homossexual, nosso único objetivo é  defender o casamento tradicional, a família, e os preciosos restos da civilização cristã.
Como católicos praticantes, estamos cheios de compaixão e rezamos por aqueles que lutam contra a tentação implacável e violenta do pecado homossexual. Rezamos por aqueles que caem no pecado homossexual por causa da fraqueza humana: que Deus os ajude com Sua graça.
Estamos conscientes da enorme diferença entre essas pessoas que lutam com suas fraquezas e se esforçam por superá-las, e outros que transformam seus pecados em motivo de orgulho e tentam impor seu estilo de vida à sociedade como um todo, em flagrante oposição à moralidade cristã tradicional e à lei natural. No entanto, rezamos por eles também.
Rezamos também pelos juízes, legisladores e funcionários do governo que, de uma forma ou de outra, tomam medidas que favorecem a homossexualidade e o “casamento” homossexual. Não julgamos suas intenções, disposições interiores, ou motivações pessoais.
Rejeitamos e condenamos qualquer forma de violência. Simplesmente exercitamos a nossa liberdade de filhos de Deus (Rom 8:21) e nossos direitos constitucionais à liberdade de expressão e à manifestação pública, de forma aberta, sem desculpas ou vergonha da nossa fé católica. Nos opomos a argumentos com argumentos. Aos argumentos a favor da homossexualidade e do “casamento” entre pessoas do mesmo sexo, respondemos com argumentos baseados na reta razão, na lei natural e na Divina Revelação.
Em uma declaração polêmica como esta, é possível que uma ou outra formulação possa parecer excessiva ou irônica. Essa não é a nossa intenção.
Original inglês:

10 Reasons Why Homosexual “Marriage” is Harmful and Must be Opposed

Disponível em
http://www.tfpstudentaction.org/

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

Denuncia: Pastor que se veste de mendigo na verdade é um Milionário e ostenta bens de valores





O autointitulado apóstolo Agenor Duque (foto), 37, dono da Igreja Plenitude do Trono de Deus, apresenta-se em seus cultos vestido de mendigo, com uma túnica feita com um tecido simulando ser de saco de estopa, para passar a ideia de pobreza e humildade. Mas ele nunca disse aos seus fiéis que costuma se locomover de Porsche, de Ferrari e um jatinho. O pastor é milionário.

 

No dia-a-dia, fora do palco de cultos, Duque se veste com a gripe Hugo Boss, usa cordões, anéis e relógios dourados e calca os tênis Nikes mais caros. 

Duque tem cerca de 20 igrejas em São Paulo, Rio, Minas, Goiás, Distrito Federal e Amazonas. A Plenitude aluga horário na TV e rádio.


Época apontou o ex-viciado em drogas Duque como o pastor emergente da vez. Ele já tinha passado pela Igreja Universal e Mundial. Ele teve, portanto, Edir Macedo e Valdemiro Santiago como professores, os melhores que um líder neopentecostal pode almejar.


Duque tem uma parceria com o pastor André Salles, que foi o responsável pela conversão da ex-senadora Marina Silva. 


O diferencial de Duque é que ele faz o “milagre” de os fieis esquecerem-se do que desejarem. Costuma dizer que Deus apaga da memória o passado de sofrimento.


Em um culto, por exemplo, ele fez um jovem esquecer que era homossexual, evocando um milagre de “manassés”, palavra que em hebraico significa “esquecimento”, entre outras acepções.


O que Duque faz, na verdade, é uma nova versão da “cura gay” e de preconceito contra os homossexuais.


Duque e seus pastores são tão habilidosos em tirar dinheiro dos fiéis quanto os demais pregadores neopentecostais. Ele não se constrange em pedir o 13º e o FGTS dos fiéis. 


Uma pastora de Duque — após a leitura de 1 Reis 17, sobre uma viúva miserável que doou a um profeta tudo o que tinha, um punhado de farinha e um pouco de azeite — conseguiu que uma fiel doasse todo o dinheiro que tinha na carteira, uma nota de 50 reais.


“Prova para Deus que você acredita Nele”, disse a pastora. 


“Precisa ser um sacrifício grande, algo que dói! Limpa a carteira! Raspa a carteira! Ou faz como uma mulher no culto desta manhã, que doou o próprio carro.”


Com tanta falta de escrúpulo, a Igreja de Duque tende a se manter em crescimento, se a concorrente e dona do mercado, a Universal, deixar.


De qualquer modo, valem as palavras do doutor em ciências da religião Paulo Romeiro: “A igreja neopentecostal brasileira é cega, infantilizada, cheia de picaretas e cambalacheiros.” Fontes: Época e Paulo Lopes


OPINIÃO ANDRÉ DE MORAES:


NETO DE EDIR MACEDO, NA FÉ, AGENOR DUQUE, APRENDEU DIREITINHO COMO LESAR O POVO DETURPANDO AS PALAVRAS DE DEUS:

O GRANDE PROBLEMA É QUE O POVÃO NÃO QUER UM HOMEM DE DEUS DE VERDADE! PQ SE VIER UM DE VERDADE ELE NÃO PREGARÁ PARA O POVO FICAR RICO, E SIM DISTRIBUIR UM POUCO DO QUE TEM COMO O PRÓXIMO
ELE NÃO VAI PREGAR QUE DEUS VAI SERVÍ-LO COMO UM GARÇOM, E SIM QUE QUEM É SERVO SOMOS NÓS E QUE NÃO TEMOS DIREITO ALGUM E SIM PECADOS AOS MONTES!
ELE NÃO VAI PREGAR QUE DEVEMOS IR PRA "IGREJA" PRA CONSEGUIR BÊNÇÃOS, MAS SIM QUE DEVEMOS NOS ENCONTRAR EM QUALQUER LUGAR, ATÉ MESMO NAS "DENOMINAÇÕES" (CHAMADA ERRADAMENTE DE "IGREJAS) PRA FALAR SOBRE O AMOR DE DEUS, APRENDER DA SUA PALAVRA, TER COMUNHÃO COM OS IRMÃOS E ADORAR A DEUS (SE BEM QUE ESSE ÚLTIMO TBM PODEMOS FAZER EM QUALQUER LUGAR!);
ELE VAI DEIXAR DE PREGAR ESSE MONTE DE MENTIRAS DE QUE DEUS VAI DAR ISSO E AQUILO, MAS SIM A VERDADE: DE QUE JESUS CRISTO, NO TEMPO DA GRAÇA, NÃO GARANTIU VIDA FINANCEIRA ABENÇOADA, MAS ADVERTIU QUE ELA SERIA CHEIA DE TRIBULAÇÕES!
ENFIM, O POVO VAI NESSAS SEITAS PRA OUVIR O QUE DESEJAM, E ESSES FALSOS PROFETAS SABEM DISSO E DIZEM O QUE ELES QUEREM OUVIR!
LOGO, PERCEBEMOS QUE AMBOS ESTÃO ERRADOS E SE MERECEM!
NA VERDADE, AGENOR DUQUE, FALSO PROFETA E MAL CARÁTER, DEVE É RETIRAR MUITO MAIS DO QUE VEM TIRANDO DESSE POVO CORRUPTO!

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

AGÊNCIA DA ONU PROPÕE ESTERILIZAR AEDES AEGYPTI COM RADIAÇÃO!

 

 fonte: http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2016/02/agencia-da-onu-propoe-esterilizar-aedes-aegypti-com-radiacao.html



Agência de energia atômica terá reunião com autoridades brasileiras.
Machos expostos à radiação tornam-se inférteis, diminuindo população.

Um “novo” método para tornar mosquitos machos inférteis por radiação nuclear poderia ajudar a reduzir as populações do aedes aegypti, mosquito transmissor do zika, dengue e chikunguia, disse a agência de energia atômica da Organização das Nações Unidas nesta terça-feira.



Especialistas da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), que tem sede em Viena, vão se encontrar com autoridades brasileiras em 16 de fevereiro para discutir como melhor implementar a chamada Técnica do Inseto Estéril no país que é sede da Olímpiada de 2016.
"Se o Brasil soltar um grande número de machos estéreis, levaria poucos meses para reduzir a população, mas isso tem que ser combinado com outros métodos”, afirmou o vice-diretor-geral da AIEA, Aldo Malavasi, à imprensa.
Além da técnica, o alastramento do vírus zika, que a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou uma emergência de saúde pública internacional, poderia ser enfrentado por esforços sanitários mais intensos, o uso de inseticidas ou armadilhas.
Entenda a técnica
A técnica, adaptada de métodos antigos usados para reduzir as populações de outros insetos, como a mosca-das-frutas, envolve expor os machos do mosquito Aedes aegypti a raios-X ou gama para tornar o esperma estéril.
Esses mosquitos machos criados em laboratório poderiam então ser soltos para cruzar com as fêmeas da espécie que, então, levariam ovos que nunca se desenvolveriam, reduzindo assim o número de insetos numa determinada área sem matar animais ou usar químicos.
"É planejamento familiar para insetos”, disse Jorge Hendrichs, chefe do setor de controle de pestes e insetos da AIEA, que oferece o conhecimento tecnológico para países membros interessados de forma gratuita para que eles possam planejar e gerir os seus próprios programas.
Uma geração de mosquitos machos estéreis leva cerca de um mês para ser produzida. Eles devem superar a quantidade dos mosquitos machos nativos em 10 ou 20 vezes para deixar uma marca na população do inseto.

Uma garota coloca a mão em uma caixa com mosquitos Aedes aegypti, responsável pela transmissão da dengue, geneticamente modificados durante uma exposição educacional da empresa britânica de biotecnologia Oxitec em Piracicaba, no interior de São Paulo (Foto: Paulo Whitaker/Reuters)Uma garota coloca a mão em uma caixa com mosquitos Aedes aegypti, responsável pela transmissão da dengue, geneticamente modificados durante uma exposição educacional da empresa britânica de biotecnologia Oxitec em Piracicaba, no interior de São Paulo (Foto: Paulo Whitaker/Reuters)
Isso requer milhões de machos, tornando o método mais apto para vilas ou cidades do que para metrópoles, disse Malavasi.
Em testes durante vários meses na Itália, a técnica ajudou a cortar populações de mosquito em cerca de 80 por cento, e na China o sucesso chegou a 100 por cento, segundo Konstantinos Bourtzis, do laboratório de controle de insetos e pestes da AIEA.
Além do Brasil, outros países como México, Guatemala, El Salvador e Indonésia também requisitaram a tecnologia da AIEA.
Outros mosquitos modificados
Já existem outras técnicas em teste no Brasil que têm o objetivo de modificar o Aedes aegypti para diminuir a população total dos mosquitos ou para torná-los incapazes de transmitir doenças. É o caso dos mosquitos geneticamente modificados produzidos pela empresa Oxitec e dos mosquitos com bactéria Wolbachia pesquisados pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

EXCLUSIVO: O Epicentro do surto de ZIKA VÍRUS está na mesma área onde os MOSQUITOS GENETICAMENTE MODIFICADOS foram lançados em 2015



A Organização Mundial de Saúde anunciou que vai convocar um Comité de Emergência sob o Regulamento Sanitário Internacional na segunda-feira, 1 de fevereiro, relativo ao vírus Zika 'explosivo' se espalhou por todas as Américas. O vírus supostamente tem o potencial de atingir proporções pandêmicas - possivelmente ao redor do globo. Mas entender por que este surto aconteceu é vital para coibi-la. Como a OMS declaração disse:

A relação causal entre a infecção pelo vírus Zika e malformações congénitas e síndromes neurológicas ... é fortemente suspeita. [Esses links] mudaram rapidamente o perfil de risco de Zika, a partir de uma ligeira ameaça a um de proporções alarmantes.

OMS está profundamente preocupado com esta situação em rápida evolução para 4 razões principais: a possível associação da infecção com malformações congénitas e síndromes neurológicas; o potencial em termos de propagação internacional dada a ampla distribuição geográfica do mosquito vetor; a falta de imunidade da população em áreas recém-afetados; ea ausência de vacinas, tratamentos específicos e testes de diagnóstico rápido [...]

O nível de preocupação é alta, como é o nível de incerteza.

Zika aparentemente explodiu do nada. Apesar de ter sido descoberto pela primeira vez em 1947, apenas esporadicamente casos ocorreu em toda a África e sul da Ásia. Em 2007, o primeiro caso foi relatado no Pacífico. Em 2013, um punhado de pequenos surtos e casos individuais foram oficialmente documentado na África e no Pacífico ocidental. Eles também começaram a aparecer nas Américas. Em maio de 2015, Brasil registrou seu primeiro caso de vírus Zika - ea situação mudou dramaticamente.

O Brasil agora é considerado o epicentro do surto Zika, que coincide com, pelo menos, 4.000 relatos de bebês nascidos com microcefalia apenas desde outubro.

Ao examinar uma potencial pandemia em rápida expansão, é necessário deixar pedra sobre pedra assim possíveis soluções, bem como a prevenção futura, será tão eficaz quanto possível. Nesse sentido, houve outro desenvolvimento significativo em 2015.




Oxitec primeiro revelou sua fazenda mosquito em grande escala, geneticamente modificado no Brasil em julho de 2012, com o objetivo de reduzir "a incidência de dengue", como The Daily Doença relatou.A dengue é transmitida pelos mesmos Aedes mosquitos que espalham o vírus Zika - e embora eles "não podem voar mais de 400 metros", que afirmou ", pode inadvertidamente ser transportadas por seres humanos a partir de um lugar para outro." Em julho de 2015, pouco tempo depois os mosquitos GM foram os primeiros liberados para a vida selvagem em Juazeiro, Brasil, Oxitec orgulhosamenteanunciou que tinha "controlado com sucesso o Aedes aegypti mosquito que espalha a dengue, a chikungunya eo vírus zika, através da redução da população-alvo em mais de 90%."

Embora isso possa soar como um sucesso estrondoso - e, sem dúvida, era - há uma possibilidade alarmante a considerar.




Juazeiro, Brasil - o local onde os mosquitos geneticamente modificados foram os primeiros liberados na natureza.





Mapa mostrando a concentração de casos suspeitos relacionados com Zika de microcefalia no Brasil.

A estirpe particular de mosquitos transgênicos Oxitec, OX513A, são geneticamente alterados para a grande maioria dos seus descendentes morrerão antes de amadurecer - apesar Dr. Ricarda Steinbrecher publicada preocupações em um relatório em setembro de 2010 que a taxa de sobrevida conhecida de 3-4 por cento garantido um estudo mais aprofundado antes da liberação dos insetos GM. Suas preocupações, que foram ecoadas por vários outros cientistas, tanto na época e desde então, parece ter sido ignorado - embora eles não deveriam ter sido.

Esses mosquitos geneticamente modificados trabalhar para controlar, populações potencialmente levando-doença selvagens de uma maneira muito específica. Somente o macho modificado Aedes mosquitos devem ser soltos na natureza - como eles vão acasalar com suas colegas inalterados. Uma vez prole são produzidos, o modificado, faceta científica é suposto 'chute no' e matar as larvas antes de atingir a idade de reprodução - se tetraciclina não está presente durante o seu desenvolvimento. Mas há um problema.

De acordo com um categorias documento do Comité de Comércio e Agricultura Direcção da Agricultura datada de fevereiro de 2015, o Brasil é o terceiro maior "consumo de antimicrobianos global na produção de alimentos de origem animal" - ou seja, o Brasil está em terceiro lugar no mundo para a sua utilização de tetraciclina em sua comida animais. Como um estudo da Sociedade Americana de Agronomia, et. al., explicou, "Estima-se que aproximadamente 75% dos antibióticos não são absorvidos pelos animais e são excretados no lixo." Um dos antibióticos (antimicrobianos) ou especificamente mencionadas nesse relatório para a sua persistência ambiental é tetraciclina.



Aedes aegypti mosquito. Image credit: Muhammad Mahdi Karim

Na verdade, como um confidencial documento Oxitec interno divulgado em 2012, que a taxa de sobrevivência pode ser tão alta quanto 15% - mesmo com baixos níveis de tetraciclina presente."Mesmo pequenas quantidades de tetraciclina pode reprimir" a letalidade engenharia. Na verdade, essa taxa de sobrevivência de 15% foi descrita por Oxitec:

Após uma série de testes e comparando delineamento experimental, verificou-se que [investigadores] tinha usado uma comida de gato para alimentar as larvas [OX513A] e esta comida de gato frango contido. Sabe-se que a tetraciclina é utilizada rotineiramente para prevenir infecções em galinhas, especialmente no barato, produzido em massa, de galinha utilizados para a alimentação animal. O frango é, antes de ser tratado termicamente utilizado, mas este não remove toda a tetraciclina. Isto significou que uma pequena quantidade de tetraciclina foi sendo adicionado a partir do alimento para as larvas e reprimindo a [concebido] sistema letal.

Mesmo ausente este tetraciclina, como Steinbrecher explicou, "uma sub-população" de organismos geneticamente modificados Aedesmosquitos poderia, teoricamente, desenvolver e prosperar, em teoria, "capaz de sobreviver e florescer, apesar de quaisquer outras" versões de mosquitos "puros" GM que ainda têm que o gene intacto. Ela acrescentou, "a eficácia do sistema também depende do [geneticamente projetado] início tardio da letalidade. Se o tempo de início é alterada devido às condições ambientais ... então a [taxa de sobrevivência] 3-4% representa um problema muito maior ..."

Como a OMS declarou no seu comunicado de imprensa, "são esperadas condições associadas com tempo El Nino padrão deste ano para aumentar as populações de mosquitos muito em muitas áreas."

Aliás, o presidente Obama pediu um esforço de pesquisa maciça para desenvolver uma vacina para o vírus Zika, como não existe actualmente. O Brasil tem agora chamado em 200.000 soldados de alguma forma, ajudar a combater a propagação do vírus ". Aedes mosquitos têm sido alegadamentevisto no Reino Unido, mas talvez o mais irônico - ou não - proposição foi proferida em 19 de Janeiro, pelo MIT Technology Review:

Um surto no Hemisfério Ocidental poderia dar países, incluindo os Estados Unidos novas razões para tentar exterminar os mosquitos com engenharia genética.

Ontem, a cidade brasileira de Piracicaba disse que iria expandir o uso de mosquitos geneticamente modificados ...

Os mosquitos geneticamente modificados foram criados pela Oxitec, uma empresa britânica comprado recentemente por Intrexon, uma empresa de biologia sintética com sede em Maryland. A companhia disse que lançou bugs em partes do Brasil e Ilhas Cayman para combater a dengue.

 

Zika Outbreak Epicenter in Same Area Where GM Mosquitoes Were Released in 2015


By Claire Bernish
The World Health Organization announced it will convene an Emergency Committee under International Health Regulations on Monday, February 1, concerning the Zika virus ‘explosive’ spread throughout the Americas. The virus reportedly has the potential to reach pandemic proportions — possibly around the globe. But understanding why this outbreak happened is vital to curbing it. As the WHO statement said:
A causal relationship between Zika virus infection and birth malformations and neurological syndromes … is strongly suspected. [These links] have rapidly changed the risk profile of Zika, from a mild threat to one of alarming proportions.
WHO is deeply concerned about this rapidly evolving situation for 4 main reasons: the possible association of infection with birth malformations and neurological syndromes; the potential for further international spread given the wide geographical distribution of the mosquito vector; the lack of population immunity in newly affected areas; and the absence of vaccines, specific treatments, and rapid diagnostic tests […]
The level of concern is high, as is the level of uncertainty.

Zika seemingly exploded out of nowhere. Though it was first discovered in 1947, cases only sporadically occurred throughout Africa and southern Asia. In 2007, the first case was reported in the Pacific. In 2013, a smattering of small outbreaks and individual cases were officially documented in Africa and the western Pacific. They also began showing up in the Americas. In May 2015, Brazil reported its first case of Zika virus — and the situation changed dramatically.
Brazil is now considered the epicenter of the Zika outbreak, which coincides with at least 4,000 reports of babies born with microcephaly just since October.
When examining a rapidly expanding potential pandemic, it’s necessary to leave no stone unturned so possible solutions, as well as future prevention, will be as effective as possible. In that vein, there was another significant development in 2015.
zika-microcephaly-300x193Oxitec first unveiled its large-scale, genetically-modified mosquito farm in Brazil in July 2012, with the goal of reducing “the incidence of dengue fever,” as The Disease Daily reported. Dengue fever is spread by the same Aedes mosquitoes which spread the Zika virus — and though they “cannot fly more than 400 meters,” WHO stated, “it may inadvertently be transported by humans from one place to another.” By July 2015, shortly after the GM mosquitoes were first released into the wild in Juazeiro, Brazil, Oxitec proudly announced they had “successfully controlled the Aedes aegypti mosquito that spreads dengue fever, chikungunya and zika virus, by reducing the target population by more than 90%.”
Though that might sound like an astounding success — and, arguably, it was — there is an alarming possibility to consider.
Nature, as one Redditor keenly pointed out, finds a way — and the effort to control dengue, zika, and other viruses, appears to have backfired dramatically.
Juazeiro, Brazil — the location where genetically-modified mosquitoes were first released into the wild.
zika-epicenterMap showing the concentration of suspected Zika-related cases of microcephaly in Brazil.
The particular strain of Oxitec GM mosquitoes, OX513A, are genetically altered so the vast majority of their offspring will die before they mature — though Dr. Ricarda Steinbrecher published concerns in a report in September 2010 that a known survival rate of 3-4 percent warranted further study before the release of the GM insects. Her concerns, which were echoed by several other scientists both at the time and since, appear to have been ignored — though they should not have been.
Those genetically-modified mosquitoes work to control wild, potentially disease-carrying populations in a very specific manner. Only the male modified Aedes mosquitoes are supposed to be released into the wild — as they will mate with their unaltered female counterparts. Once offspring are produced, the modified, scientific facet is supposed to ‘kick in’ and kill that larvae before it reaches breeding age — if tetracycline is not present during its development. But there is a problem.
According to an unclassified document from the Trade and Agriculture Directorate Committee for Agriculture dated February 2015, Brazil is the third largest in “global antimicrobial consumption in food animal production” — meaning, Brazil is third in the world for its use of tetracycline in its food animals. As a study by the American Society of Agronomy, et. al., explained, “It is estimated that approximately 75% of antibiotics are not absorbed by animals and are excreted in waste.” One of the antibiotics (or antimicrobials) specifically named in that report for its environmental persistence is tetracycline.
zika-mosquito-300x200 
Aedes aegypti mosquito. Image credit: Muhammad Mahdi Karim
In fact, as a confidential internal Oxitec document divulged in 2012, that survival rate could be as high as 15% — even with low levels of tetracycline present. “Even small amounts of tetracycline can repress” the engineered lethality. Indeed, that 15% survival rate was described by Oxitec:
After a lot of testing and comparing experimental design, it was found that [researchers] had used a cat food to feed the [OX513A] larvae and this cat food contained chicken. It is known that tetracycline is routinely used to prevent infections in chickens, especially in the cheap, mass produced, chicken used for animal food. The chicken is heat-treated before being used, but this does not remove all the tetracycline. This meant that a small amount of tetracycline was being added from the food to the larvae and repressing the [designed] lethal system.
Even absent this tetracycline, as Steinbrecher explained, a “sub-population” of genetically-modified Aedes mosquitoes could theoretically develop and thrive, in theory, “capable of surviving and flourishing despite any further” releases of ‘pure’ GM mosquitoes which still have that gene intact. She added, “the effectiveness of the system also depends on the [genetically-designed] late onset of the lethality. If the time of onset is altered due to environmental conditions … then a 3-4% [survival rate] represents a much bigger problem…”
As the WHO stated in its press release, “conditions associated with this year’s El Nino weather pattern are expected to increase mosquito populations greatly in many areas.”
Incidentally, President Obama called for a massive research effort to develop a vaccine for the Zika virus, as one does not currently exist. Brazil has now called in 200,000 soldiers to somehow help combat the virus’ spread. Aedes mosquitoes have reportedly been spotted in the U.K. But perhaps the most ironic — or not — proposition was proffered on January 19, by the MIT Technology Review:
An outbreak in the Western Hemisphere could give countries including the United States new reasons to try wiping out mosquitoes with genetic engineering.
Yesterday, the Brazilian city of Piracicaba said it would expand the use of genetically modified mosquitoes …
The GM mosquitoes were created by Oxitec, a British company recently purchased by Intrexon, a synthetic biology company based in Maryland. The company said it has released bugs in parts of Brazil and the Cayman Islands to battle dengue fever.
This article (Zika Outbreak Epicenter in Same Area Where GM Mosquitoes Were Released in 2015) is free and open source. You have permission to republish this article under a Creative Commons license with attribution to Claire Bernish and theAntiMedia.org. Anti-Media Radio airs weeknights at 11pm Eastern/8pm Pacific. If you spot a typo, email edits@theantimedia.org.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

O ZIKA VÍRUS JÁ EXISTIA DESDE 1947, E PERTENCE À FUNDAÇÃO ROCKFELLER!

MAIS UM VÍRUS CRIADO EM LABORATÓRIO PARA REDUZIR A POPULAÇÃO MUNDIAL?

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Plano de Redução Populacional da Elite Globalista Eugenista é verídico! é fato!

Que surpresa, não é verdade?

Vendem o vírus Zika a 599 dólares, mas como são tão generosos, o estão inoculando grátis aos mais desafortunados do mundo.

Pode ser comprovado neste link da ATCC.

De acordo com o site, a ATCC se descreve desta forma:

"ATCC é a líder em materiais e recursos biológicos e padrões de organização global cuja missão centra-se sobre a aquisição, a autenticação, a produção, preservação, desenvolvimento e distribuição dos microrganismos padrão de referência, linhas celulares, e outros materiais. Embora mantendo materiais de coleta tradicionais, a ATCC desenvolve produtos de alta qualidade, padrões e serviços de apoio à investigação científica e inovações que melhoram a saúde das populações mundiais."

É claro, a OMS já está com seus dedos longos colocando o medo nas manchetes dos grandes meios com a colaboração dos governos de turno, que para isso estão.

Aliás, para os fãs das casualidades, a zona do Brasil onde apareceu este vírus é a mesma zona onde soltaram os mosquitos genéticamente modificados em 2015.

A prefeitura anunciou nesta segunda-feira (2) um convênio com a empresa britânica Oxitec, fabricante do inseto, para realizar um projeto de pesquisa na cidade.

Após testes em Juazeiro e Jacobina, na Bahia, a empresa obteve aprovação federal de biossegurança para soltar os animais. O aval da Agência Nacional de Vigilância Sanitária para comercializar o serviço, porém, ainda não saiu. Por isso o projeto em Piracicabaocorre como teste, subsidiado pela empresa.




Já sabemos, dos mesmos produtores da fraude da gripe aviária, aos que lhes saiu mal a campanha do Ebola, agora trazem ao mundo inteiro “Zika: Grave Ameaça Mundial”. Aplausos.

Texto e imagens acima de cronsub.com. Tradução: Caminho Alternativo

Estes mosquitos genéticamente modificados pertencem à britânica Oxitec, uma empresa de biotecnologia que foi comprada pela Intrexon, conforme noticiado em agosto de 2015. No Brasil a Oxitec foi contratada pelo governo, para “fornecer um pacote de serviços, que vai desde o treinamento de agentes públicos ao combate de possíveis epidemias de dengue”, uma contratação com a aprovação da Anvisa.

A Anvisa, vale lembrar, é o orgão que demonstrou estar atuando no boicote aos testes clínicos com a fosfoetalomania sintética, a substância que é apontada como a cura do câncer. Enquanto boicota a fosfoetanolamina por “falta de testes clínicos”, aprova a soltura de mosquitos genéticamente modificados sem prova alguma de sua eficácia e qualquer estudo sobre as consequências futuras, como por exemplo, a mutação genética do mosquito e a potencialização do contágio.


Mas quem está por trás da Intrexon? Basta seguir o rastro do dinheiro, ou seja, quem financia a quem. Esta é a posição acionária da empresa de acordo com o site da NASDAQ:


Na lista estão a Vanguard Group, BlackRock, Morgan Stanley, State Street Corp, Third Security, entre outras. São empresas/fundos de investimento e bancos que pertencem às dinastias de banqueiros Rothschild e Rockefeller. As mesmas empresas que são proprietárias dos grandes laboratórios e que lucram bilhões com a industria do câncer, através dos quimioterápicos e radioterápicos.


Tendo estes dados em mãos, é possível imaginar qual seria o plano. Algo parecido ou pior com o que aconteceu com o H1n1 e o Ebola, espalhar o vírus, matar milhares de pessoas e em seguida lucrar com a “cura”, ou seja, as vacinas.

O Ebola por sinal, foi patenteado pelo governo dos EUA em 2009(link1 e link2), com a participação do exército dos EUA e o usureiro George Soros, que financia, através de suaFundação Open Society, os laboratórios militares em Serra Leoa e Libéria.

Outro vírus patenteado com fins de lucro, conforme revelado pelo leitor Fernando, foi o H1N1, cujo detentor dos direitos sobre a medicação e a vacina era Donald Rumsfeld, secretário de defesa dos EUA no governo Bush filho, comprou quase toda a produção de anis estrelado da China, componente indispensável para a fabricação do Tamiflu. Depois que a relação entre ele e o Tamiflu foi descoberta tiveram que abrir a patente dos remédios para a gripe.

Recentemente informaram que o Zika, além de ser responsável pela microcefalia, poderia ser contagioso através de relações sexuais, leite materno e sangue. Sendo assim as mulheres evitarão engravidar e maior será o medo em ter relações sexuais ou trocar fluídos corporais. Uma ferramenta da elite globalista para promover redução populacional e é claro, lucrar.

Tudo isto é parte de uma satânica agenda para chegar ao Governo Mundial, onde um seleto grupo de bilionários pretende governar o mundo com seus bancos e multinacionais.