segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Magno Malta, que usa o nome de Deus em vão, recebeu propina e viajou por conta.


Postado por Simone de Moraes

14/08/2016 16:35

Fonte: http://camara.portalempauta.com.br/2016/08/14/magno-malta-que-usa-o-nome-de-deus-em-vao-recebeu-propina-e-viajou-por-conta/
Como diz a presidente Dilma Rousseff, basta uma rápida consulta no Google para saber quem é o senador Magno Malta (PR-ES). Da bancada evangélica, o senador que vive evocando a palavra de Deus e destilando ódio, recebeu supostamente R$ 100 mil em propina e viajou em jatinho particular da empresa Cozinha Itatiaia, que é proibido por lei.
Leia Reportagem da Folha de São Paulo:
Trocas de e-mail entre dirigentes de uma das maiores fabricantes de móveis de cozinha do país trazem indícios de repasse não declarado de R$ 100 mil para o senador Magno Malta (PR-ES). Os e-mails, obtidos pela Folha, são de 8 de setembro de 2014.
Outras mensagens entre funcionários e a direção da Cozinhas Itatiaia indicam que Malta viajou no avião particular da empresa em 2012 e 2013.
Malta, da bancada evangélica no Senado, nega ter recebido dinheiro da Itatiaia e afirma que voou no avião da firma para fazer palestras.
Os e-mails são conversas das quais participam o presidente da Itatiaia, Victor Penna Costa, o filho dele, Daniel Costa –que era gerente financeiro à época– e o então assessor da firma Hugo Gabrich.
Em um deles, o presidente da empresa diz que precisa pagar R$ 400 mil para “consultoria” de Gabrich. O assessor responde: “Estou entregando a NF [nota fiscal] que cobre o montante de R$ 500 mil conforme orientação do dr. Victor. Impostos serão incluídos na NF, totalizando R$ 575 mil.”
Na nota emitida pela Vix Consulting, de Gabrich, a contratante é a Itatiaia. O acerto mostra que a contratante pagou os R$ 75 mil de impostos para a Vix –o que sugere que a nota foi encomendada.
Na sequência dos e-mails, Costa manda o filho depositar para a Vix Consulting somente R$ 475 mil. “Os outros 100.000 são para compensar a retirada em dinheiro de R$ 100.000 do Malta. Não sei como foi contabilizado [a saída desse valor da empresa]”, escreve o presidente da firma.
O filho dele, então, pergunta: “Quem realizou o pagamento do Malta? Existe NF, foi declarado a doação?”.
Victor encerra: “Não existe NF, não declaramos. Está em aberto, talvez como adiantamento para mim. Veja com Lailton [tesoureiro da empresa]. Favor apagar todos os e-mails sobre este assunto”.
Procurado, Gabrich afirmou que sua empresa fez nota fria para justificar pagamentos não declarados da Itatiaia.
O destino do restante do valor da nota (R$ 400 mil) não aparece na troca de e-mails.
A pedido da reportagem, as origens das mensagens foram analisadas pelo perito em ciências forenses Reginaldo Tirotti. O especialista atestou a autenticidade delas, identificando a sequência de códigos gerados pelos remetentes das mensagens.
A Itatiaia foi fundada em 1964 e tem duas fábricas, em Ubá (MG) e em Sooretama (ES).
Em outro e-mail, de 8 de julho de 2014, um ano após a Itatiaia inaugurar a unidade capixaba, que recebeu incentivos fiscais, Gabrich descreve a Victor Costa o cenário político no Espírito Santo.
Menciona candidatos “viáveis” ao governo, fala de Malta, que “fechou aliança com o governador Casagrande”, da mulher dele, Lauriete, que “não disputará a reeleição para deputada federal”, e do “nosso deputado estadual, o Marcelo Santos – PMDB”.
“Não tenho dinheiro para todos”, responde o presidente da Itatiaia. “Não posso dar mais para deputado estadual que para senador.”
Gabrich diz: “O Magno não é candidato agora a nada.”
A Folha obteve também uma troca de mensagens entre Gabrich e Malta, que usa seu e-mail pessoal. Gabrich fala dos R$ 100 mil da Itatiaia e o senador responde: “Amigo não tenho conhecimento de nada dessas coisas.. Mas dia 16 estarei de volta a Brasília [sic]”.
O ex-assessor da Itatiaia envia, então, cópia de conversas da direção da empresa que citam o político, que rebate: “Somos amigo Hugo.. Sempre fomos. Dia 16 te espero para o almoço no gabinete kkkk a rabada lembra?? [sic]”.
JATINHO
Outros e-mails mostram que o senador usou avião particular da Itatiaia ao menos duas vezes: em 20 de julho de 2012, de Vitória a Aracaju (SE), e em 28 de fevereiro de 2013, no trajeto Brasília-São Paulo.
Em 22 de fevereiro daquele ano, uma secretária da Itatiaia agenda um voo para Costa, Gabrich e o senador. Em 28 de fevereiro, Malta vai com Gabrich ao BNDES –a reunião não constou da agenda oficial, informou o banco.
Sobre a viagem a Aracaju, há um e-mail enviado ao presidente da Itatiaia pelo então diretor Beto Rigoni, que relata problemas no trajeto.
“Eram 7 pessoas quando só cabem 4 no avião. O Yunes [piloto] tinha duas opções: dar duas viagens ou colocava todos dentro na aeronave. Como o senador pressionou ele bastante, ele […] seguiu para Aracaju em 8 pessoas dentro do avião (além da insegurança, fizeram uma ‘festa no ar’).”
“Nós precisamos começar a cortá-lo. Os acionistas também não querem tanta proximidade”, responde Costa.
OUTRO LADO
Em nota, o senador Magno Malta negou ter recebido dinheiro da Cozinhas Itatiaia.
“O senador, que vive grande exposição em virtude do processo de afastamento da presidente Dilma Rousseff, responde com transparência e com a consciência de não ter cometido nenhum crime.”
Os voos no jatinho, “que não são nenhuma ilegalidade”, foram para palestras sobre “o combate à pedofilia, a redução da maioridade penal e a luta contra a legalização do uso da maconha”.
A reunião no BNDES com funcionário da Itatiaia e o ex-diretor do banco Guilherme de Lacerda foi para atrair empregos para seu Estado, afirmou o senador.
Victor Costa, presidente da Itatiaia, disse que Malta não foi beneficiado. “O senador não recebeu esse dinheiro. Esse dinheiro está parado comigo, declarado”, afirmou, em nota àFolha.
Sobre os voos, Costa disse que emprestava o avião da empresa para o senador “poder fazer alguns trabalhos para a igreja”. “Época em que eu me tornei crente”, afirmou.

Mensagens sugerem fraude em leilão trabalhista
Mensagens de dirigentes da Itatiaia dão indícios de que o presidente da empresa, Victor Penna Costa, fraudou a arrematação de um terreno em Belo Horizonte lesando trabalhadores que cobravam dívidas trabalhistas de uma outra empresa.
Costa, por meio de seu ex-assessor, Hugo Gabrich, arrematou a área de 12.369 metros quadrados, em 2010, pelo valor mínimo estipulado pela Justiça, R$ 1,56 milhão.
O terreno pertencia à SIT Engenharia S.A., uma das empresas que construíram Brasília, e foi a leilão por causa de ação trabalhista. Seu valor de mercado era R$ 25 milhões.
Em e-mail de 2013, quase três anos após o leilão, o dono da SIT, Luiz Lima Lobato, escreve ao presidente da Itatiaia cobrando quantia que ambos teriam acertado por fora do leilão. Com isso, Lobato embolsaria os valores, em vez de pagar trabalhadores.
Lobato anexa ao e-mail cópia de um acordo de gaveta que previa que Costa lhe pagaria por fora quase R$ 3,9 milhões. Também se queixa que Costa arrematou o imóvel por preço abaixo do que tinham combinado –deveria ter sido R$ 2,6 milhões, diz. Ex-trabalhadores da SIT estão sem receber até hoje.
A Folha teve acesso a supostos pagamentos desse acordo: um e-mail, de 2012, em que Costa autoriza transferência de R$ 300 mil a uma conta de Lobato; e a cópia de um cheque da Itatiaia, de R$ 300 mil, em nome de Lobato.
Costa ganhou o leilão com o lance mínimo porque não houve outros interessados. A área estava hipotecada, o que pode tê-los afastado. Após o leilão, cancelou-se a hipoteca.
A arrematação é questionada na Justiça do Trabalho. A causa que o levou a leilão é fruto de ação trabalhista contra a SIT, mas outro credor mais antigo diz que tinha preferência na arrematação.
O caso está no Tribunal Superior do Trabalho, que marcou julgamento para quarta (17). Gabrich, hoje ex-assessor de Costa, peticionou ao ministro do TST Caputo Bastos avisando sobre a fraude.
Em 7 de março deste ano, Costa escreveu a seu ex-assessor: “Ganhei no TST rsrsrs já acostumei com a situação”. O despacho favorável ao qual ele se referia, porém, só foi publicado três dias depois, em 10 de março.
OUTRO LADO
Questionado sobre o e-mail ao presidente da Itatiaia, o empresário Luiz Lobato reconheceu o texto. Mas disse que não se lembra de ter recebido por fora porque o caso já tem seis anos.
Victor Costa negou que tenha havido fraude. Afirmou que seu ex-assessor, Hugo Gabrich, tentou fazer um acordo com Lobato, na realidade, para extorqui-lo. “Esse dinheiro [parcelas extraoficiais] não chegaria ao Luiz [Lobato]”, disse. “O ‘acordo’ não passa de um papel mal escrito e sem reconhecimento de firmas visando criar situações para me extorquir.”
O cheque de R$ 300 mil destinado a Lobato, segundo Costa, foi para a “compra dos entulhos, sucatas que estavam no lote”.
Acionado na sexta (12), o TST informou que analisará o processo para se manifestar.

sexta-feira, 19 de agosto de 2016

Nadadora diz que Deus é mais importante que ouro olímpico!




http://eclesia.com.br/portal/nadadora-diz-que-deus-e-mais-importante-que-ouro-olimpico/

Madeline “Maya” Dirado, 23 anos sai das Olimpíadas Rio 2016 com 4 medalhas na bagagem. Foram 2 medalhas de ouro (200m costas e 4 por 200m); uma prata nos 200 medley e o bronze nos 400 medley. Contudo, ela surpreendeu a todos quando afirmou que isso não era o mais importante em sua vida. Geralmente os atletas de alto rendimento como ela literalmente vivem para o esporte.
Como não era favorita, as atuações de Dirado chamaram muita atenção e ela deu várias entrevistas depois de voltar aos Estados Unidos. Numa delas disse: “Eu não acho que Deus realmente se preocupa muito como eu nado. Estar numa equipe olímpica não é o meu objetivo final de vida. Eu acho que Deus se preocupa mais com a minha alma e se eu estou anunciando seu amor e misericórdia para o mundo”.
Formada pela Universidade de Stanford, ela anunciou sua aposentaria das piscinas após os Jogos Olímpicos. Depois de 17 anos praticando natação, ela disse que seu foco agora é a família e sua profissão na área de consultoria.
Evangélica, ela e o esposo Rob Andrews são membros da The River Church Community, na região de San Francisco. Conta que seus pais sempre lhe deram uma sólida formação cristã.
“Jesus tem sido uma constante em minha vida”, comemora.
Para a atleta, sua confiança está em saber que não importa o que aconteça Deus a ama. Para Maya, “o amor de Jesus por mim e por toda a humanidade é algo que sempre me ajuda a amar as pessoas ao meu redor quando as coisas ficam difíceis”, afirmou ela ao Christianity Today.
Esse é um grande contraste com sua carreira de nadadora, que ela considera uma “atividade muito egoísta”, pois passava a maior parte do tempo sozinha na piscina.
O posicionamento da jovem ganhou elogios do pastor Franklin Graham, líder da Associação Evangelística Billy Graham. “Saber que Deus te ama e se preocupa com sua alma eterna é uma notícia muito melhor que os Jogos Olímpicos”, afirmou ele em postagem no Facebook. Fonte: Gospel Prime

Nadadora olímpica Maya Dirato: “A fé cristã me deu grande confiança”



FONTE: http://conscienciacristanews.com.br/nadadora-olimpica-maya-dirato-a-fe-crista-me-deu-grande-confianca/

A nadadora olímpica Madeline (Maya) DiRato é uma mulher resolvida dentro e fora das piscinas, mas ela sempre diz que a sua fé é mais importante do que qualquer outra coisa.
Em entrevista ao Christianity Today, DiRato falou sobre a natação, seus planos futuros e como a fé cristã molda todos os aspectos na sua vida.
DiRado já fez seu nome nos jogos olímpicos do Rio. Ela ganhou uma medalha de ouro como parte do time feminino de nado livre nos 4 x 200 metros. Ela também conquistou a prata nos 400 m individual medley e bronze nos 200 m individual medley. Hoje, ela ainda vai disputar seu último evento, nos 200m nado costas.
Complementando sua carreira de nadadora, DiRato arrasa na área acadêmica. Ela concluiu o ensino médio aos 13 anos, entrou na Universidade de Stanford com 17 anos, e agora, depois da graduação em Ciências Administrativas e Engenharia, iniciou um trabalho de consultoria na McKinsey & Company.
Apesar do seu currículo expressivo, a nadadora demonstra humildade e sabe que todos os seus talentos vem de Deus.
“Saber que sou uma filha de Deus e que seu amor por mim não pode ser comparado com nada que eu possa conseguir ou fazer por conta própria, tem me dado grande confiança. Eu creio que minha fé tem me ajudado a traçar meu caminho e perseguir meus objetivos mesmo enquanto pessoas ao meu redor possam estar traçando caminhos diferentes. O amor de Jesus por mim e por toda humanidade é algo que sempre me ajuda a amar mais as pessoas ao meu redor quando as coisas se tornam difíceis,” disse ela.
DiRado afirmou que nasceu em um lar cristão, ela confrontou sua fé como uma jovem adulta, e posteriormente fez uma decisão de colocar sua fé em Cristo.
Ela disse que acredita no cuidado de Deus mais devido a forma que Ele mostra seu amor com outros do que quando comparado com qualquer outra conquista que ela tenha atingido.
“Eu acredito que Deus se importa com minha alma por trazer seu amor e misericórdia para o mundo. Eu posso ser amável, trabalhar em equipe e abençoar outros ao meu redor do mesmo modo que Ele tem sido generoso para comigo?” perguntou a si mesma.
DiRadio anuncio que , seja o que acontecer no Rio, ela não retornará a natação. Ao invés disso, ela espera apreciar completamente os momentos como parte do time olímpico dos EUA.
“Para meus momentos no Rio, eu espero encontrar novos atletas, continuar a apreciar todo os pequenos momentos de alegria da viajem, e fazer meu melhor no maior estágio do esporte. É claro que espero aprende coisas novas através desta experiência mas eu não acho que me mudará drasticamente como pessoas. Isto tem sido um sonho de muitos, então eu quero ter certeza que aproveitarei toda a jornada”, disse ela.

Lema 'não creio em Deus, só em treino' de atleta se torna viral 



O lema “Não acredito em Deus, eu acredito em treinamento” de Kohei Uchimura (foto), atleta japonês de ginástica artística, tornou-se viral na internet brasileira.
Uchimura conquistou nos Jogos Rio 2016 o bicampeonato Olímpico, em dura disputa, mostrando porque é considerado o “rei” desta modalidade.

O apresentador Galvão Bueno, da Rede Globo, ficou decepcionado ao saber sobre o lema de Uchimura.

“Ele poderia acreditar nos dois [Deus e treinamento]”.

Galvão continua o mesmo: falando besteira.


OPINIÃO ANDRÉ DE MORAES:

SER ATEU É UMA COISA, NÃO TER CARÁTER É OUTRO BEM DIFERENTE!
 
Enquanto as palavras de Uchimura soou como um brado de vitória e ato digno de honras, o da nadadora Madeline “Maya” Dirado passa desapercebido!
Seria muito bom noticiarem os dois lados da moeda e não apenas um para tentar privilegiar algum grupo específico, no caso, o ateu!

Lembrando aos amigos ateístas, que, a maioria dos esportistas, de qualquer modalidade, quando ganham a primeira coisa que fazem é agradecer à DEUS!

Mas uma coisa eu devo elogiar os amigos ateístas: eles conseguem encontrar uma agulha num palheiro! 

Agora quero só ver se o lema da nadadora irá viralizar tanto quanto o do ateísta; “A fé cristã me deu grande confiança!”

segunda-feira, 15 de agosto de 2016

"IGREJA" UNIVERSAL MANTINHA ESQUEMA ILEGAL NO EXTERIOR, DIZ EX BISPO!





Um ex-bispo da Igreja Universal do Reino de Deus acusa a entidade de ter mantido um esquema ilegal para operar milhões de dólares no exterior por pelo menos sete anos.
O dinheiro, segundo a versão dele, teria sido utilizado para financiar a instituição e sua emissora de TV, a Rede Record, na Europa.
Alfredo Paulo Filho, 49, afirma ter sido responsável pela Universal em Portugal entre 2002 e 2009 e um dos principais auxiliares do bispo Edir Macedo, fundador da igreja, por mais de dez anos.
Antes disso, diz que coordenou trabalhos da igreja em Estados como São Paulo, Rio, Minas e Rio Grande do Sul.
Segundo o ex-bispo, a cúpula da Universal criou uma rota para fazer remessas ilegais de dinheiro, ao menos duas vezes por ano, da África para a Europa.
Os dólares, diz, vinham de uma campanha da igreja em Angola, a Fogueira Santa, e cerca de US$ 5 milhões eram despachados por viagem.
O ex-bispo relata ter participado do esquema e afirma que os milhões de dólares chegavam à Europa em um jato particular, depois de terem sido levados, de carro, de Angola até a África do Sul.
Já em Portugal, diz, os dólares eram trocados por euros e depositados em uma conta no banco BCP como dízimos da igreja. A partir daí, afirma, eram transferidos para outros países europeus.
"A igreja em Portugal sustentava outras igrejas na Europa", diz Paulo Filho, sobre o motivo da operação.
O dinheiro proveniente de Angola, diz, ficava em sua casa em Portugal até ser depositado na conta da igreja.
"Eu que ia pegar o dinheiro. Sabia que era ilegal", diz o ex-bispo, que garante que Macedo tinha ciência de tudo.
Há pouco mais de um mês, Paulo Filho passou a postar vídeos na internet com as acusações e o caso foi divulgado pela mídia angolana.
O ex-bispo recebeu a Folha em sua casa no Rio. Mostrou fotos com Macedo e papéis a respeito de sua relação com a Universal, mas diz não ter provas do que relata (leia a entrevista abaixo).
"Minha prova sou eu. Participei e vi", diz. "O bispo Edir Macedo já falou em reunião de pastores que, para a obra de Deus, vale até gol de mão."
O advogado e professor da FGV-SP Edison Fernandes disse à Folha que, em tese, haveria crime de evasão de divisas e lavagem de dinheiro no caso.
"Evasão de divisas é enviar ou manter no exterior recursos não declarados. Lavagem é usar em operações lícitas dinheiro ilícito." Nesse caso, diz, "o dinheiro era ilícito porque não estava declarado".
Paulo Filho deixou em 2013 a igreja, conta, após trair a mulher com prostitutas. A informação, diz, chegou à cúpula da igreja, que o rebaixou a funções administrativas.

OUTRO LADO
 
Procurada pela Folha, a Igreja Universal do Reino de Deus afirmou, por meio da assessoria, que "prepara um processo judicial contra o ex-bispo" Alfredo Paulo Filho por calúnia e difamação.
"Portanto, não se pronunciará sobre o assunto fora dos tribunais", afirmou.
"Confiamos que a Justiça brasileira, mais uma vez, revelará onde está a verdade nesta mais nova tentativa de manchar a imagem da Universal, punindo exemplarmente o mentiroso", ressaltou. A Rede Record não quis se manifestar.
Fundada em 1977 no Rio de Janeiro por Edir Macedo, a Universal hoje está presente em mais de cem países.
A igreja ganhou corpo com megaeventos e investimentos na mídia e iniciou sua internacionalização ainda nos anos 1980.
Hoje conta com cerca de 7.000 endereços no Brasil.

DINHEIRO DA ÁFRICA SUPRIA EUROPA, DIZ EX-BISPO

 

O bispo Alfredo Paulo, 49, diz que entrou na Universal aos 16 anos. Na entrevista a seguir, ele fala sobre os repasses que afirma ter presenciado.

Folha - Como funcionava o esquema da Universal?
 
Alfredo Paulo - Vinham dólares da África que eram trocados por euros diretamente com doleiros em Portugal e aí entravam, na conta da igreja, como se fossem dízimos da igreja em Portugal.

E de onde vinha esse dinheiro?
Da Fogueira Santa de Israel [campanha de arrecadação da Universal] em Angola, que dava US$ 13 milhões por ano [valores de 2008]. Desses, US$ 5 milhões ou US$ 6 milhões iam para a África do Sul de carro e, depois, Europa.

Quem fazia o transporte desse dinheiro para a África do Sul?
Pastores que escondiam o dinheiro no carro, no pneu, no estepe, nas portas.

O senhor conhecia esses pastores?
Não. Hoje sei quem são alguns porque chegaram relatos a mim depois que comecei a denunciar [o esquema] nas redes sociais. Mas as pessoas querem se manter anônimas na maioria das vezes.

E depois que o dinheiro chegava a África do Sul, como ia parar na Europa?
De jatinho do bispo Edir Macedo.

Como o senhor sabe que era o jatinho do Edir Macedo?
Ué, porque ele chegava em Portugal e eu ia pegá-lo no aeroporto. Eu que ia pegar o dinheiro. O dinheiro ficava lá em casa, em Cascais [onde ele morava com a mulher e diz que recebia Edir Macedo].

Não passava pela sua cabeça que era ilegal?
Sabia que era ilegal porque era escondido. Mas, na concepção da igreja, aquilo vale porque estamos fazendo para desenvolver a obra de Deus. O bispo Macedo já falou várias vezes em reunião de pastores que, para a obra de Deus, vale até gol de mão.

Edir Macedo sempre acompanhava esse processo?
Sim. Às vezes chegavam no avião o bispo Macedo, a dona Ester [mulher de Macedo], o Renato [Cardoso, genro de Macedo] e a Cristiane, filha do bispo Macedo, e eu ia buscá-los no aeroporto de Tires, em Cascais, ou no da Portela, em Lisboa.

Por que Portugal?
Era mais fácil. Até pelo idioma, pela igreja ser mais forte em Portugal e, quando o dinheiro estava na conta da igreja, podia sair com mais facilidade para outros países. A burocracia nos outros países era muito maior.

Qual era a vantagem de levar dinheiro da África para a Europa?
Creio que o governo de Angola não permitia tirar dinheiro de lá e a igreja em Angola era mais forte que em Portugal, arrecadava mais. A igreja em Portugal sustentava outras igrejas na Europa.

Quem coordenava esse esquema?
Sempre o bispo Edir Macedo. Ninguém faz nada na Universal sem o bispo saber. Essa coisa de que ele não sabe é conversa. Tanto que ele ia no avião. Ele sabe tudo.

Como o dinheiro era transportado no avião?
Na mala, dentro do avião.

Os recursos não eram declarados na saída ou na entrada dos países?
Não. A maioria das pessoas dá dinheiro em espécie na oferta e nem tudo entra nem mesmo na contabilidade da igreja. Um dos meios mais fáceis de lavar dinheiro e fazer caixa dois é igreja.

E como era possível fazer essa movimentação sem fiscalização ou conhecimento das autoridades dos países?
Em Angola eu não sei como funcionava porque nunca estive lá. Eu sei quando o dinheiro chegava em Portugal. Lá não tinha nenhuma participação de autoridades. O bispo Macedo tinha passaporte diplomático.

O bispo Edir Macedo desembarcava direto na pista do aeroporto?
Sim. [O dinheiro] Chegava no avião dele, particular, passava nas malas normalmente. Lembro uma vez que ele [Edir Macedo] chegou comentando com a dona Ester que não ia fazer mais aquilo porque parece que na hora deu algum problema e a polícia pediu para revistar uma mala, mas foram justamente numa mala que não estava com dinheiro. E ele ficou preocupado. Passou perto ali.

Como esse dinheiro era usado na Europa?
Enquanto eu estava lá [2002 a 2009], iam 500 mil euros por mês para a Record Europa e o resto para a igreja lá e em outros países. Em Portugal, contávamos sempre com o dinheiro de Angola porque a gente estava sempre com a corda no pescoço.

Alguma parte vinha para o Brasil?
Não. Pode até ter acontecido, mas não me lembro de ter mandado dinheiro de lá para o Brasil.

O senhor sabe de quando a quando durou esse esquema?
Se dura até hoje eu não sei. Quando eu cheguei lá, em 2002, já existia, mas também não posso dizer quando começou. Enquanto eu estive lá [de 2002 a 2009], era assim que funcionava.

O senhor não tem medo de denunciar agora um esquema ilegal do qual fez parte?
Essa é minha proposta: repor a verdade. Vou ficar escondido?

O senhor apresentou denúncia para o Ministério Público ou para algum órgão competente?
Ainda não. Eu pretendo. Acho que o Ministério Público já deve estar investigando alguma coisa.

O senhor tem documentos ou imagens que possam provar a existência do esquema?
A minha prova sou eu. Participei e vi com os meus olhos. Se eu tirasse fotos não ia chegar aonde cheguei na igreja. O histórico das contas está no banco BCP de Portugal.

Não tem medo de ser considerado réu confesso?
Se sou réu confesso, chegarão à conclusão que o bispo Edir Macedo também é.

O senhor não sabe de nenhum esquema ilícito da Universal no Brasil mesmo tendo sido o responsável da igreja no país na década de 1990?
Não, porque quando fiquei responsável pelo Brasil foi lá atrás... Na hierarquia da igreja, você chega a um certo patamar que não toma decisões em relação a dinheiro. No Brasil eu era mais um arrecadador de recursos e cuidava dos pastores. Eu entregava o dinheiro e depois eles decidiam [o que fazer]. Eu entregava no Brás [a sede da Universal] e, dali, ia para o banco.

O senhor saiu da Universal quando e por quê?
Em 2013 tive um problema pessoal, traí minha esposa e isso chegou ao conhecimento do bispo Macedo. Como eu era um bispo que tinha muitas coisas em meu nome [rádios, emissoras de televisão, etc.] e certo trânsito lá dentro, a igreja me colocou para trabalhar numa parte administrativa no Rio de Janeiro, cuidando de aluguéis. Depois fui transferido para trabalhar na Record de Moçambique e, por fim, num cargo na Prefeitura de [Duque de] Caxias [RJ]. Mandei um e-mail para o bispo Macedo e pedi uma segunda chance. Ele respondeu que não daria e aí eu decidi me desligar totalmente da igreja.

E sua mulher?
Sempre comigo. Ela me perdoou. Se eu tiver que ser preso, não estou ligando para isso. O meu problema maior era com a minha esposa. E isso já está resolvido.

Por que o senhor levou três anos para fazer essa denúncia?
É que meu filho era da igreja até um mês e pouco atrás. Quando saímos da igreja, ele ficou em Londres como auxiliar e, depois, mandaram ele para as Filipinas. Ele tinha 16 anos e começaram a falar que ele não tinha mais pai, que o pai dele era o bispo Macedo e a mãe dele era a igreja. E ele cortou relações com a gente. Voltou só agora. Não queria falar nada enquanto ele estivesse lá.

FONTE:  http://www1.folha.uol.com.br/poder/2016/08/1802938-igreja-universal-mantinha-esquema-ilegal-no-exterior-diz-ex-bispo.shtml

domingo, 14 de agosto de 2016

TERCEIRO TEMPLO ESTÁ A CAMINHO DE SER ERGUIDO!

"É tempo de construir o 3º Templo" - Convocação aos judeus de todo o mundo



"Instituto do Templo"lançou uma campanha a nível mundial através do youtube, convocando os judeus do mundo inteiro para aquilo que eles entendem ser a sua missão: juntar judeus para a reconstrução do Templo, o verdadeiro coração da religião judaica, destruído há quase 2 mil anos atrás.
 
O lamento pela destruição do Templo e a saudade pelo mesmo tem marcado a História do judaísmo nestes últimos 2 mil anos de Diáspora e retorno à Terra da Promessa. O próprio casamento judaico faz alusão a isso, quando o noivo quebra com o pé um copo de vidro envolto em pano, lembrando dessa forma a destruição do Templo.
 
No vídeo postado pelo Instituto, logo depois que o copo é quebrado pelo ator que figura o noivo, surge a questão: "quantos copos será necessário quebrar até à reconstrução do Templo?"
 
Este vídeo, que surge a poucos dias da celebração do "Tisha B'Av"- lembrando o dia da destruição do 2º Templo pelas forças de Roma no ano 70 d.C. - faz parte da nova estratégia do Instituto para captar a atenção dos judeus através dos media e da internet:"O nosso objectivo é de despertar a consciência do povo judeu e de toda a humanidade para o papel central que o santo Templo representa para a vida da humanidade" - afirmou o rabi Chaim Richman, co-fundador do Instituto sediado em Jerusalém.
 
FONTE: http://www.ultimosacontecimentos.com.br/israel/e-tempo-de-construir-o-3-templo-convocacao-aos-judeus-de-todo-o-mundo.html


sábado, 13 de agosto de 2016

A curiosa relação entre Pokémon Go, o Google e a CIA






FONTE: http://super.abril.com.br/blogs/rebit/a-curiosa-relacao-entre-pokemon-go-o-google-e-a-cia/

Pokémon Go já ultrapassou o Twitter e o Facebook: tem mais usuários que o primeiro, e mais engajamento (tempo de uso por pessoa, por dia) que o segundo. Um fenômeno sem precedentes na indústria de games, que fez as ações da Nintendo dispararem. Tudo graças à sua gameplay inovadora, que junta geolocalização com realidade aumentada.
Mas a Nintendo meio que só emprestou a marca e os personagens de Pokémon. O game foi desenvolvido por outra empresa: a Niantic. Ela existe desde 2010, e seu produto mais conhecido é o Ingress, um jogo baseado em geolocalização, muito parecido ao Pokémon Go, lançado em 2012. A Niantic nasceu como subsidiária do Google (desde 2015, é uma empresa independente, mas ainda tem o Google como grande acionista).
A Niantic é uma criação do americano John Hanke. Ele foi para o Google em 2004 – quando sua empresa, a então (e até hoje) quase desconhecida Keyhole, foi comprada pelo Google. Hanke havia inventado um software que juntava fotos de satélite – com a aquisição, esse programa foi transformado no Google Earth. E Hanke chegou a ser vice-presidente de mapas do Google.
A Keyhole, por sua vez, foi financiada pelo fundo In-Q-Tel – o braço de investimentos tecnológicos da CIA. A missão oficial do In-Q-Tel é “identificar, adaptar e implementar soluções tecnológicas para suportar as missões da CIA e da comunidade americana da inteligência”. Ele costuma investir em coisas que possam ser usadas para espionagem (como você pode ver na lista de 38 empresas que apoia atualmente). Não é difícil entender por que a Keyhole interessava à CIA: ela permitia olhar, como depois o Google Earth e o Maps passaram a permitir, qualquer ponto do globo.
E são justamente os mapas online que formam, hoje, o coração do Pokémon Go. Além da origem ligada à CIA, o game também tem levantado certa desconfiança (inclusive de um senador americano) porque pede acesso a todos os contatos do telefone, retira direitos legais dos usuários e supostamente exige o direito de ler todos os emails deles: coisa que os criadores do game negam (o jogo ganhou uma atualização para deixar a negativa mais clara).

sexta-feira, 12 de agosto de 2016

MARGEM DE LUCRO DAS MONTADORAS NO BRASIL É TRÊS VEZES MAIOR QUE NOS ESTADOS UNIDOS!

VEJA O QUANTO VOCÊ, QUE COMPRA CARRO ZERO PARA OSTENTAR, É OTÁRIO!





Os dirigentes das montadoras disseminam há décadas a tese de que a causa do alto preço do carro no Brasil é o imposto. O mantra pegou e é quase senso comum que a carga tributária é o que faz o brasileiro pagar o carro mais caro do mundo!

Outro fator que costuma ser citado é o custo Brasil, um conjunto de dificuldades estruturais e burocráticos, destacando-se a qualificação profissional e uma estrutura logística cara, insuficiente e arcaica. As enormes dificuldades que o empresário enfrenta para produzir no Brasil explicam, em parte, o alto preço praticado – não apenas do carro, mas de em qualquer produto.



Mas impostos nem o custo Brasil justificam os US$ 37.636,00 que o brasileiro paga por um Corolla, enquanto que seu colega norte-americano paga US$ 15.450,00. Na Argentina, país mais próximo tanto geograficamente quanto em relação Às dificuldades e problemas, o Corolla também custa mais barato: US$ 21.658,00!



No Paraguai, o consumidor paga pelo Kia Soul US$18 mil, metade do preço no Brasil! Ambos vem da Coréia. Não há impostos que justifiquem tamanha diferença. O Volkswagen Jetta custa RS$ 65 mil no brasl, menos de RS$40 mil no México e RS$30 mil nos EUA – a propaganda do carro, aliás, tem como protagonista não um executivo, mas um... universitário sofrido. Há vários outros motivos. Cito mais um: o hyundai ix35 é vendido na Argentina por RS$ 56 mi. O consumidor brasileiro paga RS$ 88 mil!



Se o custo Brasil fosse um fardo pesado nas costas do empresário, seria impraticável a redução de margem operacional. A crise de 2008 revelou, porém, que havia gordura para queimar: os preços despencaram!

O índice Autoinformer/Molicar indicou queda média de preço de 10,1% desde a crise de 2008. carros de algumas marcas tiveram queda de preço de 20%. Não se tem notícia que essas empresas tenham entrado em colapso por causa disso.

O Hyundai Azera, que era vendido por RS$100 mil, passou a custar RS$ 80 mil após a crise de 2008. descontos de RS 5 milaté RS$ 10 mil foram comuns no auge da crise, revelando a enorme margem com que algumas montadoras trabalham: em 2010 a GM vendeu um lote do Corsa Classic com desconto de RS$ 35% para uma locadora paulista, conforme um ex-executivo da própria locadora.



A chegada dos chineses desvendou o mistério. Equipados e baratos, ameaçaram marcas tradicionais. O QQ, da Chery, chegou recheado de equipamentos, alguns inexistentes mesmo em carros de categoria superior, como airbags, freio abs, sistema de som e sensor de estacionamento. Preço: RS$ 22.990,00. mas daria para vender por RS$ 19,9 mil, segundo uma fonte da importadora, não fosse a pressão dos concessionários por uma margem maior.



Em março de 2011, a também a também chinesa Jac Motors começou a vender no Brasil o J3 por RS$ 37, 9 mil. Reação imediata: a Ford reposicionou o Fiesta hatch, passou a vender o carro pelos mesmos RS$ 37,9 mil e instalou nele alguns dos equipamentos que o chinês trazia de série, mas apenas em São Paulo, Rio e Brasília – onde o J3 ameaçava o concorrente.

Mesmo assim, as montadoras instaladas no Brasil se sentiam ameaçadas e, argumentando a defesa do emprego na indústria nacional, pediram socorro ao governo, sendo prontamente atendidas: medida editada em setembro de 2011 impôs super IPI Às empresas que não tem fábrica no país. Pela primeira vez, a Anfavea – associação das montadoras – cujos associados não foram atingidos pelo imposto extra, não se rebelou contra a nova carga tributária.

A maioria das importadoras absorveu parte dos impostos adicionais e praticou um aumento inferior ao que seria necessário para manter a margem de lucro, indicando que havia muita gordura.

A grande diferença de preço do carro vendido no Brasil em relação a outros países chamou a  atenção do senado. A pedido da senadora Ana Amélia (PP/RS), a comissão de Assuntos Econômicos do Senado convocou audiência pública para “discutir e esclarecer as razões para os altos preços dos veículos automotores no país e discutir medidas para a solução do problema”.

Realizada na semana passada, com a presença de representantes do Ministério da Fazenda, do Ministério do Desenvolvimento, do Ministério Público Federal, do Sindipeças (Sindicato Nacional da Indústria de Componentes para Veículos Automotores) e deste jornalista. Lamenta ausência da Anfavea, a audiência revelou (por um estudo apresentado pelo Sindipeças) que a margem de lucro das montadoras instaladas no Brasil é três vezes maior que nos Estados Unidos! No Brasil é de 10% e nos Estados Unidos é 3% e a média mundial é de 5%.

A discussão deve continuar, enquanto houver tanta gordura para queimar!

Fonte: http://pensadoranonimo.com.br/margem-de-lucro-das-montadoras-no-brasil-tres-vezes-maior-que-nos-eua/











quarta-feira, 10 de agosto de 2016

Redes WiFi e a morte invisível de toda uma geração





FONTE: http://www.portal-energia.com/redes-wifi-e-a-morte-invisivel-de-toda-uma-geracao/


Com o auge das ligações sem fios, as redes wifi estão a invadir o nosso dia a dia, estão presentes nos hotéis, restaurantes, bares e cafés, centro comerciais, colégios e escolas, em casas de vizinhos, e um pouco por todo o lado.
A dúvida é se estas redes sem fio wifi estão a prejudicar a saúde de todos nós?
A agência de proteção sanitária de Grã Bertanha num estudo publicado em 2007 constatou que “a radição de microondas na frequência de WiFi causa mudanças no humor e personalidade, altera as funções cognitivas, ativa a resposta as stress e interfere com as ondas cerebrais”.
Q.B. Será que microondas semelhantes à essas poderiam causar um apocalipse zumbi? Será que militares, por exemplo, poderiam usar microondas semelhantes à essas para induzir o povo?


Neste mesmo estudo também é mencionado os potenciais riscos para as crianças que têm aulas em escolas e colégios onde já estão instaladas redes sem fios.
Não podemos esquecer que a radio frequência dos celulares, telefones sem fios, das torres de telecomunicações e das redes WiFi emitem radiação que está realmente a afetar as pessoas que permaneçam dentro do seu alcance.


O estudo “Interphone”, promovido pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e publicado na “International Journal of Epidemiology”, que apesar de não providenciar evidências conclusivas sobre a alegada inocência dos terminais sem fios, levante sem dúvida a suspeita.
Numa revisão desse estudo realizada em Junho de 2010, surgiu uma suspeita que se baseia em que por cada cem horas de uso de celular, o risco de risco de meningeoma (tumor cerebral) aumentava em 26 por cento.
Fernando Pérez, vice presidente da Fundação para a Saúde Geoambiental aponta que as crianças são os mais vulneráveis, juntamente com as grávidas, idosos e pessoas doentes. «Todos os estudos epidemiológicos demonstraram efeitos reais das radiações na saúde e desenvolvimento das crianças», explicou Pérez.
Por outro lado existem outros estudos que afirmam que a exposição a este tipo de radiações não provoca efeitos secundários. Mas a verdade é que se assim fosse por que é que a Europa está a tomar medidas?


Um dos exemplos mais representativos deste assunto vem de França, onde se estão a eliminar as redes WiFi em bibliotecas, colégios e outros locais públicos.
Perez informou que em Espanha a legislação data do ano de 2001, onde nessa data foram estabelecidos limites máximos que são 4.000 vezes superiores aos recomendados nos últimos estudos.
Por outro lado, existem informações científicas que afirmam que as redes WiFi são totalmente inofensivas, mas não podemos esquecer que essas conclusões cientificas são pagas pela “Alianza WiFi” uma associação que representa a indústria WLAN, que é atualmente integrada por mais de 200 grandes empresas.
Os sintomas devido à alta exposição a redes WiFi caraterizam-se normalmente por dores de cabeça, cansaço crónico, dificuldade em dormir e insónias, palpitações e dores nos ouvidos.
Assim recomendamos que o melhor será a prevenção até conhecermos estudos conclusivos credíveis.

Algumas das principais medidas que podemos usar para nos protegermos das radiações WiFi no local de emprego e nas nossas casas são:


1. Desligar a rede sempre que não se utilize, especialmente durante o período noturno.
2. Substituir as ligações sem fios por ligações físicas por cabos de rede, um bom exemplo é o sistema que permite expandir a rede de dados por toda a rede elétrica já existente.
3. Não abusar do uso do telemóvel. O melhor é utilizar o telemóvel com a função de altavoz ativada.
4. Não utilizar telefones sem fios DECT na sua residência, pois estes telefones emitem doses elevadas de radiação. Si não tem outra opção que utilizar o sistema de telefones sem fios, adquira dispositivos do tipo ECODECT, que não emitem radiação quando o telefone está em standby na base.
5. Recorrer a médicos especializados para que realize uma descarga da radiação que o corpo poderá ter absorvido.

terça-feira, 9 de agosto de 2016

Médicos que descobriram substância cancerosa nas vacinas morrem misteriosamente nos EUA!




Um mistério está chamando a atenção dos adeptos de medicina natural nos Estados Unidos.
Nos últimos meses, cinco médicos com fortes inclinações para a medicina natural morreram misteriosamente ou foram mortos intencionalmente, e outros cinco desapareceram inexplicavelmente.
A maioria deles era da Flórida, EUA.
Os médicos de que estamos falando tinham uma coisa em comum: eles descobriram que a proteína nagalase estava presente em vacinas consideradas seguras para uso em seres humanos.
Nagalase é conhecida por impedir que seu corpo produza vitamina D.
A vitamina D é um nutriente muito importante para matar as células cancerosas naturalmente.
Nagalase é uma proteína.
Em crianças autistas esta proteína está presente em concentrações muito elevadas.
Não só isso: todo o tipo de célula cancerosa produz essa proteína.
Como se sente ao saber que isso está presente em vacinas que você já deve ter tomado?
Nagalase efetivamente desativa o sistema imunitário.
E também  está associada ao diabetes tipo 2.
E o que esses médicos que foram mortos tinham a ver com essa perigosa substância presente nas vacinas?
Tudo!
É que os resultados de uma investigação científica desses médicos haviam produzido provas de que as vacinas que estão sendo injetadas são, na verdade, a causa do súbito aumento nas taxas de câncer e também do aumento das taxas de autismo.
E muito provavelmente isso, segundo esses médicos, deve-se à proteína nagalase.

 Os médicos que foram mortos na Flórida tinham trabalhado juntos e estavam se preparando para ir a público para divulgar o resultado de suas pesquisas.
Mas foi então que foram "calados"...
O dr Ted Broer concedeu uma entrevista sobre os médicos mortos.
Ele concedeu essa entrevista ao programa de rádio Hagmann & Hagmann) explicando os motivos da morte.
O Dr Broer chegou a dizer, na entrevista, a seguinte frase: "Eu estou me suicidando falando essas informações".
Ele estava supernervoso ao dizer essas informações publicamente.
Assista ao vídeo no qual ele nos conta sobre suas descobertas.
É um vídeo de 19 minutos, porém a informação mais importante é dita nos primeiros dez minutos.
Se você sabe inglês, vale apena assistir e escutar com atenção o que o médico/cientista americano disse.
Se não sabe ingles, ative as legendas, pois mesmo com a precária tradução automática dá para absorver alguma informação.
Neste outro vídeo, um repórter entrevista a ativista americana de medicina natural Erin Elizabeth.
Infelizmente, o vídeo não está traduzido, mas você também pode ativar as legendas para ver a tradução automática.
Erin Elizabeth tenta explicar o que pode ter ocorrido com os médicos mortos misteriosamente.
E você, qual a sua opinião?
O que pode ter ocorrido?
As mortes foram apenas coincidência?
Eles se suicidaram, como estão dizendo?
Ou foi algo planejado para impedir o que esses médicos queriam dizem a toda a sociedade?
 

FONTE: http://www.curapelanatureza.com.br/post/05/2016/medicos-que-descobriram-substancia-cancerosa-nas-vacinas-morrem-misteriosamente-nos-eua

quinta-feira, 4 de agosto de 2016

POKÉMON GO: MAIS UMA CILADA PARA A HUMANIDADE!

O lado obscuro do Pokémon GO

Descubra por que o aplicativo é a materialização de um dos sonhos de hackers
Enquanto milhões estão coletando Pokémons em seus smartphones, uma empresa do Google está ocupada coletando dados sobre você. Levando o nome do cartoon japonês de enorme sucesso nos anos 90, o jogo para smartphone virou febre em poucos dias, batendo recordes globais de downloads e elevando as ações da Nintendo em 64%.
Pra começar a jogar o Pókemon GO você tem que abrir mão de boa parte da sua privacidade, e especialistas já alertam: é uma questão de tempo até que seus dados caiam nas mãos de hackers.


A startup Niantic comprou uma mina de ouro em informações pessoas por meio de seu aplicativo Pokémon GO, jogo de realidade aumentada que incentiva os participantes a visitar pontos de referência virtuais no espaço público, para coletar monstros do desenho animado.
De acordo com a Forbes, o jogo já está prestes a ultrapassar o Twitter em número de usuários ativos no Android — e o app foi lançado no último dia 6 de julho! Com aspirantes a treinador de Pokémon se inscrevendo em número recorde, segundo o The Daily Beast, um banco de dados da Niantic de dados pessoais se tornou um "alvo amadurecido" para hackers e criminosos praticamente do dia para noite.


ELE SABE QUEM VOCÊ É

O Pokémon GO coleta uma vasta quantidade de informação de seus usuários. Em dispositivos Android, por exemplo, a aplicação pede acesso à câmera, contatos, localização do GPS, e conteúdo de cartões SD. O processo de inscrição também pede a data de nascimento. Ok, outros apps de jogos populares também podem pedir informações similares, então não tem problema, certo? Bem, levando em conta que o GO exige WiFi ou GPS o tempo todo ligados pra jogar, talvez seja conveniente chegar a uma conclusão mais confortável, pois segundo o site The Daily Beast, isso já seria o suficiente pra "saber quem você é".

DADOS SÃO SUBMETIDOS A UMA LEGISLAÇÃO DESCONHECIDA

Além do mais, a Política de Privacidade da Niantic dá à companhia uma ampla gama de possibilidades para usar essas informações. Por exemplo, a Niantic pode enviar informações pessoalmente identificáveis (PII) para as autoridades, ou vendê-las, ou ainda compartilhar com outras indústrias e mercados, ou mesmo guardar em países estrangeiros com legislação de privacidade mais frouxa.
O que chama a atenção é que uma seção inteira da política de privacidade é dedicada ao uso de armazenamento de dados no exterior, algo que normalmente não vemos num aplicativo. Ainda não está claro onde a Niantic poderá enviar seus dados, e até agora a empresa forneceu poucos detalhes sobre o assunto.


No documento a empresa promete "tomar medidas administrativas, físicas e eletrônicas apropriadas e desenvolvidas para proteger a informação". O documento afirma que as PIIs "poderão se transferidas e mantidas em computadores fora do estado, província, país ou qualquer outra jurisdição governamental onde as leis de privacidade podem não ser tão protetoras quanto as da sua jurisdição".

VAZAMENTO DE IDENTIDADES E FRAUDE EM PAGAMENTOS

Há dúvidas quanto a criptografia dos dados coletados pelo Pokémon GO e quem atualmente tem acesso a eles. Especialistas já apontam para o risco de venda de dados vazados no mercado negro para governos estrangeiros, além do risco de fraude bancária e roubo de identidades, já que o aplicativo processa pagamentos.