segunda-feira, 15 de maio de 2017

ASSISTA:Wikileaks mostra como Petroleiras americanas se beneficiaram do Impeachment de Dilma

ENTÃO, VOCÊ ACHA QUE SÓ O LULA É QUEM ROUBA E QUE O MALDITO PT É O ÚNICO MAL DO BRASIL? SABE DE NADA, IDIOTA!



Fernando: Você deve saber que o Brasil descobriu enormes jazidas de petróleo do pré-sal no oceano e isso daria muito dinheiro ao Brasil mesmo o barril a 8 dólares Que interesse internacional existe nisso? Especialmente o envolvimento do Michel Temer?
Assange: Não tenho certeza. Precisamente a respeito de Michel Temer temos um material importante. Nós publicamos um número de documentos a respeito das jazidas do pré-sal na costa brasileira. Os depósitos são considerados cerca de quatro vezes maiores que as jazidas brasileiras existentes, algo extremamente significativo. É muito caro chegar lá no fundo do oceano e furar a camada de sal. Mas quando se chega, o petróleo não precisa de muito refinamento e se torna bastante lucrativo.
A respeito das condições existentes, a Petrobrás teria 30% de receita do petróleo do pré-sal.


Empresas interessadas nesse petróleo têm ido à embaixada americana para reclamar dessas condições. E alguns partidos políticos no Brasil estavam dizendo que prefeririam que a Chevron e a ExxonMobil tivessem acesso mesmo sem a exclusividade dos trinta por cento da Petrobras.
Esse é na verdade um tema muito interessante: qual é a melhor maneira para o Brasil de licenciar a exploração dos depósitos de petróleo? O que mais beneficiaria os brasileiros?
E o argumento básico é nesta linha: se um estado vai agir de maneira coerente, em competição com outros países e grandes companhias de petróleo, eles devem garantir uma receita, e o petróleo garante um fluxo forte de receita, que pode fortalecer o estado.
O outro lado da equação usa o argumento que, se uma empresa, mesmo se é propriedade do estado, tem acesso preferencial, ela ficaria ineficiente e não se sairia bem na extração petróleo, porque não haveria competição. Estes são os argumentos básicos.
Também se diz que se existe muita competição na extração de petróleo, o preço cai muito e o estado não arrecadará muito em termos de cobranças de licenças de extração.
Então se você olha as mensagens publicadas em dezembro de 2009, verá que já havia relatos disso, mas não era a parte mais interessante. Pra mim a parte mais importante é quando admitiram que o mais lucrativo para o governo seria que a Petrobras tivesse o direito aos 30%.
Então isso é uma admissão. Por que a embaixada alega que o negócio mais lucrativo pra o estado brasileiro ocorreria se a Petrobras tivesse esses 30%?
Porque a Chevron e outras grandes companhias americanas de petróleo diriam: se a Petrobras tem esses 30%, não compensa pra nós. Não vale a pena pra nós fazer a extração, nós poderíamos talvez nos envolver no financiamento.
Mas a russa Gazprom e outras companhias chinesas de petróleo, como a China Oil, poderiam ser capazes de cobrir lances nas licitações, obrigando a Chevron e a Exxon a investir mais dinheiro, porque chineses e russos conseguem operar com menos lucro.
Por que? Porque os chineses só querem o petróleo, eles não estão tão interessados no lucro. Eles podem chegar mais depressa e ficariam com as contas equilibradas. Além de aportar um volume maior de recursos ao Brasil.
Assim como outras empresas petrolíferas estatais e outros estados que têm petróleo, os chineses operam de forma a que sempre possam ganhar licitações em cima da Exxon, por exemplo, uma empresa muito grande, que tem uma receita anual de US$ 269 bilhões.
Então, no caso da Petrobras a questão que está posta é a seguinte: que tipo de estado o Brasil quer ser? Um estado forte. Ou um estado muito fraco, que tem grandes petrolíferas estrangeiras e multinacionais tomando conta dos seus recursos naturais?
Talvez você possa ver o que acontece no Brasil por outro ângulo: quais são as grandes instituições públicas brasileiras, quais as mais fortes? Acho que são o Exército e a Petrobras. E acho que em comparação, todas as outras instituições são fracas. Então creio que fragilizar a Petrobras é uma forma de fortalecer os militares como centro de gravidade da organização do estado. E isso pode ser um problema.
Duas razões justificam a elevação do pré-sal a assunto prioritário nas políticas internas: a Petrobras é considerada uma aliada do PT, porque Dilma esteve lá, colocou gente dela lá e as políticas dela beneficiaram a Petrobras. Por tudo isso, institucionalmente, a Petrobras sente que seus interesses estão melhor servidos pelo PT.
Isso faz com que outros partidos queiram reduzir o poder da Petrobras, tirando os ganhos dela. Uma maneira de trocar favores com os Estados Unidos é facilitar à Chevron e à ExxonMobil o acesso a partes desse petróleo. Nas mensagens vazadas por WikiLeaks aparece um desejo constante das petroleiras americanas de ter o mesmo acesso que a Petrobras tem.
É diferente de um estado tradicional, algo como um capitalismo de estado. Porque o que a Petrobras pratica é capitalismo de estado. Tem a estrutura de uma empresa, mas cuja organização é controlada pelo estado.
Qual a diferença entre esse tipo de controle e o controle que vem de leis e acordos? Você tem que nos dar certa porcentagem pra fazer o serviço, você não pode agir de determinado modo ou sua companhia será multada e pessoas podem ser processadas.
É isso que tem acontecido nos países em desenvolvimento desde o começo dos anos 80, talvez desde 70 em países desenvolvidos. Tem sido uma mudança de como se regulam instituições.
Mas isso só funciona quando o sistema de regulação e o de legislação são incorruptíveis. Ai não importa quem controla a instituição, já que você controla as leis. Mas só funciona se você conseguir forçar o cumprimento das leis e detectar se as leis estão sendo corrompidas. E o setor de petróleo tem tanto dinheiro que isso acaba se tornando impossível.


Fernando Morais: : Voltando ao Brasil, ao Michel Temer, na página dele do Wikileaks ele se dirige a alguém não identificado, isso foi uma conversa privada com um informante americano ? Quantas vezes isso aconteceu e o que isso sugere?
Assange: Sim, Michel Temer teve reuniões privadas na embaixada americana para passar a eles questões de inteligência política, a que não muitos tiveram acesso, e discussões das dinâmicas políticas no Brasil.
Isso não é pra dizer que ele é um espião pago pelo governo americano. Eu não sei, mas não existem evidencias que ele seja um espião pago em dinheiro. Estamos falando de algo mais, falando de construir um boa relação de forma a ter trocas de informação de parte a parte. E apoio político.
Fernando Morais : Tem um outra passagem de um discurso da Hillary Clinton para o Itaú que ela diz que gostaria de ter fronteiras livres. Isso seria algum anúncio de que ela estava a favor do impeachment ou o golpe no Brasil?
Assange: Sim, em outubro publicamos palestras secretas de Hillary Clinton pelas quais ela foi paga. As transcrições de alguns trechos revelam que o staff de campanha dela temia que se tornassem públicos. Bernie Sanders e outros achavam que esse tema deveria ser público, mas ela o manteve em segredo. E isso era o Santo Graal do jornalismo americano, ter acesso a essas coisas. Para o jornalismo americano foi como ter acesso a um tesouro. E nós publicamos.
É um material muito interessante ver a posição dela quando fala com Goldman Sachs, quando ela fala com bancos brasileiros de investimento.
O que se vê é uma liberal imperialista em relação à expansão do império americano, com fome de cimentar acordos de aproximação e implantar mudanças ardilosas como o TTP [Tratado Transpacífico] e o TTIP [Acordo de Parceria Transatlântica de Comércio e Investimento]. Ela propõe realinhamentos estratégicos com o objetivo de fazer duas coisas: dar às multinacionais americanas o que elas querem e parar a China, fazer com que seja mais difícil os chineses crescerem.
Então eu não sei o que as declarações dela estão refletindo. Ela falava sobre energia com bancos de investimentos do Brasil, estava defendendo livre trânsito de produtos de energia.


FONTE: https://falandoverdades.com.br/2017/01/11/assista-assange-do-wikileaks-mostra-como-a-petrobras-foi-enfraquecida-para-entregar-jazidas-do-pre-sal-a-multinacionais/

terça-feira, 2 de maio de 2017

Dossiê Síria: toda verdade e os interesses americanos

Em um esforço diplomático para evitar um ataque americano à Síria como uma lição por supostamente ter usado armas químicas contra o povo, a Rússia propôs colocar as armas químicas sírias sob controle internacional. No entanto, a possibilidade de ataque não está descartada, apesar de as chances de que seja aprovada na votação dos EUA é tão mínima que era bem capaz que essa votação fosse cancelada para não evidenciar a falta de apoio a Obama.

Sendo assim, a proposta russa foi muito producente para Obama, que, para poder analisá-la, adiou ontem a votação do Senado.

A razão para essa falta de apoio interno e externo deve-se, em parte, ao fato de que, até agora, ninguém conseguiu provar que foi o governo sírio mesmo que usou essas armas químicas. No meio de tanta desinformação, como saber o que é realmente verdade nessa história toda? Aqui, uma série de respostas que podem dar mais clareza ao que está acontecendo.

1. Quem são os verdadeiros responsáveis pelo uso de armas químicas na Síria?
Segundo os EUA e aliados, o regime sírio. Mas eles não apresentaram prova nenhuma para suportar essa acusação.
Segundo a Rússia e aliados, foram os grupos rebeldes apoiados pelos EUA. E a Rússia tem evidências de que os rebeldes já usaram armas químicas neste ano, em um acontecimento que está sendo descaradamente ignorado pela mídia.
No dia 19 de março, houve um ataque com agentes tóxicos em Aleppo, em que morreram soldados sírios. Um laboratório russo certificado pela OPAQ analisou as amostras recolhidas e entregou o resultado à ONU. Esse resultado mostrava que o míssil tinha sido fabricado artesanalmente e era igual aos fabricados pelos militantes da brigada Bashair al-Nasr, que tem laços próximos com o Free Syrian Army, e os explosivos utilizados eram diferentes daqueles do exército. O mundo parece também ignorar que outros militares sírios foram contaminados no incidente de 21 de agosto, mesmo com enviados da ONU sendo testemunha disso. Além do mais, não há razões aparentes para o governo sírio usar armas químicas contra seu próprio povo em uma guerra que está ganhando, ainda mais perto do Palácio Presidencial.

Distância entre os locais de uso das armas químicas e o Palácio Presidencial sírio. Fonte: Tatoott

Distância entre os locais de uso das armas químicas e o Palácio Presidencial, em Damasco. Fonte: Tatoott

2. Quem são os rebeldes que os EUA apoiam?
É aí que a porca começa a torcer o rabo. Os rebeldes que são apoiados pelos EUA incluem nada menos do que grupos terroristas como o Jabhat al-Nusra, que é o braço da al-Qaeda na Síria, em união com o Free Syrian Army.
Esses terroristas seriam recrutados e treinados pelos EUA e OTAN, inclusive no uso de armas químicas. Engraçado que para levar a cabo sua famosa “guerra ao terror” os EUA precisem se aliar a “terroristas”. Pouco contraditório? Muitos americanos já estão começando a perceber essa contradição.

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John McCain com Mohamed Mour, famoso sequestrador. Fonte: Global Research

John McCain com Mohamed Nour, famoso sequestrador. Fonte: Global Research

3. E por que os EUA teriam interesse em uma guerra com a Síria?
Por vários motivos:
– Interesse estratégico
A Síria tem um papel estratégico na questão Israel/Palestina, uma vez que não é aliada de Israel. Mais do que isso, é aliada do Irã, que usa seu território para enviar armas ao Hezbollah no Líbano e ao Hamas na Palestina, contra Israel.
– O caso do óleo de xisto

O óleo de xisto vem se destacando como alternativa ao petróleo que conhecemos, o que deve beneficiar os EUA, que têm grandes reservas e planejam um boom do óleo de xisto para a próxima década. Isso, ao mesmo tempo, deve reduzir a hegemonia dos países produtores de petróleo no Oriente. Sendo assim, a Arábia Saudita e a Rússia estariam discutindo alianças para manter o preço do petróleo. Só que essa aliança é extremamente desinteressante para os EUA, que sempre teve a Arábia Saudita como aliada. Dessa forma, o interesse do governo americano é desestabilizar a região, colocando a Rússia, aliada da Síria, contra a Arábia Saudita, evitando que ela “bandeie” para o outro lado.

– O gasoduto dos sonhos
Uma troca de regime na Síria poderia tornar possível a conclusão de um duto de gás natural que traria enormes lucros a Israel, EUA, Turquia, Chipre e Qatar. Qatar, que é o maior exportador de gás natural do mundo e sonha com o gasoduto para exportar para a Europa, gastou 3 bilhões de dólares em apoio aos rebeldes na Síria. O atual governo sírio é contra o gasoduto por ir contra os interesses da Rússia, que é o maior fornecedor de gás natural para a Europa.

Fonte: Middle East Strategic Perspectives

Fonte: Middle East Strategic Perspectives

– Guerra não tão fria

A questão seria ainda hegemônica: uma intervenção americana – não necessariamente uma guerra – teria como objetivo impor a hegemonia de Washington sobre a Rússia e a China.

4. Tá, entendi. Mas por que os EUA não fazem logo esse ataque?
Primeiramente, não se sabe o que aconteceria e quem assumiria se Assad saísse do poder, já que os rebeldes que os EUA ajudam envolvem grupos apoiados pela al-Qaeda. Uma tomada do poder pelos rebeldes iria fortalecer os jihadistas e levar a outra guerra civil – exatamente o que aconteceu no Afeganistão, em que a intervenção americana ajudou a levar o Talibã ao poder nos anos 90, e no Egito, quando Morsi assumiu.

Como não existe um grupo único de rebeldes e sim a união de vários grupos, existem também vários objetivos e é difícil saber quais deles seriam levados a cabo no caso da saída de Assad do poder.
Além disso, se os EUA conduzirem um ataque à Síria sem as devidas provas, estarão repetindo o fiasco que foi a invasão do Iraque em 2003. Naquela época, os EUA apresentaram à ONU relatório informando que o Iraque possuía armas de destruição em massa, justificando a invasão. No entanto, mesmo depois do ataque, as armas nunca foram encontradas e os EUA mancharam sua imagem frente à comunidade internacional.

Paras concluir, um ataque com o aval da ONU tem pouquíssimas chances de acontecer porque a Rússia, aliada da Síria, tem poder de veto no Conselho de Segurança. Sendo assim, uma intervenção americana violaria várias leis e acordos internacionais. Algo que não é nada interessante para os EUA neste momento, em que sua política imperialista a qualquer preço está sendo mais do que questionada.

Enquanto não se chega a uma resolução, melhor não deixar nas mãos dos americanos.
Senador John McCain joga pôquer no celular durante audiência sobre o ataque à Síria, em 3 de setembro.
Senador John McCain, o mesmo da foto com os rebeldes, joga pôquer no celular durante audiência sobre o ataque à Síria, em 3 de setembro.
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GENERAL DENUNCIA CONTROLE DOS ROTHSCHILDS NA AMAZÔNIA COM PATROCÍNIO DO PSDB


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por Thomas Renatus Fendel

O General Durval Nery, é conselheiro do Centro Brasileiro de Estudos Estratégicos do Exército brasileiro (CEBRES) e comandou por vários anos um Batalhão de Forças Especiais na Amazônia. Sendo um profundo conhecedor do território amazônico, o General foi entrevistado por um programa privado de entrevistas onde descreve e relata a grave situação que envolve a soberania brasileira na Amazônia.

Segundo afirmações do General, há na Amazônia cerca de 100 mil ONGs estrangeiras fomentando órgãos internacionais sobre as “queimadas” na Amazônia. Segundo as ONGs, há um território de 5 milhões de metros quadrados que vem sendo devastado de forma criminosa e irresponsável pelo governo brasileiro. O General desmente a versão das ONGs e afirma que as áreas queimadas não estão dentro da Amazônia legal e sim nas áreas periféricas.

Ainda segundo o General, os criadores de gado brasileiro que margeiam a Amazônia, não alimentam seu gado com ração estrangeira da Monsanto e sim, comem grama natural. As queimadas são tradicionais nestas áreas, pois servem segundo o General, para a renovação da grama. Não há nenhuma queimada dentro da Amazônia afirma o General. O objetivo destas ONGs é desestabilizar o governo brasileiro e provocar uma reação de órgãos internacionais para provocar uma intervenção internacional na Amazônia. Por trás estão grupos ligados a família dos Rothschilds que almejam se apossarem da Amazônia para explorarem seus recursos naturais.

A ONG inglesa WWF é financiada por Jacob de Rothschilds, por George Soros e pela Fundação Ford. Segundo o General, esta ONG está por trás da tentativa de patrocinar a intervenção da Amazônia e consequentemente entrega-la em detrimento e benefício de grupos estrangeiros. A WWF brasileira recebeu do PSDB do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, autorização federal para atuar em território brasileiro a partir de 1996. Nesta mesma ocasião Fernando Henrique Cardoso assinou a OIT 169 que dispunha sobre o desmembramento da Amazônia em 217 micro Nações Indígenas. Coincidências?

O golpe da OIT 169 iria desmembrar a Amazônia do restante do Brasil e facilitaria a ação de grupos internacionais na exploração de recursos naturais da Amazônia. A ingenuidade dos índios seria explorada de forma gananciosa por espertalhões como os Rothschilds e seus comparsa globalistas. Quanto será que FHC e o PSDB teriam levado por baixo dos panos para entregar a Amazônia para seus parceiros socialistas fabianos e permitir a farsa mentirosa da ONG WWF?

Segundo o General, esta ONG financia o MST, grupos guerrilheiros e incita a invasão e o desmembramento da Amazônia. Membros desta ONG orientam os índios brasileiros a reivindicarem suas terras e nações através da FUNAI. O General afirma ainda que está ONG financias outras ONGs e promove a lavagem de dinheiro, tráfico de drogas e de armas dentro das reservas indígenas demarcadas por Fernando Henrique Cardoso em 1996. FHC é presidente de uma Comissão Global pela Liberação de Drogas. Esta entidade é patrocinada por George Soros. Soros segundo a CIA, trafica armas e drogas na fronteira do Brasil com a Bolívia e mantêm uma fazenda de 500 mil hectares em território boliviano com plantação de maconha, haxixe e folha de coca.

Para facilitar a ação de capangas de Soros, FHC desmobilizou postos militares na fronteira do Brasil com a Bolívia e promulgou uma Lei de porte para usuários e consumidores de drogas. Esta Lei de autoria do PSDB permite que usuários transportem drogas para seu consumo sem que haja intervenção policial. A Lei também impede a prisão de usuários que estejam usando drogas em áreas públicas. As manobras de FHC para facilitar o tráfico e a ação de seus parceiros traficantes, fez crescer o número de drogados e de vítimas do tráfico no Brasil. A cracolândia só existe em SP graças a Lei tucana. A área continua sendo preservada pelo governo Alckmin e pela prefeitura Doria.

Foi à partir de 1996 que traficantes passaram a adquirir armas de guerras, fuzis e metralhadoras para defender seus territórios e suas “bocas de fumo”. Soros vendia drogas e armas nas favelas do Brasil e enriquecia ás custas do sofrimento de milhares de famílias. O consumo e o tráfico de drogas no Brasil crescerem de forma assustadora entre 1996 e 1998. Antes a PF apreendia no máximo 30 ou 40 quilos de drogas. A partir de 1996 passaram a ser toneladas e mais toneladas de drogas e entorpecentes. Quanto será que FHC e os tucanos receberam ou recebem do tráfico?

Segundo o General, há 276 mil ONGs no Brasil e 100 mil delas estão na Amazônia. Somente no governo do PSDB, cerca de 180 mil ONGs foram criadas no Brasil. Grande parte delas serven para lavar dinheiro da corrupção. Duas ONGS ligadas ao PSDB foram alvos de uma CPI abafada pelos tucanos. Ambas estavam envolvidas com doleiros uruguaios e lavavam dinheiro desviado dos cofres públicos. Outras duas ONGs ligadas a FHC desviavam verbas federais. Uma delas era dirigida por Ruth Cardoso e segundo a CPI, desviou R$ 220 milhões dos cofres públicos.

Na entrevista o General afirma que as ONGs foram denunciadas em1996 pelo General Maynard Marques de Santa Rosa que foi secretário de assuntos estratégicos do ministério da Defesa. Outro General, Augusto Heleno Pereira, também fez denuncias e duras criticas as ONGs, ao Governo Federal e as políticas adotadas pelo Estado na região. O Brasil está sendo invadido de forma criminosa por grupos estrangeiros e com o patrocínio do PSDB e do governo federal. Segundo o General, há uma guerra programada de origem externa que visa dominar e se apossar da Amazônia.
Na Amazônia existem metais e pedras preciosas, ouro, manganês, diamantes, nióbio, Urânio e petróleo. Segundo o General, nos anos 80, a New Steel mineradora americana garimpou 40 milhões de toneladas de manganês no Amapá. A empresa que pertence ao filho do ex-presidente americano Roosevelt, faturou bilhões de dólares até o ano de 1992. Para o Brasil restou os buracos das escavações e prejuízos trabalhistas, ambientais, econômicos e sociais. O General afirma que 98% do nióbio do mundo está na Amazônia. O nióbio é usado como condutor em celulares, computadores e até em turbinas de aviões. A extração ilegal e o contrabando causam prejuízos bilionários ao Brasil.
O General afirma que esta guerra assimétrica tem o intuito de desestabilizar o Brasil. Esta guerra vem sendo patrocinada por organizações não governamentais e ONGs que se infiltram no governo com seus milhões de dólares. O objetivo principal é fazer com que o Brasil perca seus direitos sobre seus recursos minerais e principalmente sobre a Amazônia. O General relata ainda que em 1999, 35 garimpeiros brasileiros teriam sido assassinados por homens ligados ao Illuminati Jacob Rothschilds. A empresa de Rothschilds recebeu carta branca e isenções fiscais do PSDB e de FHC para explorar minas de diamantes em território Amazônico. Se beneficiando da Lei Kandir, promulgada por FHC e sua turma de bandidos do PSDB, a Rothschilds fatura cerca de R$ 6 bilhões de dólares anuais explorando e contrabandeando diamantes do Brasil. Segundo o General, os Rothschilds extraem toneladas de diamantes dentro das reservas indígenas e contrabandeiam o produto para fora do Brasil.
A empresa Rothschilds manda no local e não permite a entrada de nenhum brasileiro na área de reserva. A mina é considerada a segunda maior do mundo. Ainda segundo o General, na reserva Raposa do Sol em Roraima há outra mina de diamantes sendo explorada pela Rothschilds, esta sim, considerada a maior do mundo. Os Rothschilds garimpam toneladas de diamantes desta reserva e faturam bilhões de dólares à custa do povo brasileiro. O governo de FHC demarcou a área e a declarou como reserva indígena em 1996. Vários produtores e colonos que habitavam as terras demarcadas por FHC, foram expulsos destas áreas. Desta forma, FHC possibilitou o controle da Rothschilds dentro das reservas demarcadas. São eles que mandam na Amazônia.

Inclusive há uma bandeira estrangeira hasteada dentro da reserva. É como se estas áreas pertencessem aos Rothschilds e não ao Brasil. Indignado com a ousadia, um General brasileiro mandou tirar a bandeira do mastro. Um dos empregados de Rothschilds se dirigiu ao General e disse para não tirar a bandeira estrangeira, pois quem PAGA mais tem o direito de colocar a bandeira que quisesse. Uma vergonha! Quem paga mais e para quem? Quanto será que FHC, o PSDB e os demais comunistas estão levando por baixo dos panos para permitir esta invasão e o saque de nossos recursos minerais?
O General relata ainda que grupos ligados à Rothschilds e as ONGs, estavam dentro da Selva brasileira preparando uma emboscada. Militares brasileiros de um Comando de Batalhão de Selva de Santa Isabel faziam uma inspeção na área de um igarapé quando avistaram um homem louro armado de fuzil. Com o homem louro estavam mais 3 elementos escondidos dentro da selva, todos armados e preparados para a emboscada..Os intrusos pensaram em abrir fogo contra os militares brasileiros, mas como estavam em menor número, desistiram.

O fato se deu dentro de uma área yanomami. O grupo de 4 invasores embrearam selva à adentro para escapar do batalhão brasileiro e desapareceram dentro da selva. Os militares brasileiros não podiam entrar na área, demarcada como reserva ambiental. A proibição está na Lei de demarcação criada por FHC e sua turma de bandidos do PSDB. Apenas com a autorização de um Juiz Federal, o Exército brasileiro poderia agir dentro da reserva. Ou seja, dentro do próprio Brasil. Os invasores podem hastear bandeiras estrangeiras, contrabandear drogas, armas e diamantes, lavar dinheiro, matar garimpeiros e armar emboscadas dentro das reservas brasileiras, já o exército brasileiro não, este precisa pedir autorização.

O Comandante do Batalhão que dirigia a operação na selva foi então à Juíza de Santa Isabel, pedir uma autorização para ingressar dentro da reserva. Quando o batalhão voltou ao local subindo o Igarapé, o coronel que comandava a missão encontrou uma pousada protegida por 15 homens, todos ex-militares americanos. Um deles foi identificado por um oficial como sendo um dos emboscadores. O coronel ao se dirigir ao identificado foi confrontado de forma grosseira. Todos agiam como se fossem donos e propietários da área.

O local é rico em nióbio, ouro e diamantes. Segundo o General a pousada serve na verdade de fachada para o contrabando de nossos recursos minerais. Haviam botes motorizados e um hidro avião no local para transportar o contrabando. O próprio General Durval Nery foi impedido de trafegar de Manaus à Boavista, sendo impedido por grupos armados nas Estadas. Mesmo se identificando como General do Exército brasileiro, o General não pode seguir seu caminho pela reserva. Somente com autorização da Justiça, disse. A demarcação das terras indígenas foi regulada pelo Decreto nº 1 775/96 de Fernando Henrique Cardoso. Uma das etapas previstas no procedimento de demarcação foi à desocupação da terra por não índios. Centenas de famílias de lavradores brancos foram expulsos do local e jogados na estrada com a roupa do corpo. Muitos nem receberam indenizações do Estado.

A Monsanto citada acima é a mesma que inventou o Napalm, a bomba incendiária usada no Vietnã pelos americanos. A Monsanto também inventou o esfoliante amarelo que contaminou milhões de inocentes na guerra do Vietnã. Todos morreram de câncer. A Monsanto tem a participação acionária de David Rockefeller e dos Rothschilds. A empresa também foi responsável pela doença do “mal da vaca louca”. A Monsanto fabrica ração animal para gado e usa restos de vários animais mortos e infectados. Cães, gatos, porcos, aves e outros animais, todos em estado de putrefação, são moídos e triturados em grandes máquinas e depois industrializados como ração para gado. A ração é comercializada nos EUA e na Europa. No Brasil os produtores brasileiros não usam este tipo de ração industrializada e sim grama natural.

Os Rothschilds são donos de quase 50% de todas as indústrias, bancos e empresas no mundo. No Brasil são donos das operadoras de telefonia e exploram nossos recursos naturais como ferro, alumínio, manganês, calcário, pedras, nióbio, ouro e diamantes. Eles são donos da CSN e de mais 120 empresas estatais que foram privatizadas pelo governo do PSDB. Os Rothschilds são donos também da Samarco, a mesma mineradora que causou os estragos ambientais em Marina e em boa parte do Brasil.

A Samarco explora a Lei Kandir, ou seja, não paga impostos municipais ou estaduais e sim um imposto federal. A empresa pagou uma multa ao governo federal pela tragédia ambiental, mas não gastou um centavo sequer em indenizações às vítimas da tragédia e muito menos indenizou os municípios atingidos pela lama. A família mais poderosa do planeta recentemente passou a controlar dois aeroportos brasileiros e está de olho no aquífero brasileiro e nas hidroelétricas. Se agirem como já agem dentro das reservas brasileiras, logo, logo, teremos que pedir permissão e pagarmos caro aos Rothschilds para podermos viajar, beber nossa água e usar nossa energia elétrica. A Lei criada pelo PSDB se constitui um crime de lesa pátria e beneficia apenas exploradores internacionais. Os prejuízos aos municípios são devastadores. A sociedade brasileira é quem paga por todos os prejuízos tributários causados ao Brasil por esta Lei.

O PSDB é um partido representante da Nova Ordem Mundial e disseminador da desgraça socialista que se abateu sobre o Brasil. Os globalistas que financiam o PSDB são os mesmos que se apossaram de nossa Amazônia e que querem se apossar do Brasil. O partido de FHC adota a mesma prática nazista de descriminação e não aceitam negros, evangélicos, pobres ou homossexuais como membros. Essa é uma regra Illuminati, No entanto, os tucanos são responsáveis no Brasil pelo homossexualismo, casamento gay, ideologia de gênero, marxismo cultural, racismo, feminismo, ateísmo, liberação de drogas, pedofilia, legalização da prostituição, desmilitarização, desarmamento, controle do sistema eleitoral, Marco Civil na Internet, Imigração, aborto, estupro e estatuto do menor. Essas transgressões sociais são financiadas pela Open Society, pela Fundação Rockefeller, pela Fundação Ford e pelos Rothschilds. Todas fazem parte da Agenda Global pelo controle e escravização do planeta. É o PSDB e não o PT, o agente financiador do AVAAZ, da Veja, da Mídia Ninja, dos movimentos de rua, sites e blogs.

O PT é apenas uma quadrilha de bandidos e ladrões, e não passa disso. O partido de Lula foi manipulados pelo PSDB e pelo comunista Fernando Henrique Cardoso, assim como todos os demais partidos. A Agenda Global é disseminada no Brasil pelos tucanos e consequentemente, repartida com os demais partidos. Todos recebem sua fatia do bolo para VENDER e DESTRUIR o Brasil. Os socialistas fabianos são responsáveis por todas as desgraças mundiais. A Ordem dos Fabianos é controlada pelos Illuminati e pela maçonaria vermelha e são eles que financiam as guerras, as epidemias, as doenças, mortes, terrorismo, conspirações, assassinatos, satanismo e golpes de Estado no planeta. O PSDB é a identidade do mal, o partido satânico que corrompe e destrói o Brasil. Bando de porcos!



FONTE:  https://valesemfronteiras.com.br/2017/04/04/general-denuncia-controle-dos-rothschilds-na-amazonia-com-patrocinio-do-psdb/
Conheça dez histórias de corrupção durante a ditadura militar 194 Marcelo Freire Do UOL, em São Paulo 01/04/201506h00 Ouvir texto 0:00 Imprimir Comunicar erro memoriasreveladas.arquivonacional.gov.br/Arquivo Naci... - Veja mais em https://noticias.uol.com.br/politica/ultimas-noticias/2015/04/01/conheca-dez-historias-de-corrupcao-durante-a-ditadura-militar.htm?cmpid=copiaecola

PT não é responsável pela crise ética, afirma general: A MERDA TODA VEM BEM ANTES!



Tiago Correa/CMM.




Após demitir comandante militar do Sul por incitação ao golpe, o comandante do Exército Brasileiro, Eduardo Villas Bôas, diz em entrevista que há sim uma crise ética no país, mas que ela não é de agora e que a chegada do PT ao poder não tem responsabilidade nisso; “Nem mesmo a autoridade da professora na sala de aula está sendo mais reconhecida”, compara; "O Brasil é um país sofisticado, com sistema de pesos e contrapesos, ou seja, não há necessidade de a sociedade ser tutelada"; para ele, a corrupção está instalada, mas todas as instituições estão em pleno funcionamento, razão pela qual não há chance de intervenção dos militares; o general se queixa do corte do orçamento para o Exército, que deixa a corporação sem condições de fazer o trabalho de distribuição de água no Nordeste, a vigilância das fronteiras comprometida e a tecnologia dos equipamentos obsoleta.




O comandante do Exército Brasileiro, general Eduardo Villas Bôas, afirma que há sim uma crise ética no país, mas que a chegada do PT ao poder não tem responsabilidade nisso. Para ele, a corrupção está instalada no Brasil, mas todas as instituições estão em pleno funcionamento, razão pela qual não há chance de intervenção dos militares.
“O Brasil é um país com instituições sólidas e amadurecidas, que estão cumprindo seus papéis. O Brasil é um país sofisticado, com sistema de pesos e contrapesos, ou seja, não há necessidade de a sociedade ser tutelada. Nosso papel é essencialmente institucional, legal e focado na manutenção da estabilidade para permitir que as instituições cumpram suas funções”, disse Villas Bôas ao Estado (aqui).
As declarações do comandante supremo do Exercito sucedem a demissão do comandante militar do Sul, general quatro estrelas Antonio Hamilton Martins Mourão, transferido para a Secretaria de Economia e Finanças em Brasília, por incitação ao golpe contra o governo \Dilma Rousseff. Para Mourão, o Brasil carecia de um “despertar de uma luta patriótica”. Disse ainda que “a vantagem da mudança (da presidente da República) seria o descarte da incompetência, má gestão e corrupção”.
Villas Boas puniu o subordinado não por falar, segundo ele militar tem sim de falar, mas por imiscuir-se em tema institucional restrito do comandante geral. Um ato de insubordinação, portanto.
Villas Boas vai além e defende com propriedade as instituições democráticas: “Trata-­se de um oficial reconhecido na Força, que tem todo o respeito do comandante. Mas esta questão não pode ser abordada de maneira simplista. Em momento conturbado, não é desejável nada que produza instabilidade ou insegurança. A nossa preocupação é de cooperar para a manutenção da estabilidade para que as instituições possam cumprir seus papéis e caminhar em direção à solução da crise em nome da sociedade. Foi isso que nos moveu, para que nenhum movimento venha gerar insegurança ou instabilidade.”
Na opinião do general, a crise ética da sociedade brasileira é um processo que não se instaura de um momento para o outro e que já vem de algum tempo. “Nem mesmo a autoridade da professora na sala de aula está sendo mais reconhecida. A questão ética se agravou, mas paralelamente as instituições têm cumprido com muito mais eficiência e visibilidade os seus papéis”, avalia.
Ele concorda que a corrupção está instalada no Brasil: “Mas eu diria que este é um estado de coisas que nós vivemos. Durante a Operação Pipa, no Nordeste, 60% dos 6.800 caminhoneiros que trabalham na distribuição de água tentaram algum tipo de fraude. Não se trata de estigmatizar o caminhoneiros. Não é isso. Os caminhoneiros fazem parte da sociedade brasileira.”
Mas compreende que esse não é um problema das Forças Armadas, mas do Supremo Tribunal Federal, do Ministério Público, do Tribunal de Contas da União, da Polícia Federal. “Todas as instituições do Executivo, Legislativo e Judiciário estão funcionando. A gente sente que há uma incerteza. São tantos atores, as variáveis que se movimentam que é difícil dizer qual será o desfecho disso. Mas eu acredito que o desfecho vai ser institucional. Esta situação vai se solucionar sem quebra da normalidade institucional do País.”
Villas Bôas se queixa do corte do orçamento para o Exército, que deixa a corporação sem condições de fazer o trabalho de distribuição de água no Nordeste, a vigilância das fronteiras comprometida e a tecnologia dos equipamentos obsoleta. E se disse preocupado com a declaração do presidente da CUT ao convocar a população a pegar em armas e ocupar trincheiras para defender o mandato da presidente: “Este tipo de manifestação nos preocupa porque se trata de incitamento à violência. Ela não contribui para a estabilidade do País e a normalidade do funcionamento das instituições. Mas é algo que diz respeito à segurança publica diretamente. Então nos preocupa mas, de maneira nenhuma, vai provocar nossa atuação.”
 FONTE: http://www.brasil247.com/pt/247/brasil/203388/PT-n%C3%A3o-%C3%A9-respons%C3%A1vel-pela-crise-%C3%A9tica-afirma-general.htm

Mulher de Moro tem nome ligado a esquema de corrupção de R$ 450 milhões desviados das APAEs

VAI MANDAR INVESTIGAR A SENHORA VOSSA ESPOSA, SENHOR SERGIO PROSTITUTA MORO?








O jornalista Luis Nassif denuncia a existência de um grande esquema de corrupção, envolvendo uma verba de R$ 450 milhões liberada pela Secretaria de Educação do Paraná, comandada na época pelo ex-senador Flávio Arns, para integração dos alunos das APAEs.



"Você tem um esquema de APAE (Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais), que você tem gente bem intencionada na ponta e um esquema de corrupção monumental, sem controle", diz Nassif.
Uma das escolas envolvidas no esquema tinha alunos das APAEs inscritos para participarem da integração com os seus. Perguntada por Nassif sobre como se dava essa integração, a diretoria respondeu que eles participavam de um encontro uma vez por ano...

O esquema de corrupção envolvia ainda ações das APAEs no Tribunal de Justiça do Paraná, todas comandadas por um sobrinho de Flávio Arns, Marlos Arns, e a esposa do juiz Moro fazia parte do Jurídico dessas APAEs.

Além disso, o irmão de Marlos Arns seria proprietário de uma escola de ensino jurídico à distância, que teria como professores procuradores e delegados da Operação Lava Jato.


E aí, quem investiga os investigadores?

Com a palavra as excelências.




E TEM MAIS VÍDEOS:








FONTE: http://www.plantaobrasil.net/news.asp?nID=97303

Prémio Nobel da Medicina denuncia: “As farmacêuticas bloqueiam medicamentos que curam, porque não são rentáveis”

DEPOIS NÓS SOMOS APENAS "TEÓRICOS DA CONSPIRAÇÃO"!
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O Prémio Nobel da Medicina Richard J. Roberts denuncia a forma como funcionam as grandes Farmacêuticas dentro do sistema capitalista, preferindo os benefícios económicos à Saúde, e detendo o progresso científico na cura de doenças, porque a cura não é tão rentável quanto a cronicidade.

Há poucos dias, foi revelado que as grandes empresas Farmacêuticas dos EUA gastam centenas de milhões de dólares por ano em pagamentos a médicos que promovam os seus medicamentos. Para complementar, reproduzimos esta entrevista com o Prémio Nobel Richard J. Roberts, que diz que os medicamentos que curam não são rentáveis e, portanto, não são desenvolvidos por empresas Farmacêuticas que, em troca, desenvolvem medicamentos cronificadores que sejam consumidos de forma serializada. Isto, diz Roberts, faz também com que alguns medicamentos que poderiam curar uma doença não sejam investigados. E pergunta-se até que ponto é válido e ético que a indústria da Saúde se reja pelos mesmos valores e princípios que o mercado capitalista, que chega a assemelhar-se ao da máfia.
A investigação pode ser planeada?

Se eu fosse Ministro da Saúde ou o responsável pela Ciência e Tecnologia, iria procurar pessoas entusiastas com projectos interessantes; dar-lhes-ia dinheiro para que não tivessem de fazer outra coisa que não fosse investigar e deixá-los-ia trabalhar dez anos para que nos pudessem surpreender.

Parece uma boa política.
Acredita-se que, para ir muito longe, temos de apoiar a pesquisa básica, mas se quisermos resultados mais imediatos e lucrativos, devemos apostar na aplicada …

E não é assim?
Muitas vezes as descobertas mais rentáveis foram feitas a partir de perguntas muito básicas. Assim nasceu a gigantesca e bilionária indústria de biotecnologia dos EUA, para a qual eu trabalho.

Como nasceu?
A biotecnologia surgiu quando pessoas apaixonadas começaram a perguntar-se se poderiam clonar genes e começaram a estudá-los e a tentar purificá-los.

Uma aventura.
Sim, mas ninguém esperava ficar rico com essas questões. Foi difícil conseguir financiamento para investigar as respostas, até que Nixon lançou a guerra contra o cancro em 1971.

Foi cientificamente produtivo?
Permitiu, com uma enorme quantidade de fundos públicos, muita investigação, como a minha, que não trabalha diretamente contra o cancro, mas que foi útil para compreender os mecanismos que permitem a vida.

O que descobriu?
Eu e o Phillip Allen Sharp fomos recompensados pela descoberta de intrões no DNA eucariótico e o mecanismo de gen splicing (manipulação genética).

Para que serviu?
Essa descoberta ajudou a entender como funciona o DNA e, no entanto, tem apenas uma relação indireta com o cancro.

Que modelo de investigação lhe parece mais eficaz, o norte-americano ou o europeu?
É óbvio que o dos EUA, em que o capital privado é ativo, é muito mais eficiente. Tomemos por exemplo o progresso espetacular da indústria informática, em que o dinheiro privado financia a investigação básica e aplicada. Mas quanto à indústria de Saúde… Eu tenho as minhas reservas.

Entendo.
A investigação sobre a Saúde humana não pode depender apenas da sua rentabilidade. O que é bom para os dividendos das empresas nem sempre é bom para as pessoas.

Explique.
A indústria farmacêutica quer servir os mercados de capitais …

Como qualquer outra indústria.
É que não é qualquer outra indústria: nós estamos a falar sobre a nossa Saúde e as nossas vidas e as dos nossos filhos e as de milhões de seres humanos.

Mas se eles são rentáveis investigarão melhor.
Se só pensar em lucros, deixa de se preocupar com servir os seres humanos.

Por exemplo…
Eu verifiquei a forma como, em alguns casos, os investigadores dependentes de fundos privados descobriram medicamentos muito eficazes que teriam acabado completamente com uma doença …

E por que pararam de investigar?
Porque as empresas Farmacêuticas muitas vezes não estão tão interessadas em curar as pessoas como em sacar-lhes dinheiro e, por isso, a investigação, de repente, é desviada para a descoberta de medicamentos que não curam totalmente, mas que tornam crónica a doença e fazem sentir uma melhoria que desaparece quando se deixa de tomar a medicação.

É uma acusação grave.
Mas é habitual que as Farmacêuticas estejam interessadas em linhas de investigação não para curar, mas sim para tornar crónicas as doenças com medicamentos cronificadores muito mais rentáveis que os que curam de uma vez por todas. E não tem de fazer mais que seguir a análise financeira da indústria farmacêutica para comprovar o que eu digo.

Há dividendos que matam.
É por isso que lhe dizia que a Saúde não pode ser um mercado nem pode ser vista apenas como um meio para ganhar dinheiro. E, por isso, acho que o modelo europeu misto de capitais públicos e privados dificulta esse tipo de abusos.

Um exemplo de tais abusos?
Deixou de se investigar antibióticos por serem demasiado eficazes e curarem completamente. Como não se têm desenvolvido novos antibióticos, os microorganismos infecciosos tornaram-se resistentes e hoje a tuberculose, que foi derrotada na minha infância, está a surgir novamente e, no ano passado, matou um milhão de pessoas.

Não fala sobre o Terceiro Mundo?
Esse é outro capítulo triste: quase não se investigam as doenças do Terceiro Mundo, porque os medicamentos que as combateriam não seriam rentáveis. Mas eu estou a falar sobre o nosso Primeiro Mundo: o medicamento que cura tudo não é rentável e, portanto, não é investigado.

Os políticos não intervêm?
Não tenho ilusões: no nosso sistema, os políticos são meros funcionários dos grandes capitais, que investem o que for preciso para que os seus boys sejam eleitos e, se não forem, compram os eleitos.

Há de tudo.
Ao capital só interessa multiplicar-se. Quase todos os políticos, e eu sei do que falo, dependem descaradamente dessas multinacionais Farmacêuticas que financiam as campanhas deles. O resto são palavras…


Fonte :  http://anonymous.com.pt/premio-nobel-da-medicina-denuncia-as-farmaceuticas-bloqueiam-medicamentos-que-curam-porque-nao-sao-rentaveis/

Brasil detém 98% do metal mais valioso do mundo. O Nióbio seria capaz de espalhar riqueza por todo o país


Com 98% das reservas, o Brasil não tem política específica para o mineral. Exportações cresceram 110% em 10 anos e somaram US$ 1,8 bi em 2014


Brasil detém a maior jazida de nióbio do mundo. Temos 98% do metal existente em todo o planeta. Os outros 2% pertencem ao Canadá

As maiores jazidas do planeta, encontram-se no Amazonas (na cidade de são Gabriel da Cachoeira) e em Roraima (na conhecida Raposa Serra do Sol).



Toda essa riqueza vai parar nas mãos da atravessadora Inglaterra”, que manda para a Europa e EUA.
O Nióbio é um dos metais mais raros do mundo e considerado fundamental para a indústria de alta tecnologia.
O elemento químico é usado como liga na produção de aços especiais. É um dos metais mais resistentes à corrosão e a temperaturas extremas.
Atualmente, o Nióbio é empregado em automóveis, turbinas de avião, gasodutos, em tomógrafos de ressonância magnética, na indústria aeroespacial, bélica e nuclear, além de outras inúmeras aplicações como lentes óticas, lâmpadas de alta intensidade, bens eletrônicos e até piercings.
A “questão do nióbio” teve como porta-voz mais ilustre o deputado federal Enéas Carneiro, morto em 2007.



Na época, ela já alertava que, a fortuna obtida com a extração do do mineral, seria o suficiente para espalhar riqueza por todo o o país.
O cobiçado metal já chegou a ser relacionado até com o mensalão, após o empresário Marcos Valério afirmar na CPI dos Correios, em 2005, que o Banco Rural conversou com José Dirceu sobre a exploração de uma mina de nióbio na Amazônia.
O site WikiLeaks incluiu as minas brasileiras de nióbio na lista de locais cujos recursos e infraestrutura são considerados estratégicos e imprescindíveis aos EUA .
Recentemente, o nióbio voltou a ganhar os holofotes em razão da venda bilionária de uma fatia da Companhia Brasileira de Metalurgia e Mineração (CBMM), maior produtora mundial de nióbio, para companhias asiáticas.
Em 2011, um grupo de empresas chinesas, japonesas e sul coreana fechou a compra de 30% do capital da mineradora com sede em Araxá (MG) por US$ 4 bilhões.

UM BRASILEIRO QUE MORA NO CANADÁ MOSTRA COMO O PAÍS REVERTE A EXTRAÇÃO DO METAL EM BENEFÍCIOS PARA A POPULAÇÃO

 

 

Transgeneridade é um transtorno mental, afirma médico norte-americano

ESSE TIPO DE REPORTAGEM NÃO VEMOS NA REDE GLOBO NEM NAS EMISSORAS MARIONETES!
 
Dr. Paul R. McHugh, ex-chefe da ala de psiquiatra do Hospital John Hopkins, em Baltimore, disse que a transexualidade é um transtorno mental que merece tratamento, e que a mudança de sexo é biologicamente impossível. O médico disse que as pessoas que promovem a cirurgia de redesignação sexual estão colaborando e promovendo uma desordem mental.






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Dr. McHugh, autor de seis livros e pelo menos 125 artigos médicos, fez essas afirmações em um comentário recente no Wall Street Journal, onde explicou que a cirurgia transexual não é a solução para as pessoas que sofrem dessa desordem – a noção de que a sua masculinidade ou feminilidade é diferente do que a natureza lhes atribuiu biologicamente.
Ele também falou sobre um novo estudo que mostra que a taxa de suicídio entre pessoas transexuais que fizeram a cirurgia de redesignação é 20 vezes maior do que a taxa de suicídio entre os não-transexuais. Dr. McHugh ainda mencionou que estudos da Universidade de Vanderbilt e da Portman Clinic, de Londres, observaram algumas crianças que haviam demonstrado comportamentos transexuais. Ao longo do tempo, de 70% a 80% dessas crianças deixaram espontaneamente esses comportamentos.
Enquanto o governo Obama, Hollywood e grandes meios de comunicação, como a revista Time, promovem o fenômeno transgênero como algo normal, disse o Dr. McHugh, “os legisladores e os meios de comunicação prestam um desfavor ao público e às pessoas transgêneras tratando suas confusões como um direito que precisa ser defendido e não como um transtorno mental que necessita de compreensão, tratamento e prevenção”.

Segundo o médico, a desordem do transgênero consiste na “suposição” de que eles são diferentes da realidade física de seu corpo, da sua masculinidade ou feminilidade, conforme atribuído pela natureza. É uma doença semelhante à de uma pessoa extremamente magra que sofre de anorexia, que se olha no espelho e pensa que está acima do peso.
Esta suposição de que o gênero é apenas uma condição mental, desprezando a anatomia, tem levado algumas pessoas transexuais a requerer que a sociedade aceite essa “verdade pessoal” subjetiva, disse o Dr. McHugh. Como resultado, alguns estados – Califórnia, New Jersey e Massachusetts – aprovaram leis barrando psiquiatras, mesmo com a autorização dos pais, de se esforçarem para restaurar os sentimentos de gênero naturais a um menor transgênero.

Os ativistas da causa transgênero não querem saber dos estudos que mostram que entre 70% e 80% das crianças que expressam sentimentos transexuais perdem espontaneamente esses sentimentos ao longo do tempo. Além disso, dos que fizeram a cirurgia de redesignação sexual, a maioria disse estar “satisfeita” com a operação, mas suas condições psico-sociais posteriores não são melhores do que aqueles que não fizeram a cirurgia.
“Assim, o Hospital Hopkins parou de fazer a cirurgia de redesignação sexual, uma vez que um paciente “satisfeito ” mas ainda perturbado parecia uma razão inadequada para amputar cirurgicamente os órgãos normais” disse o Dr. McHugh.


ncb


O ex-chefe do hospital também alertou contra permitir ou incentivar certos subgrupos, tais como os jovens, suscetíveis a apologia do “tudo é normal” presente na educação sexual, e aos “gurus da diversidade” que habitam as escolas, que, como “líderes culturais”, podem incentivar estes jovens a se distanciar de suas famílias e oferecer conselhos sobre como rebater argumentos contrários à cirurgia transexual.

“Mudança de sexo é biologicamente impossível”, disse McHugh. “As pessoas que se submetem à cirurgia de redesignação de sexo não mudam de homens para mulheres ou vice-versa. Em vez disso, eles se tornam homens feminilizados ou mulheres masculinizadas. Alegar que isso é uma questão de direitos civis e encorajar a intervenção cirúrgica é, na realidade, promover um transtorno mental.”

Fonte: http://www.cnsnews.com/news/article/michael-w-chapman/johns-hopkins-psychiatrist-transgender-mental-disorder-sex-change

A VERDADE SOBRE O LIVRO E FILME "A CABANA".


Por Rev. Felipe Camargo


Introdução 

Um dos livros que mais tem sido lido e vendido nestes últimos meses é “A Cabana” de William P. Young.[1] Um livro que se propõe a ajudar a entender a trindade e o sofrimento tem sido amplamente aceito no meio evangélico. Uma rápida pesquisa na internet é possível encontrar pessoas testemunhando como o livro ajudou a suportar o sofrimento e a entender quem é Deus. Alguns chegam até a afirmar que tiveram um encontro real com Deus somente depois de ter lido o livro.

A questão a ser tratada neste trabalho é se a visão apresentada neste livro de fato é bíblica. Será apresentado os principais pontos explorados pelo autor e analisado à partir de textos bíblicos. Este trabalho tem o objetivo de mostrar que tipo de influência os leitores tem recebido deste livro. 

1. Sobre o autor e sua obra

William Paul Young nasceu no Canadá e, juntamente com três irmãos mais novos, foi criado por seus pais missionários em uma comunidade tribal em Nova Guiné (Papua Ocidental). A família voltou para o Canadá onde seu pai pastoreou várias Igrejas. Young pagou seus estudos religiosos trabalhando como Dj, salva vidas e em diversos outros empregos temporários. Formou-se em Religião em Oregon, EUA. No ano seguinte casa-se com Kim Warren e teve seis filhos.

Conforme o próprio autor, este livro foi escrito inicialmente para seus filhos e poucos amigos, por um pedido de sua esposa, com o objetivo de ensinar a respeito da trindade enquanto tenta explicar porque o mal existe.[2] Em uma entrevista à um programa televisivo chamado Clube 700 ele revela que por 38 anos ele passou por grandes “feridas” e levou 11 anos para curá-las. Ele diz que o livro revela um pouco de como ele foi curado destas feridas. E espera que os leitores compreendam que Deus é maior que os homens e que ele está envolvido com a humanidade através de sua bondade.

2. Um breve resumo do livro

O livro conta a história de um homem chamado Mackenzie (que é chamado de Mack), que possui uma esposa chamada Nan e cinco filhos chamados Jon, Tyker, Josh, Katharine (Kate) e a mais nova chamada Melissa, ou Missy. Durante uma viagem com seus filhos, a sua filha mais nova, Missy, é sequestrada, maltratada e morta por um assassino de crianças. A única coisa que encontram é a roupa de Missy ensanguentada dentro de uma velha cabana. Passa-se muito tempo e a família começa a sofrer imensamente por causa da perda, a ponto de chamar esse sofrimento de “Grande Tristeza”. A outra filha, por sentimento de culpa, tem traumas sérios e começa a se afastar de toda a família.

Um dia Mack recebe um bilhete escrito por “Papai” (Deus) pedindo para que o encontre na mesma cabana. Intrigado vai até a cabana. Ao chegar lá o cenário é transformado e ele encontra a Deus Pai, Jesus e o Espírito Santo. Mack passa um final de semana inteiro com longas conversas e aprendendo acerca de quem é Deus, sobre a trindade e sua obra.

A história termina com Mack despertando desta “visão” misturada com a realidade e ele retorna para casa, mas agora transformado pela experiência. No meio do caminho sofre um acidente e acorda no hospital onde demonstra sua completa mudança que é passada para sua família que aprende, com a experiência de Mack, o que é ter um relacionamento com Deus.

3. Uma palavra inicial

Muitas coisas não são explicadas com muita clareza neste livro. No entanto, não devemos culpar o autor por isso, pois o livro não se trata de um livro de teologia sistemática, mas sim de um livro de ficção e romance que traz na história do livro ensinamentos doutrinários. Por isso, não me deterei em assuntos que não parecem ser centrais apesar de tentar transmitir alguma mensagem, seja ela bíblica ou não.

4. Sobre o sofrimento

Uma das características deste livro é que o autor defende que quanto mais uma pessoa conhece a Deus, melhor ela consegue entender e suportar o sofrimento. Este é um dos poucos pontos de vista que o autor tem sobre sofrimento que está de acordo com a Bíblia. Pois através do conhecimento acerca do amor de Deus, somos cada vez mais fortalecidos para enfrentar as provações (Ef. 3.14-21; 6.10-20).

No entanto, vemos mais falhas em sua visão do que acertos ao falar da ação de Deus sobre o sofrimento. No capítulo 11 ele deixa claro que sua intenção é tirar o conceito errôneo que as pessoas têm sobre Deus e sua relação com o sofrimento. No decorrer do livro Deus é apresentado como alguém que não pode controlar todas as coisas, pelo menos não as coisas desagradáveis, como no caso, a morte da filha de Mack. Mas que na verdade, o que Deus faz é usar o mal incontrolado para fazer algo bom (pg. 207). Se não bastasse, Deus é ainda apresentado como alguém que pede desculpas pelo abismo que havia se formado entre ele e Mack, pois na verdade, Papai não tinha poder suficiente para resolver esse abismo, pois se tivesse ele usaria, mas ele “não tem uma varinha mágica para fazer com que tudo fique bem” (pg. 83). Isso vai contra os ensinamentos das Escrituras que nos dizem que nenhum dos planos do Senhor pode ser frustrado (Jó 42.2). Na verdade, uma simples leitura do livro de Jó é possível perceber que Deus está no controle até mesmo das coisas aparentemente ruins.

Na tentativa de trazer consolo nos momentos de dificuldade, outro erro é cometido pelo autor. Ele tenta consolar dizendo que não devemos temer o futuro, pois o futuro não traz esperança, já que o futuro não existe. Neste sentido ele diz que o homem foi criado para viver o presente (pg. 129-130). Provavelmente olhando para textos como Mateus 6.27,34 ele chega nestas conclusões de que o homem não pode controlar o futuro. Provavelmente, esta visão também deve existir no autor por não compreender corretamente o que é fé, já que para ele, fé não tem nenhuma ligação com a certeza. (pg 176).

Ora, de fato, o homem não tem poder sobre o futuro, mas isso não quer dizer que ele não exista. Nem quer dizer que não possamos olhar para o futuro aguardando a esperança, pois Paulo mesmo é quem diz que as glórias que ainda serão reveladas nos dá força para enfrentarmos os sofrimentos (Rm 8.18). Quanto à fé, Hebreus 11.1 nos esclarece que fé tem total ligação com certeza: “Fé é a certeza de coisas que se esperam”.

5. Sobre a trindade

Outro tema marcante neste livro (um dos temas principais) é a trindade e a compreensão dela. No livro o autor apresenta a trindade como três pessoas distintas. Deus Pai é caracterizado por uma grande mulher negra. O Espírito Santo é caracterizado por uma mulher pequena, claramente asiática, um pouco transparente e iluminada – que às vezes se move para algum lugar apenas flutuando. Jesus é apresentado como um homem com aparência de alguém do Oriente Médio, que se vestia como um operário com suas ferramentas na cintura (pg. 74,75). A trindade é apresentada como se fossem três pessoas sempre muito bem humoradas, fazendo brincadeiras uns com os outros, como por exemplo, o Pai chamando Jesus de “sem-jeito” (pg 95,96). O ponto positivo que pode ser destacado sobre a visão que o autor tem sobre a trindade também é o maior ponto negativo. Ele expõe corretamente que as três pessoas da trindade são pessoas totalmente distintas, mas estão totalmente ligadas.

Isso é o que a Bíblia nos diz (1ª Jo 5.7). Ele também está correto ao afirmar que a trindade já é totalmente realizada nela mesma (pg 187) e que a trindade existe fora do tempo. Mas na tentativa de explicar como esta doutrina funciona ele cai em alguns erros, que será apresentado a seguir.

5.1. Quanto a relação entre as três pessoas da trindade

Já que os três são ao mesmo tempo um, o autor não consegue entender o relacionamento entre eles, como, por exemplo, quanto à economia da trindade. Para ele, dentro da trindade não há hierarquia nem obediência. O capítulo 8 do livro revela bastante este pensamento. Neste capítulo o autor apresenta uma conversa de Mack com a trindade enquanto tomam café. A conversa começa sobre o relacionamento entre a trindade e o relacionamento dos homens. A conversa muda para tratar de como Deus age na vida do ser humano permitindo que coisas ruins aconteçam.

Está correto ao dizer que a trindade se relaciona em amor e consegue viver sem intrigas, diferente da humanidade como o autor afirma. Mas, na tentativa de explicar o relacionamento entre a trindade ele diz que entre eles não há hierarquia e que também não há obediência entre eles. O fato de não haver diferenças entre glória, honra e poder entre as pessoas da trindade, não quer dizer que não exista hierarquia ou submissão e obediência. Dizer isto é não levar em conta textos onde o próprio Jesus se mostra submisso à vontade do Pai (Jo 4.34; Mt 26.39,42) ou textos que deixam claros que o Filho é submisso e obediente ao Pai (Fp 2.8; 1ª Co 15.28).[3] 

Por conseqüência, o autor comete outro erro. No meio de uma conversa, ele apresenta Jesus falando: 


“Como glória máxima da Criação, vocês foram feitos à nossa imagem. Se realmente tivessem aprendido a considerar que as preocupações dos outros têm tanto valo quanto as suas, não haveria necessidade de hierarquia” (pg. 113).


E a conversa gira em torno de todos os tipos de hierarquia que se encontra na sociedade seja ela política, familiar, ou até eclesiástica. Na verdade, qualquer tipo de hierarquia atrapalha relacionamento que, segundo o autor, Deus criou para que o homem tivesse.

Se há hierarquia dentro da trindade, não há porque não crer que qualquer autoridade humana não seja divinamente instituída. Isso pode ser encontrado tanto dentro da Igreja, quanto fora dela (Rm 13.1,2; 1 Pe 2.13), ou mesmo dentro da família (Ef 5.22,23).

5.2. Quanto à Deus Pai

Deus Pai aparece, na maior parte da história, como uma “dona de casa”, geralmente na cozinha e quase sempre cozinhando. Logo no início Deus Pai, ou “Papai” como é chamado, aparece dançando e batendo palmas com uma música que misturava funk com blues. Segundo “Papai”, ele ouve os corações por trás das canções. Ele é apresentado como alguém que depende de receitas de homens para cozinhar alguma coisa (pg 172) e alguém que fica ansioso na espera de algum momento (pg 173). Essa forma irreverente de apresentar a Deus, nada mais é que uma falta de respeito e desprezo pelo Deus que é “Santo, Santo, Santo”. Além de apresentar um Deus com fraquezas emocionais, erra ao dizer que Deus se importa mais com o coração do que com as ações, pois a Bíblia afirma que é do coração que procedem os maus
desígnios (Mt 15.19).[4]

Deus é apresentado como alguém que não proíbe nem faz o mal, mas que está sempre pronto para consertar algo que está errado. E muitas vezes, o Pai é apresentado como alguém injustiçado pelas religiões que dizem que o Senhor é um Deus de ira (pg. 174). Além do fato de muitas vezes o autor atacar instituições religiosas, ele procura esconder o atributo de Deus chamado Ira.[5]

Deus não pode ser injustiçado por homens, se na verdade é ele quem diz isso em sua Palavra (Na 1.2,3). O fato de Deus Pai ter sido apresentado como uma mulher negra, conforme ele mesmo diz, era para que Mack não tivesse uma imagem religiosa pré-concebida de Deus Pai, já que ele o imaginava como um velho de barba branca (pg. 83); mas, por uma incoerência do próprio autor, no final do livro, o Pai, se transforma na imagem pré-concebida de Mack. Em parte, ele está correto ao querer tirar da mente a ideia que Deus “é um velho barbudo” (mesmo que ele não faça) e está correto ao afirmar que Deus não é nem homem nem mulher (pg. 83). Mas erra quando é apresenta Deus como uma mulher, pois a Bíblia não o apresenta como mãe, mas sim como Pai (Gl 4.6). Está errado também ao querer trazer qualquer imagem para Deus Pai, visto que Deus é espírito (Jo 4.24) e por isso, Deus proíbe o fazer qualquer imagem dele (Ex.20.4), até mesmo uma imagem mental.[6]

5.3. Quanto à Cristo

Algumas verdades são ressaltadas no livro. Uma das verdades é a humanidade de Cristo. Esta humanidade de Cristo é bem nítida em toda a história, até mesmo durante as conversas, embora chegue à alguns exageros, como será mostrado a seguir. Outro acerto do autor é quando ele diz que quando vemos a Cristo vemos o Pai (pg. 101), o que está em acordo com a Bíblia que diz que Cristo é a revelação exata de Deus Pai (Jo 1.14).

O maior erro cometido pelo autor com respeito à Cristo é de não entender que Cristo possui uma natureza divina e outra humana. Ele afirma que quando Cristo se encarna ele deixa de ser o verbo divino, por isso, ele só consegue ser humano (pg. 100). A conclusão que ele chega é que sua divindade só é possível ser vista por causa da íntima ligação com as outras pessoas da trindade. Por exemplo, os milagres que Jesus fez enquanto estava na terra, não foi propriamente ele quem fez os milagres, mas o Pai que agiu por meio dele, chegando ao exagero de dizer que Jesus nunca usou sua natureza divina (pg 90). Outro erro grave está na sua tentativa de unir as três pessoas da trindade. Um exemplo disto está ao falar que o Pai e o Espírito Santo também morreram na cruz com Cristo (pg. 98). Por isso, ele mesmo diz que em Jesus, as três pessoas da trindade foram humanas (pg. 89).

Ao tentar entender racionalmente a maravilhosa doutrina da trindade, o autor peca por não conseguir distinguir as três pessoas. Ele tem dificuldade para entender que ao mesmo tempo em que eles são totalmente um, eles são totalmente três e é por isso que Cristo pode perguntar ao Pai “porque me desamparaste” (Mt 27.46). Outro exemplo é quando Cristo diz que tem que ir para que o outro consolador viesse, ao passo que se Cristo não fosse, o Espírito Santo não viria (Jo 16.7).

5.4. Quanto ao Espírito Santo

O Espírito Santo, que no livro se chama Saryu, é apresentado como se fosse um vento livre (pg 101) que anda como se estivesse flutuando, mexe as plantas apenas por balançar a cabeça e parece ser o único dos três que é de fato espírito. Ao que parece, este pensamento é influenciado por uma interpretação errônea de João 3, quanto à conversa de Jesus com Nicodemus.

Neste sentido, o Espírito Santo não é apresentado apenas como uma pessoa da trindade como as outras duas, mas na verdade ele é “criatividade, ação, sopro de vida, e o Espírito de Cristo” (pg. 101). No entanto, o autor não se arrisca a explicar o que ele quer dizer com essas palavras. A mesma confusão que há ao tentar explicar quem é Jesus e sua ligação com a trindade ocorre ao tentar entender quem é o Espírito Santo. Saryu (representando o Espírito Santo) diz que ela própria era o verbo. No entanto, a Bíblia faz distinção entre o Espírito Santo e o verbo: “Pois há três que dão testemunho [no céu: o Pai, a Palavra e o Espírito Santo]”; ou seja, a Palavra (o Verbo) não é o Espírito Santo e o Espírito Santo não é o Verbo. Cristo é o verbo, embora seja um com o Espírito.

6. Sobre os temas “relacionamento” e “amor”

Antes de tratar sobre a soteriologia do livro “A Cabana” é necessário olhar rapidamente para outro tema central do livro que é “relacionamento e amor”. Sabendo que estas palavras podem trazer um grande impacto nos leitores ele usa a palavra amor e seus derivados 93 vezes no livro, enquanto que a palavra relacionamento ele usa 77 vezes, enquanto que a palavra salvação não se 11 encontra nenhuma vez. No entanto, apesar de usar várias vezes esta palavra, ele não deixa bem claro o que ele quer dizer com elas. Ele usa frases que não quer dizer muito, mas que parece agradável, como por exemplo, explicando o que é amor ele diz: “Amor não é limitação. O amor é o vôo. Eu sou o amor” (pg 91).

Mas, ao usar essas palavras ele relaciona, na maioria das vezes, à salvação. Algumas vezes usa frases estranhas que não se encontra algum versículo bíblico que dê apoio, como por exemplo, num certo momento, Deus Pai diz a Mack:


Quero que esteja comigo e descubra que nosso relacionamento não tem a ver com seu desempenho nem com qualquer obrigação de me agradar. Não sou um valentão nem uma divindade egocêntrica e exigente que insiste que as coisas sejam feitas do jeito que eu quero. (pg. 116)


Na verdade, o autor transmite, com estas palavras, uma idéia errônea, ou seja, para que Deus seja amor ele deve deixar de lado sua soberania e poder. Em outro lugar do livro, Jesus aparece dizendo: 


Já notou que, mesmo que me chamem de Senhor e Rei, eu realmente nunca agi desse modo com vocês? Nunca assumi o controle de suas escolhas nem os obriguei a fazer nada, mesmo quando o que estavam fazendo era destrutivo para vocês mesmos e para os outros? [...] Forçar minha vontade sobre a de vocês é exatamente o que o amor não faz. (pg 132)


O autor demonstra não conseguir relacionar poder, glória, honra, soberania e outros atributos divinos com os temas amor e relacionamento. Isso é refletido diretamente à sua visão sobre salvação, como será apresentado a seguir.

7. Sobre a Salvação

Young não trata diretamente sobre salvação, mas é possível ver seu pensamento sobre o assunto. No início do livro Mack conta uma história indígena que fala figurativamente do sacrifício substitutivo de Cristo na cruz. Esta mensagem é repetida no capítulo 11 em uma cena dramática no encontro de Mack com a personificação da sabedoria de Deus. Embora o capítulo 11 fale principalmente sobre a justiça de Deus, ao mesmo tempo ele procura mostrar o tamanho do amor de Deus para com os pecadores entregando seu próprio filho Jesus Cristo em favor deles. Ele mostra isso trazendo a emoção de auto-sacrifício em favor dos filhos (pg. 150). Tirando alguns pontos estranhos que são incluídos na cena, de maneira geral, a oferta sacrificial e voluntária de Cristo é transmitida, o que não está errado.

No entanto, alguns erros são cometidos pelo autor. Por exemplo, ao passo que ele demonstra o tamanho do amor de Deus pelos seus filhos, ele erra ao dizer que eles são merecedores do amor de Deus. Outro erro é dizer que a morte substitutiva foi para todos os homens. E mesmo que o Pai saiba quem irá aceitar ou não, Cristo morreu por todos, os que seriam salvos ou não. Por isso, ele chega a conclusão que a morte de Cristo foi para todos e por causa dela, Deus está reconciliado com o mundo todo (pg 180), entretanto, não é isto que a Bíblia afirma.

Algumas vezes até parece que ele quer transmitir a mensagem da doutrina da eleição falando de pessoas que para Deus são especiais (pg. 151). No entanto, a salvação que ele procura apresentar, vem de acordo com o pré-conhecimento de Deus (pg. 149), que não está ligada à predestinação ou eleição divina, já que o autor não crê na doutrina da predestinação, e sim na livre escolha do homem. Neste ponto é possível ver até algumas incoerências do próprio autor, pois ao mesmo tempo em que ele diz que todos são filhos de Deus e que todos são substituídos por Cristo na cruz, ele diz que depende do homem ser salvo. Ao mesmo tempo em que ele diz que Deus está reconciliado com o mundo todo, ele diz que depende do homem para completar a reconciliação (pg. 180), ou seja, Deus perdoou a todos, por isso não há condenação, mas nem todos aceitam o perdão (pg. 209). 

Neste ponto, pode-se destacar também o processo de conversão que é apresentado. Ele mostra que somente em Deus há liberdade, mas que, por Deus ser amor, ele não pode forçar ninguém a aceitar esta liberdade (pg. 85).

Por isso, Deus é apresentado como um grande expectador empolgado que fica na expectativa de quando alguém irá aceitá-lo (pg 174). Ao falar de conversão, o autor exclui completamente o arrependimento para os pecados e a culpa dos homens de não servirem a Deus. Numa tentativa de mostrar o amor de Deus, o autor exclui a ira de Deus dizendo que Deus não castiga os pecados de ninguém, pois seu objetivo não é castigar, mas a sua “alegria é curar” (pg. 109). No meio de uma das conversas, Deus diz a Mack que ele não precisa sentir vergonha de seus pecados e falhas, pois ele não tem culpa de ter tido um pai ruim. Pois na verdade, Deus não usa nem a culpa nem a vergonha para encontrar a liberdade em Deus (pg 175). Mais ao final do livro ele reafirma este ensino dizendo que Deus não usa nem culpa, nem humilhação nem condenação (pg. 208).

Sua visão de salvação e processo de conversão não condiz com o ensino bíblico. Começando pelo fato de que a salvação é obra inteiramente de Deus e não do homem (Fp 2.13; Rm 9.18). Ele vai contra o ensino bíblico da depravação total do homem (Rm 1.20,21; 3.10,11); o ensino bíblico da eleição incondicional (Rm 8.29,30; Ef 2.5-9); o ensino sobre a expiação limitada (Rm 5.8; Ef. 5.25; Jo 10.15; Mt 1.21); e o ensino sobre a graça irresistível (Jo 6.37, 44; At 16.14). Analisando cada ponto apresentado pelo autor, pode-se perceber que o arminianismo é bem claro em sua soteriologia. Portanto, não há como comprovar biblicamente sua crença.

No entanto, há mais um ponto a considerar quanto à conversão. Ao dizer que Deus não quer que os homens sintam culpa, vergonha, humilhação ou condenação, ele tira toda a responsabilidade do homem de se arrepender de seus pecados. A Bíblia é clara quanto a necessidade de humilhação (Fp 2.5-8), sentimento de culpa e vergonha (Dn 9.4-19) e, portanto, a necessidade de arrependimento dos pecados (Mt 3.2; 4.17; At 3.19).

8. Cosmovisão: Criação, queda e redenção

8.1. Criação

Ao analisar a visão do autor sobre criação, queda e redenção, dificilmente se vê uma abordagem específica sobre estes temas. Mas, ao mesmo tempo é possível perceber que esses temas são trabalhados em torno dos termos “liberdade” e “dependência”. Até mesmo sua visão de criação se torna difícil de identificar, pois ela não está muito clara. O que pode ser destacado é que, para ele, Deus criou o mundo dependente dele e ao mesmo tempo livre para viver na trindade. Por conseqüência, o homem também foi criado em dependência dele e em amor com a trindade.

8.2. Queda

Quando ele apresenta a queda, ele diz que aconteceu no momento em que Adão resolveu ser independente de Deus (pg 206). Para ele, a queda veio ao mundo por um ato de rebeldia de Adão por querer esta independência e que por conseqüência perdeu a liberdade. Em uma das poucas vezes que ele cita a queda inicial ele afirma que a escolha de comer do fruto “rasgou o universo, divorciando o espiritual do físico” (pg. 123). Ele está correto ao afirmar que Deus já sabia que a queda já era de conhecimento de Deus, no entanto, ele erra ao dizer que não era o que ele queria que acontecesse.

Ele acredita que na queda toda a criação foi afetada pelo pecado e todos se tornaram pecadores. Ao tratar sobre a extensão do pecado ele comete algumas falhas. Por exemplo, para ele, toda instituição é conseqüência da queda seja ela casamento, religião, economia ou política (pg 166). Ele explica que toda instituição é uma demonstração da luta pela liberdade do homem. O autor comete um sério erro neste ponto, pois, o próprio casamento, por exemplo, foi instituído por Deus e antes da queda. Outro erro sério cometido pelo autor é sua sugestão de que o pecado atingiu mais aos homens do que às mulheres (pg. 135).

8.3. Redenção

Ao falar sobre a redenção ele deixa bem claro quando Mack pergunta sobre a solução para a queda. Ele responde que a saída é voltar-se para Deus, abrir mão dos hábitos de poder e manipulação e de tudo aquilo que agrada (pg. 134). Mais a frente ele diz que a redenção acontece com a morte de Cristo que tinha o objetivo de resgatar tudo o que o amor se propunha antes da criação (pg 179).

Em resumo, redenção é viver na trindade em amor e relacionamento com ela. Num determinado ponto, para mostrar que a solução única é o relacionamento com a trindade ele até sugere que nem é preciso ser cristão para ter um relacionamento com ele, pois ser cristão é aprisionar o homem dentro de um sistema. Para ele a pessoa pode ser budista, mórmon, batista, mulçumano ou qualquer outra coisa e ainda assim ter um relacionamento de amor com Cristo. Ele chega a afirmar que Cristo não quer tornar ninguém cristão, apenas se juntar a eles para entrar num processo de transformação de filhos e filhas de Deus (pg. 168,169).

Para o autor, apesar da humanidade estar seriamente corrompida pelo pecado, a redenção que Deus Pai deseja fazer com o homem agora será completa e plena no futuro, onde haverá uma restauração final (pg 151).

8.4. Cosmovisão: Conclusão

O que foi apresentado mostra que sua cosmovisão está bem distante daquilo a Bíblia realmente apresenta. De fato, existem alguns pontos de verdade, mas limitar tudo isto à relacionamento e amor é apenas uma visão romântica do plano redentivo de Deus. Na verdade, como apresentado nos pontos anteriores, o autor tem uma grande dificuldade de entender os demais atributos de Deus, como, por exemplo, soberania e justiça. Ele apresenta um Deus que se torna um expectador que só age na humanidade para tentar arrumar aquilo que o homem fez. Para ele Deus não age com soberania e supremacia; ele apenas conhece o futuro do mundo. Deus é apresentado como alguém que não tem controle da humanidade e por isso fica decepcionado com ela.

Ao falar de redenção, parece que seu maior objetivo é falar contra religião e não sobre a redenção em Cristo. E ainda, o autor parece não conhecer o verdadeiro significado de ser cristão, nem o que é ser filho de Deus, visto que um é conseqüência do outro. João utiliza boa parte de sua primeira carta mostrando que uma pessoa que vive em comunhão com o Pai deve andar na luz; e que este andar na luz significa abandonar a vida de pecado. O mesmo vai dizer Paulo que Deus escolhe seu povo para ser a imagem de seu filho e que para que isto aconteça é necessário liminar a vida de pecado. Quando Young fala sobre ter comunhão com Deus ele falha ao deixar de lado a necessidade de viver em santidade à semelhança de Cristo.

9. O problema da morte

A visão que o autor tem sobre a morte também possui graves problemas. Pode-se perceber que o autor possui algumas influências de outras religiões não cristãs sobre a morte. Por exemplo, no capítulo 11 o autor faz uma mistura de fantasia e crenças, onde uma figura misteriosa aparece e sugere a possibilidade de ter algum contato com os mortos durante os sonhos. Ao que parece ele sugere que isso é realmente possível acontecer (pg. 154). Mas é interessante que durante o desenrolar da história Mack e Missy (a filha morta) se comunicam de algumas formas, como por exemplo, ela dizendo “eu te amo” numa visão apresentada à Mack (pg. 154).

Missy, mesmo estando morta e habitando no céu, sente saudades do pai e até fica alegre com seu possível contato com ele (pg. 158); por vezes manda mensagens como, por exemplo, escolhendo as figuras do seu próprio caixão e até a música que deveria ser cantada em seu funeral (pg. 216).

É estranho que, apesar do autor se propor a mostrar que o consolo só é possível através do conhecimento verdadeiro de Deus, na história contada não é isso que acontece. Ele era consolado, não em Deus, mas ao saber que era possível ter algum contato com sua filha, ou até poder enterrar o corpo dela. Em outro momento, Mack tem um encontro com seu pai no meio de uma revelação “extraordinária” onde ele finalmente eles se reconciliam. Ou seja, seu consolo não está em conhecer a Deus como sugere no início do livro, mas está no fato de saber que seu pai e sua filha estão bem.

Conclusão

Este livro, apesar de se propor a explicar como funciona a trindade e de procurar consolar os leitores que passam por momentos difíceis, não pode ser considerado um livro com bases bíblicas. Todo o seu pensamento transmitido neste livro é formado baseado em experiências pessoais e não bíblicas. De fato é um livro impactante e emocionante, o que explica a grande aceitação por parte dos evangélicos. Mas ele não atinge seus objetivos principais de explicar corretamente acerca da trindade e também não mostra como ser consolado com verdadeiro conhecimento acerca de Deus. Este livro, portanto, tem pouco a ensinar sobre a verdade bíblica e não dá uma correta interpretação do mundo. Portanto, quando um leitor deste livro diz que encontrou a Deus somente depois da leitura deste livro, é possível questionar se o deus que ela encontrou é o Deus verdadeiro.